[Cmi-bh] POSTe --URGENTE--
tacio em riseup.net
tacio em riseup.net
Segunda Março 6 16:24:21 PST 2006
Dri e demais.
Aprovem o texto que daqui a pouco o pdf do POSTe pronto já tá na caixa
de mail do frame pra impressão.
A festa popular do carnaval tem descaradamente servido interesses
políticos e econômicos em seus desfiles, principalmente nas capitais Rio
de Janeiro e São Paulo, devido a sua grande visibilidade. Algumas
escolas de samba chegam a receber enormes patrocínios de governos e
empresas estatais e privadas.
A Estação Primeira de Mangueira, recebeu R$ 500 mil do governo do Ceará
para cantar o enredo “Das águas do Velho Chico, nasce um rio de
esperança”, que defende a transposição do rio São Francisco. O convênio
firmado entre a Secretaria de Cultura do Ceará e a Mangueira teve como
fonte os recursos provenientes do Fundo Estadual da Cultura. Ou seja,
dinheiro público, que deveria ter sido aplicado no Estado do Ceará para
promoção da cultura local, acabou sendo transformado em investimento que
só serve a interesses de empresários locais. Francisca Sena, integrante
da Frente por uma Nova Cultura das Águas e da Rede de Controle Social do
Orçamento Público do Estado do Ceará, no artigo “Carnaval com dinheiro
público: tudo pela transposição do São Francisco!”, diz que “com este
mesmo recurso seria possível implementar diversos projetos culturais, ao
longo de um ano, por todo Estado, ou ainda, construir cerca de 410
cisternas de placas, garantindo água potável, direito fundamental, para
uma média de 2.000 pessoas durante o período de estiagem nos próximos anos”.
Já a Prefeitura de Poços de Caldas (MG) investiu R$ 1,2 milhão na Escola
Beija-Flor para promover o turismo naquela cidade. Por sua vez, a Vila
Isabel, campeã do desfile do Rio de Janeiro, arrecadou 1 milhão de
dólares(R$ 2,11 milhões) com a petrolífera venezuelana PDVSA para
exaltar Simon Bolívar no enredo “Soy loco por ti América”. Ainda no
carnaval da “cidade maravilhosa” a Caprichosos de Pilares conseguiu 800
mil reais da fábrica de Chocolates Garoto, por meio do Governo do
Espírito Santo.
Em outros desfiles milionários escolas de samba do Rio receberam
patrocínios de empresas como Petrobrás, Eletrobrás, Vale do Rio Doce,
Vivo e Nestlé.
Já em São Paulo, com ou sem patrocínios, escolas de samba, normalmente
enraizadas em comunidades pobres, fizeram enredos favoráveis à elite
econômica. A Acadêmicos do Tucuruvi, sob o pretexto de “homenagear o
homem do campo”, acabou fazendo uma exaltação ao agronegócio! A bicampeã
Império de Casa Verde exaltou a exploração total do boi, comemorando um
fato grotesco: que do bovino se explora tudo: carne, ossos, sangue,
couros, pelos, ossos, tutano... E ainda afirma que o “produto” (um ser
vivo) gera um lucro fenomenal, o que é de interesse único de
latifundiários/as, pecuaristas e capitalistas.
Nota da redação: O BID VEM AÍ!
dri escreveu:
> Ei didi,
>
> aí segue o texto. mudaí o q precisar.
>
> bjs
>
> Carnaval 2006!
> Escolas de samba a serviço do poder
> A festa popular do carnaval está descaradamente servindo a interesses
> políticos e econômicos em seus desfiles, principalmente nas capitais Rio
> de Janeiro e São Paulo. Algumas escolas de samba recebem de governos e
> empresas estatais e privadas patrocínios absurdos como são os casos a
> seguir.
> a Estação Primeira de Mangueira, recebeu R$ 500 mil do governo do Ceará,
> para cantar o enredo "Das águas do Velho Chico, nasce um rio de
> esperança", que defende a transposição do rio São Francisco. O convênio
> firmado entre a Secretaria de Cultura do Ceará e a Mangueira, do Rio de
> Janeiro, teve como fonte os recursos provenientes do Fundo Estadual da
> Cultura, ou seja, dinheiro público que deveria ter sido aplicado no Estado
> do Ceará, para promoção da cultura local. Francisca Sena, integrante da
> Frente por uma Nova Cultura das Águas e da Rede de Controle Social do
> Orçamento Público do Estado do Ceará, no artigo "Carnaval com dinheiro
> público: tudo pela transposição do São Francisco!", diz que "com este
> mesmo recurso seria possível implementar diversos projetos culturais, ao
> longo de um ano, por todo Estado, ou ainda, construir cerca de 410
> cisternas de placas, garantindo água potável, direito fundamental, para
> uma média de 2.000 pessoas durante o período de estiagem nos próximos
> anos".
> Já a Prefeitura de Poços de Caldas investiu R$ 1,2 milhão na Escola
> Beija-Flor para promover o turismo naquela cidade. Por sua vez, a Vila
> Isabel, campeã do desfile do Rio de Janeiro, arrecadou 1 milhão de dólares
> (R$ 2,11 milhões) com a petrolífera venezuelana PDVSA para exaltar Simon
> Bolívar no enredo "Soy loco por ti América". Ainda no carnaval da “cidade
> maravilhosa” a Caprichoso de Pilares conseguiu 800 mil reais da fábrica de
> Chocolates Garoto, por meio do Governo do Espírito Santo.
> Recentemente, em desfiles milionários, escolas de samba do Rio receberam
> patrocínios de empresas como Petrobrás, Eletrobrás, Vale do Rio Doce, VIVO
> e Nestlé.
> Já em São Paulo, com ou sem patrocínios, outras escolas de samba fizeram
> enredos favoráveis à elite econômica. A escola de samba Acadêmicos do
> Tucuruvi, sob o pretexto de "homenagear o homem do campo", acabou fazendo
> uma exaltação ao agronegócio. A bicampeã Império de Casa Verde exaltou a
> exploração total do boi, comemora um fato grotesco: que do boi se explora
> tudo: carne, ossos, couros, pelos, ossos, tutano... E ainda afirma que o
> "produto" gera um lucro fenomenal, agradando assim os interesses dos/das
> latifundiários/as, pecuaristas e capitalistas.
>
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> tacio em riseup.net
>
>> Oi dri!
>>
>> Bem.. o poste com 2 títulos (duas matérias) dá em média 2500
>> caracteres(com espaço é claro)
>> Isso contanto com uma caixa de imagem em cada.
>>
>> Aí vai um poste pra vc dá uma olhada.
>>
>> Mas qualquer adapatação pode deixar comigo que eu diagramando fica fácil.
>>
>> É isso.
>>
>> bejo
>>
>>
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