[Cmi-bh] [Cmi-brasil] Governador de Minas, Aécio Neves, paga US$ 269 milhões de dívidas da Rede Globo de Televisão na compra da Light

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Sexta Fevereiro 9 16:51:36 PST 2007


Sinistro !!!!!!!!!! Carece de uam averiguada ...

Entonces ...

hasta.

f.

----- Mensagem encaminhada de acabral em comunicacao.pro.br -----
     Data: Fri, 9 Feb 2007 18:40:56 -0200
     De: Adilson Cabral <acabral em comunicacao.pro.br>
Endereço para Resposta (Reply-To): cmi-brasil em lists.indymedia.org,  
Adilson Cabral <acabral em comunicacao.pro.br>
  Assunto: [Cmi-brasil] Governador de Minas, Aécio Neves, paga US$ 269  
milhões de dívidas da Rede Globo de Televisão na compra da Light
       Para: AbracoNac em yahoogrupos.com.br, cmi-brasil em lists.indymedia.org

----- Original Message -----
From: Eula Cabral
To:
Sent: Friday, February 09, 2007 5:11 PM
Subject: Leiam isso...



From: Claudia verde
To: comunicativistas em yahoogrupos.com.br
Subject: [comunicativistas] Governador de Minas, Aécio Neves, paga US$  
269 milhões de dívidas da Rede Globo de Televisão na compra da Light

Governador de Minas, Aécio Neves, paga US$ 269 milhões de dívidas da  
Rede Globo de Televisão na compra da Light

Conforme noticiado pelo Novo Jornal, o governador Aécio Neves na  
montagem de um esquema capaz de alavancar sua candidatura à  
Presidência da República vem utilizando, sem qualquer fiscalização, o  
patrimônio público de Minas Gerais. Isto porque tem contado com a  
omissão de parte da Assembléia Legislativa e da alta direção do  
Ministério Público mineiro.

Após utilizar-se das ações da Copasa, conforme matéria publicada pelo  
Novo Jornal em 19 de dezembro de 2006, intitulada "Aécio vende Copasa  
e investe no Rio", transferindo para a empresa Capital Group  
International Inc., pertencente ao mesmo grupo econômico da Editora  
Abril e Folha de S. Paulo R$ 800 milhões em ações da Copasa agora  
através da Cemig monta a empresa RME - Rio Minas Energia Participações  
S/A, sem qualquer autorização legislativa para compra da  
concessionária de energia carioca Light, transferindo para os fundos  
credores da Rede Globo, GMAM Investment Founds Trust I, Foundations  
For Research, WRH Global Securities Pooled Trust, um crédito em ações  
de US$ 269 milhões, através do pagamento feito a maior que a  
quantidade de ações adquiridas na Bovespa pela RME - Rio Minas Energia  
Participações S/A, na operação de compra.

Este detalhe só é percebido se verificado o constante na folha 4 - II  
do parecer nº 06326/2006/RJ da Secretaria de Acompanhamento Econômico,  
do Ministério da Fazenda,  que analisou e aprovou a transação. Lá  
consta que a RME-Rio Minas Energia Participações S/A adquiriu 75,40%  
da Light, embora tenha comprado e pago 79,57%, inclusive é esta a  
quantidade de ações constantes nas atas da Cemig que autorizaram a  
compra assim como é informado no próprio site da Light.

Esta diferença aparece apenas como uma operação (escrituração no  
pregão da bolsa) e só foi possível devido a diferença entre avaliação  
patrimonial da empresa (valor real com deságio) e o valor pago.

Trata-se, mais uma vez, da utilização da desonesta operação do "pagar  
a maior", algo vulgarmente utilizado pelas empresas particulares para  
esconder ou desviar lucros, onde compra-se nota fria.

Na compra da Light pela RME - Rio Minas Energia Participações S/A a  
contabilidade da operação da bolsa maquiou a fraude. Neste caso  
específico foram utilizados profissionais conhecidos no mercado de  
capitais pelo alto conhecimento neste tipo de jogada.

Além da Cemig ter constituído em sociedade com outras empresas  
particulares a RME - Rio Minas Energia Participações S/A sua  
participação é de apenas 25%.

A irregularidade na constituição da empresa é tão grande e insanável  
que a Junta Comercial e a Receita Federal, que fornece o CNPJ, não  
conseguem explicar como isto ocorrreu, prometendo pronunciar-se só  
depois de uma profunda e detalhada investigação.

O que era para não deixar rastro acabou comprometendo toda operação,  
pois os credores da Rede Globo já tinham ajuizado um pedido de  
falência contra a empresa em Nova York, nos EUA.  Desta forma, o  
pagamento da dívida teve que ser feita "por dentro da contabilidade da  
Globo", o que acabou deixando rastro.

A certeza de impunidade do governador Aécio Neves é tão grande que ele  
aceitou a entrega da direção financeira da Light ao ex-presidente da  
empresa holding do grupo de comunicação Globo, Ronnie Vaz Moreira.

Esta e outras operações praticadas no "Novo Mercado" da Bovespa vem  
despertando a atenção da Receita Federal e de organismos financeiros   
internacionais que a início identificam o mesmo como uma grande  
lavanderia de dinheiro público.

A Justiça americana está pedindo explicações da origem do dinheiro  
utilizado pela Globo para pagamento do pedido de falência. Desta  
forma, é bem possível que o escândalo exploda de fora do Brasil para  
dentro, impedindo que o mesmo seja abafado. Evidente que esta é uma  
remota possibilidade, pois envolvidos nesta operação estão a estrutura  
de poder nacional e internacional.

O prejuízo do patrimônio público mineiro não para por ai. A Cemig  
assumiu na compra da Light uma dívida de US$ 1,5 bilhão.

Para realizar esta operação a elite da corrupção e da comprovada  
desonestidade do mercado de capitais foi escolhida pelo governador  
Aécio Neves para integrar a alta direção da Light. Basta citar os  
seguintes membros do conselho de administração da empresa: Ricardo  
Coutinho de Sena, diretor da concessionária Ponte S/A, denunciado pelo  
Ministério Público e processado na Justiça Federal de Niterói, estado  
do Rio de Janeiro, por simulação de empréstimo de US$ 9.500,000  
milhões em paraíso fiscal das Bahamas, avalizado pela Construtora  
Camargo Correia, para remessa irregular de lucros para o exterior,  
conforme apurado pela Comissão de Fiscalização financeira da Câmara  
Federal.

Aldo Floris, conhecido no meio financeiro pela capacidade de fraudar  
preço de ações como no golpe que deu um prejuízo ao Bank of América no  
valor de R$ 185.000.000, 00 milhões enviados irregularmente para  
fundos off-shore no exterior, conforme relatório da Receita Federal,  
por solicitação da Justiça Federal de Nova York. Este mesmo expert do  
mercado financeiro simulou uma carta de crédito de R$ 1 bilhão, na  
privatização da Telemar, conforme apurado no processo da Polícia  
Federal, que indiciou os dirigentes da Previ por crime na privatização  
do setor de telecomunicaçã o em 1998, auge do governo tucano.

Gilberto Sayão da Silva, dirigente do conhecido Banco Pactual, onde em  
uma de suas menores práticas irregulares no mercado financeiro foi  
indiciado pela CVM, Processo Administrativo nº CVM RJ2005/3304.

Como se não bastasse, tem ainda acento neste conselho o ex-governador  
do Rio de Janeiro, ex-presidente do Banco do Estado da Guanabara e  
ex-ministro de Sarney, Raphael de Almeida Magalhães, eterno elo de  
ligação entre a família Neves e os Associados, pois seu pai Dario de  
Almeida Magalhães dirigiu a sede carioca dos Diários Associados quando  
Tancredo era presidente do Banco do Brasil, além de ter dirigido  
também o jornal Estado de Minas.

Como demonstrado, Aécio Neves montou um verdadeiro "esquema" na Light,  
especializado na prática de fraudes no mercado de capitais, como a  
cometida para pagar a dívida da Rede Globo de Televisão.

A montagem da empresa RME - Rio Minas Energia Participações S/A para a  
aquisição da Light por Aécio não aconteceu apenas para pagar esta  
dívida. Ela foi estratégica, pois ele estava impedido de fazer certas  
jogadas no setor energético através da  Cemig porque ela é uma empresa  
estatal e, desta forma, sujeita a uma legislação mais rigorosa.

Sem dizer que qualquer movimentação maior na empresa poderia ser,  
porque não é fiscalizada pela Assembléia Legislativa de Minas Gerais,  
Ministério Público e Tribunal de Contas do Estado. Agora ele poderá  
fazê-lo sem dar qualquer satisfação a estas instituições.

Ocorre que Aécio cometeu um erro intransponível, porque a Cemig para  
associar-se em uma empresa de capital aberto como foi o caso da RME -  
Rio Minas Energia Participações S/A, ela  teria que ter tido uma  
autorização da Assembléia Legislativa, o que ainda não ocorreu. A  
verdade é que os deputados mineiros não estão acostumados nem  
preparados para lidar com o profissionalismo da equipe montada por  
Aécio Neves.
A contrapartida


As negociações desenvolvidas para quitação da dívida da Globo no  
exterior foram feitas através do ex- presidente da Globo S/A, Ronnie  
Vaz Moreira, e incluem a posterior transferência e entrega da NET   
para que o grupo de Aécio Neves possa juntamente com a construtora  
Andrade Gutierrez, via Telemar, que adquiriu recentemente a Way, e uma  
série de empresas concessionárias de serviço a cabo do interior  
mineiro, montar um novo grupo de Comunicação, tendo como geradora  
local de programação a TV Alterosa.

A certeza da impunidade e de qualquer questionamento, traz à tona uma  
situação escandalosa. Ou se não é escandalosa, como explicar que o  
principal executivo da Rede Globo, um conglomerado de empresas nas  
quais existem profissionais como o apresentador Faustão, que ganha  
mensalmente mais de R$ 1.000.000,00, onde apenas um comercial de 30  
segundos em rede nacional no horário nobre custa em torno de R$  
180.000,00, possa largar seu emprego que, segundo versões do mercado,  
rendiam-lhe quase R$ 800.000,00 por mês fora participações, para  
assumir a diretoria financeira da Light ganhando R$ 11.000,00 por mês.

O valor total da negociação entre Aécio Neves e Rede Globo chegou a  
mais de US$ 1,5 bilhão, levando em conta o valor da dívida da Light  
assumida pela Cemig.

A negociação é tão perdulária que além do valor pago e de ter assumido  
R$ 1,5 bilhão de dívidas à Cemig, forneceu para a Light em 2006  
energia no valor de R$ 399 milhões, conforme Balanço da Light de 2006,  
"notas explicativas" , Nota 16. E o pior. Sabem quando a Cemig  
receberá o pagamento? Em dezembro de 2013.

Esta prática sem dúvida criminosa está descapitalizando a Cemig e  
capitalizando a Ligth. Em português vulgar, a Cemig está passando por  
baixo do pano dinheiro para a Light.

Não estamos falando de uma transação desonesta entre duas empresas  
particulares. Estamos falando de uma empresa estatal, que representa o  
fornecimento para Minas de um insumo estratégico.

Realmente, tem que ser feitas as seguintes perguntas.

Aonde está o Ministério  Público Estadual e Federal?

Aonde está a Polícia Federal?

Aonde está o Ministério das Minas e Energia, a ANEEL?

Aonde está a Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça?

Aonde está a Assembléia Legislativa de Minas Gerais?

Aonde está a Câmara Federal?

Aonde está o Senado?

Aonde está o Tribunal de Contas de Minas Gerais e o da União?

Por último cabe a pergunta. Ainda existe alguém honesto no serviço  
público brasileiro? Se tem. Porque nada faz?

Voltemos ao assunto. Para dar seqüência ao "acordo" e viabilizar as  
futuras operações financeiras, para promover os demais pagamentos, o  
ex-presidente da Holding da Rede Globo, Ronnie Vaz Moreira, largou o  
cargo de maior poder no Brasil, depois da Presidência da Republica,  
transferindo- se estrategicamente para uma simples diretoria  
Financeira da Light, para ganhar uma remuneração mensal de R$ 11.000,00.

Como dito anteriormente, só este fato em outros tempos seria capaz de  
derrubar o governo, porém atualmente com o comprometimento das  
instituições das diversas esferas e instâncias do Poder com a  
corrupção, poucos estão dispostos a enfrentar o maior império de  
comunicação existente atualmente no país.

A renegociação da dívida da Rede Globo com seus credores estende-se  
por quase cinco anos, período igual ao que Aécio imagina ser  
necessário para chegar a Presidência da República e por conseqüência  
conseguindo neste período da rede de comunicação seu silêncio e  
cumplicidade.

O que diz a Cemig

A nota divulgada pela assessoria de imprensa da estatal mineira em  
resposta à consulta feita pela reportagem do Novo Jornal é a seguinte:

"Para a Cemig participar de leilões, consórcios ou compra de ativos  
(como é o caso da compra da Light), a empresa não precisa de nenhuma  
lei para isso, mas sim a autorização do Conselho de Administração da  
empresa. A proposta é enviada pela Diretoria ao Conselho de  
Administração, que é presidido pelo Brumer, que autoriza ou não a  
compra".

É verdade que para comprar ativos a diretoria da empresa necessitaria  
apenas de autorização do Conselho de Administração, do qual fazem  
parte o pai do governador e o sogro de sua irmã.

Porém, a reunião do Conselho de Administração de 24/03/2006 autorizou  
apenas a compra das ações da Light pela RME - Rio Minas Energia  
Participações S/A, CNPJ 07.925.628/0001- 47. O que se discute é a  
falta da autorização legislativa, exigência constitucional para  
criação da referida empresa, que tem como sócio a JLA Participações  
S/A, constituída exclusivamente para participar da RME-Rio Minas  
Energia Participações S/A, conforme relatório da secretaria de  
Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, de propriedade do  
Liberal International Limited, sociedade constituída em Bahamas e a  
Pactual Energia, que é uma sociedade controlada por um fundo de  
investimento estrangeiro denominado Pactual Latin América Power Fund  
Limited, gerido pelo Pactual Banking Limited, instituição financeira  
com sede em Cayman, assim como Bahamas, paraíso fiscal e sede do maior  
centro de lavagem de dinheiro do mundo.

Para o mercado financeiro americano a empresa Liberal International  
Limited, que possui diversos imóveis e empreendimentos em seu nome, em  
inúmeros locais do país, seria administrada pelo secretário de  
Governo, Danilo de Castro, que, em última análise, estaria  
representando o governador Aécio Neves.

Na verdade, a relação entre os dois confunde-se com a relação entre PC  
Farias e Fernando Collor de Mello. Um jornalista do Washington Post  
publicou, no final do ano passado, uma nota a respeito, comentando  
este fato.

Na verdade, o referido jornalista jogou a isca para que Aécio Neves o  
interpelasse, permitindo que fosse argüido "exception of the truth",  
único dispositivo aceito nos paraísos fiscais como motivo para quebra  
de sigilo de contas e operações financeiras ali realizadas.

Se esta versão corresponde à verdade, não podemos afirmar. Porém, nem  
a Cemig e os demais sócios da RME-Rio Minas Energia Participações S/A  
informaram quem era o verdadeiro proprietário do Liberal International  
Limited.

Para esclarecer esta dúvida, bastaria que a Cemig ou a Light trouxesse  
a público estas informações, que independente da vontade das empresas,  
em breve, serão divulgados pelo relatório da Comissão Especial do  
Senado Federal americano, criado para apurar a lavagem de dinheiro  
internacional.

Novo Jornal já tinha a autorização para disponibilizar o link contendo  
o relatório parcial que comprovasse a versão do mercado financeiro  
americano, quando fomos comunicados que a direção do Senado americano  
decidiu que o mesmo deveria ser retirado do site da comissão. O  
relatório final deverá ser concluído até julho deste ano.

E mais. A decisão do Conselho de Administração da Cemig foi para  
compra de 88,84% das ações da EDF International, que na Light  
correspondiam a 79,57% de suas ações. Ao contrário, apenas 75,40%  
vieram para a RME - Rio Minas Energia Participações S/A. A diferença  
de 4,17% representam as ações que ficaram em poder de EDFI para serem  
negociadas em Bolsa, conforme citado no início da reportagem, para  
pagamento do restante do débito da Rede Globo de Televisão.

Na verdade, montou-se um projeto de engenharia mobiliária para  
apropriar-se do dinheiro público, permanecendo a Cemig como  
minoritária. Não tendo qualquer poder de decisão. Tanto é verdade que  
repete-se o ocorrido quando a própria Cemig não admitiu no governo  
Itamar Franco qualquer decisão da minoritária Southern Eletric Brasil  
Participações Ltda.

A fraude praticada é tão gigantesca que no comunicado feito por  
Andrade Gutierrez à Bolsa de Valores em 29/03/2006 dizia que a RME  
Minas Energia Participações S/A estava em constituição, como poderia o  
Conselho de Administração da Cemig ter decidido que a empresa  
participaria da RME Minas Energia Participações S/A se naquela data a  
mesma não existia constando em seu CNPJ como data de abertura  
28/03/2006.

Fica difícil para a empresa RME-Rio Minas Energia Participações S/A  
explicar como comprou 79, 57% e só recebeu 75, 40%. Isto em uma  
operação de Bolsa no valor de US$ 2 bilhões.

Pedido de auditoria

A Comissão de Meio Ambiente e Recursos Naturais da Assembléia  
Legislativa de Minas Gerais aprovou no dia 20 de dezembro de 2006  
requerimento de autoria do deputado estadual Laudelino Augusto (PT)  
pedindo que seja encaminhado ofício ao Tribunal de Contas de Minas  
Gerais (TCMG) para a realização de auditoria nas contas da Cemig.

O deputado solicitou o exame da arrecadação de receitas públicas e  
execução de despesas, de outros atos de gestão de repercussão  
contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial,  
praticados pelos seus administradores nos últimos cinco anos,  
considerando a legalidade, economicidade, eficiência e demais  
princípios constitucionais.

Links

Junto a esta matéria, abaixo, nos links, estão a documentação que a  
baseou, além da publicação "O Negócio da Notícia" feita por Tânia  
Caliari sobre a mídia no Brasil e na América Latina.

Se você tiver tempo, pesquise a documentação e veja com atenção.  
Retransmita, se possível, nosso endereço eletrônico para outras pessoas.

Links - Fontes:

Anúncio da Globo no exterior, informando pagamento e reestruturação de  
sua dívida.

O Negócio da Notícia - Tânia Caliari.

Manipulação de preço de ações que gerou fraude no Bank Of America,  
realizado pelo conselheiro da Light, Aldo Floris.

Aldo Floris Polícia Federal

Decisão do Colegiado de CVM 24.01.06 Relativo ao conselheiro Gilberto  
Sayão da Silva

Requerimento da Comissão de Fiscalização Financeira da Câmara Federal,  
convocando, Ricardo Coutinho de Sena, por fraude em empréstimo  
internacional.

Convocação janeiro Light

Assembléia Geral da Light para escolha da direção

Folder Novo Mercado

Regulamento Novo Mercado

BOVESPA - Lista das participantes do Novo Mercado

FATO RELEVANTE (RME ainda em constituição)

Extrato da Ata da 365ª Reunião do Concelho de Administração da Cemig

Resumo a Ata da 365ª Reunião do Concelho de Administração da Cemig

Extrato da Ata da 377ª Reunião do Concelho de Administração da Cemig

Resumo a Ata da 377ª Reunião do Concelho de Administração da Cemig

Ata reunião Conselho de Administração Cemig 24 03 06

Sumário Reunião do Conselho dia 24 03 06

Consulta CVM

Relatório da administração - Exercício de 2005 Light

Balanço 2006 da Light

CNPJ RME Participações S/A

Cemig assume 1,5 bilhão de dólares na compra da Light ( Procure por CEMIG)

Vênus Endividada com papagaio de US

Processo Globopar Nova Iorque

Parecer Seae-AC-2006- 08012.002569- RME Participações S/A
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----- Final da mensagem encaminhada -----


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----- Original Message ----- 
From: Eula Cabral 
To: 
Sent: Friday, February 09, 2007 5:11 PM
Subject: Leiam isso...



From: Claudia verde 
To: comunicativistas em yahoogrupos.com.br 
Subject: [comunicativistas] Governador de Minas, Aécio Neves, paga US$ 269 milhões de dívidas da Rede Globo de Televisão na compra da Light

Governador de Minas, Aécio Neves, paga US$ 269 milhões de dívidas da Rede Globo de Televisão na compra da Light

Conforme noticiado pelo Novo Jornal, o governador Aécio Neves na montagem de um esquema capaz de alavancar sua candidatura à Presidência da República vem utilizando, sem qualquer fiscalização, o patrimônio público de Minas Gerais. Isto porque tem contado com a omissão de parte da Assembléia Legislativa e da alta direção do Ministério Público mineiro.

Após utilizar-se das ações da Copasa, conforme matéria publicada pelo Novo Jornal em 19 de dezembro de 2006, intitulada "Aécio vende Copasa e investe no Rio", transferindo para a empresa Capital Group International Inc., pertencente ao mesmo grupo econômico da Editora Abril e Folha de S. Paulo R$ 800 milhões em ações da Copasa agora através da Cemig monta a empresa RME - Rio Minas Energia Participações S/A, sem qualquer autorização legislativa para compra da concessionária de energia carioca Light, transferindo para os fundos credores da Rede Globo, GMAM Investment Founds Trust I, Foundations For Research, WRH Global Securities Pooled Trust, um crédito em ações de US$ 269 milhões, através do pagamento feito a maior que a quantidade de ações adquiridas na Bovespa pela RME - Rio Minas Energia Participações S/A, na operação de compra. 

Este detalhe só é percebido se verificado o constante na folha 4 - II do parecer nº 06326/2006/RJ da Secretaria de Acompanhamento Econômico, do Ministério da Fazenda,  que analisou e aprovou a transação. Lá consta que a RME-Rio Minas Energia Participações S/A adquiriu 75,40% da Light, embora tenha comprado e pago 79,57%, inclusive é esta a quantidade de ações constantes nas atas da Cemig que autorizaram a compra assim como é informado no próprio site da Light.

Esta diferença aparece apenas como uma operação (escrituração no pregão da bolsa) e só foi possível devido a diferença entre avaliação patrimonial da empresa (valor real com deságio) e o valor pago.

Trata-se, mais uma vez, da utilização da desonesta operação do "pagar a maior", algo vulgarmente utilizado pelas empresas particulares para esconder ou desviar lucros, onde compra-se nota fria. 

Na compra da Light pela RME - Rio Minas Energia Participações S/A a contabilidade da operação da bolsa maquiou a fraude. Neste caso específico foram utilizados profissionais conhecidos no mercado de capitais pelo alto conhecimento neste tipo de jogada.

Além da Cemig ter constituído em sociedade com outras empresas particulares a RME - Rio Minas Energia Participações S/A sua participação é de apenas 25%. 

A irregularidade na constituição da empresa é tão grande e insanável que a Junta Comercial e a Receita Federal, que fornece o CNPJ, não conseguem explicar como isto ocorrreu, prometendo pronunciar-se só depois de uma profunda e detalhada investigação. 

O que era para não deixar rastro acabou comprometendo toda operação, pois os credores da Rede Globo já tinham ajuizado um pedido de falência contra a empresa em Nova York, nos EUA.  Desta forma, o pagamento da dívida teve que ser feita "por dentro da contabilidade da Globo", o que acabou deixando rastro.

A certeza de impunidade do governador Aécio Neves é tão grande que ele aceitou a entrega da direção financeira da Light ao ex-presidente da empresa holding do grupo de comunicação Globo, Ronnie Vaz Moreira.

Esta e outras operações praticadas no "Novo Mercado" da Bovespa vem despertando a atenção da Receita Federal e de organismos financeiros  internacionais que a início identificam o mesmo como uma grande lavanderia de dinheiro público.

A Justiça americana está pedindo explicações da origem do dinheiro utilizado pela Globo para pagamento do pedido de falência. Desta forma, é bem possível que o escândalo exploda de fora do Brasil para dentro, impedindo que o mesmo seja abafado. Evidente que esta é uma remota possibilidade, pois envolvidos nesta operação estão a estrutura de poder nacional e internacional.

O prejuízo do patrimônio público mineiro não para por ai. A Cemig assumiu na compra da Light uma dívida de US$ 1,5 bilhão. 

Para realizar esta operação a elite da corrupção e da comprovada desonestidade do mercado de capitais foi escolhida pelo governador Aécio Neves para integrar a alta direção da Light. Basta citar os seguintes membros do conselho de administração da empresa: Ricardo Coutinho de Sena, diretor da concessionária Ponte S/A, denunciado pelo Ministério Público e processado na Justiça Federal de Niterói, estado do Rio de Janeiro, por simulação de empréstimo de US$ 9.500,000 milhões em paraíso fiscal das Bahamas, avalizado pela Construtora Camargo Correia, para remessa irregular de lucros para o exterior, conforme apurado pela Comissão de Fiscalização financeira da Câmara Federal.

Aldo Floris, conhecido no meio financeiro pela capacidade de fraudar preço de ações como no golpe que deu um prejuízo ao Bank of América no valor de R$ 185.000.000, 00 milhões enviados irregularmente para fundos off-shore no exterior, conforme relatório da Receita Federal, por solicitação da Justiça Federal de Nova York. Este mesmo expert do mercado financeiro simulou uma carta de crédito de R$ 1 bilhão, na privatização da Telemar, conforme apurado no processo da Polícia Federal, que indiciou os dirigentes da Previ por crime na privatização do setor de telecomunicaçã o em 1998, auge do governo tucano.

Gilberto Sayão da Silva, dirigente do conhecido Banco Pactual, onde em uma de suas menores práticas irregulares no mercado financeiro foi indiciado pela CVM, Processo Administrativo nº CVM RJ2005/3304.

Como se não bastasse, tem ainda acento neste conselho o ex-governador do Rio de Janeiro, ex-presidente do Banco do Estado da Guanabara e ex-ministro de Sarney, Raphael de Almeida Magalhães, eterno elo de ligação entre a família Neves e os Associados, pois seu pai Dario de Almeida Magalhães dirigiu a sede carioca dos Diários Associados quando Tancredo era presidente do Banco do Brasil, além de ter dirigido também o jornal Estado de Minas. 

Como demonstrado, Aécio Neves montou um verdadeiro "esquema" na Light, especializado na prática de fraudes no mercado de capitais, como a cometida para pagar a dívida da Rede Globo de Televisão.

A montagem da empresa RME - Rio Minas Energia Participações S/A para a aquisição da Light por Aécio não aconteceu apenas para pagar esta dívida. Ela foi estratégica, pois ele estava impedido de fazer certas jogadas no setor energético através da  Cemig porque ela é uma empresa estatal e, desta forma, sujeita a uma legislação mais rigorosa.

Sem dizer que qualquer movimentação maior na empresa poderia ser, porque não é fiscalizada pela Assembléia Legislativa de Minas Gerais, Ministério Público e Tribunal de Contas do Estado. Agora ele poderá fazê-lo sem dar qualquer satisfação a estas instituições.

Ocorre que Aécio cometeu um erro intransponível, porque a Cemig para associar-se em uma empresa de capital aberto como foi o caso da RME - Rio Minas Energia Participações S/A, ela  teria que ter tido uma autorização da Assembléia Legislativa, o que ainda não ocorreu. A verdade é que os deputados mineiros não estão acostumados nem preparados para lidar com o profissionalismo da equipe montada por Aécio Neves.
A contrapartida


As negociações desenvolvidas para quitação da dívida da Globo no exterior foram feitas através do ex- presidente da Globo S/A, Ronnie Vaz Moreira, e incluem a posterior transferência e entrega da NET  para que o grupo de Aécio Neves possa juntamente com a construtora Andrade Gutierrez, via Telemar, que adquiriu recentemente a Way, e uma série de empresas concessionárias de serviço a cabo do interior mineiro, montar um novo grupo de Comunicação, tendo como geradora local de programação a TV Alterosa.

A certeza da impunidade e de qualquer questionamento, traz à tona uma situação escandalosa. Ou se não é escandalosa, como explicar que o principal executivo da Rede Globo, um conglomerado de empresas nas quais existem profissionais como o apresentador Faustão, que ganha mensalmente mais de R$ 1.000.000,00, onde apenas um comercial de 30 segundos em rede nacional no horário nobre custa em torno de R$ 180.000,00, possa largar seu emprego que, segundo versões do mercado, rendiam-lhe quase R$ 800.000,00 por mês fora participações, para assumir a diretoria financeira da Light ganhando R$ 11.000,00 por mês.

O valor total da negociação entre Aécio Neves e Rede Globo chegou a mais de US$ 1,5 bilhão, levando em conta o valor da dívida da Light assumida pela Cemig.

A negociação é tão perdulária que além do valor pago e de ter assumido R$ 1,5 bilhão de dívidas à Cemig, forneceu para a Light em 2006 energia no valor de R$ 399 milhões, conforme Balanço da Light de 2006, "notas explicativas" , Nota 16. E o pior. Sabem quando a Cemig receberá o pagamento? Em dezembro de 2013.

Esta prática sem dúvida criminosa está descapitalizando a Cemig e capitalizando a Ligth. Em português vulgar, a Cemig está passando por baixo do pano dinheiro para a Light.

Não estamos falando de uma transação desonesta entre duas empresas particulares. Estamos falando de uma empresa estatal, que representa o fornecimento para Minas de um insumo estratégico.

Realmente, tem que ser feitas as seguintes perguntas.

Aonde está o Ministério  Público Estadual e Federal?

Aonde está a Polícia Federal?

Aonde está o Ministério das Minas e Energia, a ANEEL?

Aonde está a Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça?

Aonde está a Assembléia Legislativa de Minas Gerais?

Aonde está a Câmara Federal?

Aonde está o Senado?

Aonde está o Tribunal de Contas de Minas Gerais e o da União?

Por último cabe a pergunta. Ainda existe alguém honesto no serviço público brasileiro? Se tem. Porque nada faz?

Voltemos ao assunto. Para dar seqüência ao "acordo" e viabilizar as futuras operações financeiras, para promover os demais pagamentos, o ex-presidente da Holding da Rede Globo, Ronnie Vaz Moreira, largou o cargo de maior poder no Brasil, depois da Presidência da Republica, transferindo- se estrategicamente para uma simples diretoria Financeira da Light, para ganhar uma remuneração mensal de R$ 11.000,00.

Como dito anteriormente, só este fato em outros tempos seria capaz de derrubar o governo, porém atualmente com o comprometimento das instituições das diversas esferas e instâncias do Poder com a corrupção, poucos estão dispostos a enfrentar o maior império de comunicação existente atualmente no país.

A renegociação da dívida da Rede Globo com seus credores estende-se por quase cinco anos, período igual ao que Aécio imagina ser necessário para chegar a Presidência da República e por conseqüência conseguindo neste período da rede de comunicação seu silêncio e cumplicidade.

O que diz a Cemig

A nota divulgada pela assessoria de imprensa da estatal mineira em resposta à consulta feita pela reportagem do Novo Jornal é a seguinte:

"Para a Cemig participar de leilões, consórcios ou compra de ativos (como é o caso da compra da Light), a empresa não precisa de nenhuma lei para isso, mas sim a autorização do Conselho de Administração da empresa. A proposta é enviada pela Diretoria ao Conselho de Administração, que é presidido pelo Brumer, que autoriza ou não a compra".

É verdade que para comprar ativos a diretoria da empresa necessitaria apenas de autorização do Conselho de Administração, do qual fazem parte o pai do governador e o sogro de sua irmã.

Porém, a reunião do Conselho de Administração de 24/03/2006 autorizou apenas a compra das ações da Light pela RME - Rio Minas Energia Participações S/A, CNPJ 07.925.628/0001- 47. O que se discute é a falta da autorização legislativa, exigência constitucional para criação da referida empresa, que tem como sócio a JLA Participações S/A, constituída exclusivamente para participar da RME-Rio Minas Energia Participações S/A, conforme relatório da secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, de propriedade do Liberal International Limited, sociedade constituída em Bahamas e a Pactual Energia, que é uma sociedade controlada por um fundo de investimento estrangeiro denominado Pactual Latin América Power Fund Limited, gerido pelo Pactual Banking Limited, instituição financeira com sede em Cayman, assim como Bahamas, paraíso fiscal e sede do maior centro de lavagem de dinheiro do mundo.

Para o mercado financeiro americano a empresa Liberal International Limited, que possui diversos imóveis e empreendimentos em seu nome, em inúmeros locais do país, seria administrada pelo secretário de Governo, Danilo de Castro, que, em última análise, estaria representando o governador Aécio Neves.

Na verdade, a relação entre os dois confunde-se com a relação entre PC Farias e Fernando Collor de Mello. Um jornalista do Washington Post publicou, no final do ano passado, uma nota a respeito, comentando este fato.

Na verdade, o referido jornalista jogou a isca para que Aécio Neves o interpelasse, permitindo que fosse argüido "exception of the truth", único dispositivo aceito nos paraísos fiscais como motivo para quebra de sigilo de contas e operações financeiras ali realizadas.

Se esta versão corresponde à verdade, não podemos afirmar. Porém, nem a Cemig e os demais sócios da RME-Rio Minas Energia Participações S/A informaram quem era o verdadeiro proprietário do Liberal International Limited.

Para esclarecer esta dúvida, bastaria que a Cemig ou a Light trouxesse a público estas informações, que independente da vontade das empresas, em breve, serão divulgados pelo relatório da Comissão Especial do Senado Federal americano, criado para apurar a lavagem de dinheiro internacional.

Novo Jornal já tinha a autorização para disponibilizar o link contendo o relatório parcial que comprovasse a versão do mercado financeiro americano, quando fomos comunicados que a direção do Senado americano decidiu que o mesmo deveria ser retirado do site da comissão. O relatório final deverá ser concluído até julho deste ano.

E mais. A decisão do Conselho de Administração da Cemig foi para compra de 88,84% das ações da EDF International, que na Light correspondiam a 79,57% de suas ações. Ao contrário, apenas 75,40% vieram para a RME - Rio Minas Energia Participações S/A. A diferença de 4,17% representam as ações que ficaram em poder de EDFI para serem negociadas em Bolsa, conforme citado no início da reportagem, para pagamento do restante do débito da Rede Globo de Televisão.

Na verdade, montou-se um projeto de engenharia mobiliária para apropriar-se do dinheiro público, permanecendo a Cemig como minoritária. Não tendo qualquer poder de decisão. Tanto é verdade que repete-se o ocorrido quando a própria Cemig não admitiu no governo Itamar Franco qualquer decisão da minoritária Southern Eletric Brasil Participações Ltda.

A fraude praticada é tão gigantesca que no comunicado feito por Andrade Gutierrez à Bolsa de Valores em 29/03/2006 dizia que a RME Minas Energia Participações S/A estava em constituição, como poderia o Conselho de Administração da Cemig ter decidido que a empresa participaria da RME Minas Energia Participações S/A se naquela data a mesma não existia constando em seu CNPJ como data de abertura 28/03/2006.

Fica difícil para a empresa RME-Rio Minas Energia Participações S/A explicar como comprou 79, 57% e só recebeu 75, 40%. Isto em uma operação de Bolsa no valor de US$ 2 bilhões.

Pedido de auditoria

A Comissão de Meio Ambiente e Recursos Naturais da Assembléia Legislativa de Minas Gerais aprovou no dia 20 de dezembro de 2006 requerimento de autoria do deputado estadual Laudelino Augusto (PT) pedindo que seja encaminhado ofício ao Tribunal de Contas de Minas Gerais (TCMG) para a realização de auditoria nas contas da Cemig.

O deputado solicitou o exame da arrecadação de receitas públicas e execução de despesas, de outros atos de gestão de repercussão contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, praticados pelos seus administradores nos últimos cinco anos, considerando a legalidade, economicidade, eficiência e demais princípios constitucionais. 

Links

Junto a esta matéria, abaixo, nos links, estão a documentação que a baseou, além da publicação "O Negócio da Notícia" feita por Tânia Caliari sobre a mídia no Brasil e na América Latina.

Se você tiver tempo, pesquise a documentação e veja com atenção. Retransmita, se possível, nosso endereço eletrônico para outras pessoas.

Links - Fontes:

Anúncio da Globo no exterior, informando pagamento e reestruturação de sua dívida.

O Negócio da Notícia - Tânia Caliari.

Manipulação de preço de ações que gerou fraude no Bank Of America, realizado pelo conselheiro da Light, Aldo Floris.

Aldo Floris Polícia Federal

Decisão do Colegiado de CVM 24.01.06 Relativo ao conselheiro Gilberto Sayão da Silva

Requerimento da Comissão de Fiscalização Financeira da Câmara Federal, convocando, Ricardo Coutinho de Sena, por fraude em empréstimo internacional.

Convocação janeiro Light

Assembléia Geral da Light para escolha da direção

Folder Novo Mercado

Regulamento Novo Mercado 

BOVESPA - Lista das participantes do Novo Mercado

FATO RELEVANTE (RME ainda em constituição)

Extrato da Ata da 365ª Reunião do Concelho de Administração da Cemig

Resumo a Ata da 365ª Reunião do Concelho de Administração da Cemig

Extrato da Ata da 377ª Reunião do Concelho de Administração da Cemig

Resumo a Ata da 377ª Reunião do Concelho de Administração da Cemig

Ata reunião Conselho de Administração Cemig 24 03 06

Sumário Reunião do Conselho dia 24 03 06

Consulta CVM

Relatório da administração - Exercício de 2005 Light

Balanço 2006 da Light

CNPJ RME Participações S/A

Cemig assume 1,5 bilhão de dólares na compra da Light ( Procure por CEMIG)

Vênus Endividada com papagaio de US

Processo Globopar Nova Iorque 

Parecer Seae-AC-2006- 08012.002569- RME Participações S/A 
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