[Cmi-brasil-editorial] Res: Fwd: MTST BLOQUEIA RODOVIAS POR MORADIA E CONTRA OS DESPEJOS!]

Gilberto Américo gilonline em yahoo.com.br
Quarta Abril 25 23:39:22 UTC 2007


conversei com um dos membros do Mtst e fiquei na dúvida de qto tempo durou o bloqueio?
outra coisa q ele me falou q há feridos de bala, parece q a polícia(disfarçada) deu tiros nas pernas de alguns.
Alguém tem um informe atualizado?
abs
g.


----- Mensagem original ----
De: grazi <editorapressa em uol.com.br>
Para: cmi-brasil-editorial em lists.indymedia.org
Enviadas: Quarta-feira, 25 de Abril de 2007 10:52:03
Assunto: [Cmi-brasil-editorial] Fwd: MTST BLOQUEIA RODOVIAS POR MORADIA E CONTRA OS DESPEJOS!]

> De: mtst em riseup.net
> Data: 25 de abril de 2007 10h39min9s GMT-03:00
> Para: undisclosed-recipients:;
> Assunto: MTST BLOQUEIA RODOVIAS POR MORADIA E CONTRA OS DESPEJOS!]
>
> MTST BLOQUEIA RODOVIAS POR MORADIA E CONTRA OS DESPEJOS!
>
> Milhares de famílias do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST)
> realizam agora um ato pacífico,
> bloqueando 3 rodovias de acesso a São Paulo: Regis Bitencourt, Raposo
> Tavares e Castelo Branco, com o objetivo de chamar a atenção da 
> sociedade
> para a ausência de políticas sociais que garantam os direitos da 
> população
> pobre. Trata-se, não custa lembrar, de direitos previstos na 
> Constituição
> Federal, que nunca saíram do papel.
>
> /Artigo 6°- “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a
> moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à
> maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma 
> desta
> Constituição.”/
>
> Como esses direitos não são garantidos, o povo pobre precisa se 
> organizar
> e se mobilizar para conquistá-los. Na luta pelo direito à moradia 
> digna,
> três mil famílias do MTST estão acampadas na Ocupação João Cândido, em
> Itapecerica da Serra. Famílias que deram um basta à situação de não 
> ter o
> que comer para pagar o aluguel, morar em favelas, áreas de risco ou 
> casas
> de favor, e estão lutando juntas. Famílias que construíram um 
> acampamento
> com trabalho coletivo e espaços comunitários
> e estão enfrentando todas as dificuldades cotidianas com muita força e 
> união.
>
> Após uma marcha com participação de 5 mil pessoas, que caminharam 18 
> km,
> de Itapecerica da Serra até o Palácio dos Bandeirantes (sede do governo
> estadual), o Movimento conseguiu um compromisso dos governos federal e
> estadual em viabilizar moradia para as famílias. Porém, o prazo de
> permanência na área termina em 7 de maio e as negociações não 
> avançaram.
> Não temos garantias de que o acordo sairá do papel e se tornará 
> realidade.
> Desta forma, a situação caminha para um despejo sem qualquer 
> alternativa
> para as famílias e que pode ter conseqüências trágicas. Isto aís com
> tantas áreas ociosas,que não cumprem função social.
>
> Exigimos uma solução imediata para as famílias da Ocupação João Cândido
> mas, mais do que isso, esse é um ato que tem as seguintes 
> reivindicações:
>
> 1. Por uma política governamental de desapropriação de terras urbanas e
> rurais. A necessidade de criar uma política de desapropriação de 
> terrenos
> ociosos, que não cumprem nenhuma função social e neles construir casas
> populares, para aqueles que não tem onde morar. Sabemos que um dos
> entraves para o cumprimento de acordos para a construção de casas
> populares é a resistência dos proprietários dos terrenos, na maioria 
> das
> vezes especuladores imobiliários, a vender seu terreno ocioso. Para a
> criação de uma política habitacional realmente efetiva é necessário 
> que os
> governos incluam em suas pautas a desapropriação de terras ociosas.
>
> 2. Contra os despejos. A atual falta de políticas públicas para 
> habitação,
> em diversas esferas de governo, faz com que se instaure um prática de
> despejos. A população despejada, sem ter para onde ir,
> continua e continuará a fazer novas ocupações. O despejo não é uma 
> solução
> para o déficit habitacional, exigimos que os governos tenham uma
> verdadeira política pública para habitação e que encerrem os despejos,
> prática que só gera mais violência e indignação sem ter efeito prático
> algum, e que comecem realmente a formular saídas para esse impasse 
> social,
> em conjunto com os movimentos organizados.
>
> 3. Toda solidariedade às lutas dos trabalhadores por direitos sociais.
> Juntamo-nos ao coro formado por diversos outros movimentos sociais e
> sindicatos que reivindicam uma vida mais digna para a população
> trabalhadora: Abril Vermelho, promovido pelo MST, lutas por moradia, 
> por
> emprego, por educação, saúde e contra a precarização do trabalho 
> (Reforma
> da previdência, trabalhista e Emenda 3). Em particular, somos 
> solidários à
> luta do funcionalismo estadual contra os ataques do governo e à 
> imediata
> reintegração dos metroviários demitidos.
>
> MTST, A LUTA É PRA VALER!
>
>

<excerpt><bold><color><param>0000,0000,0000</param>De:
</color></bold>mtst em riseup.net

<bold><color><param>0000,0000,0000</param>Data: </color></bold>25 de
abril de 2007 10h39min9s GMT-03:00

<bold><color><param>0000,0000,0000</param>Para:
</color></bold>undisclosed-recipients:;

<bold><color><param>0000,0000,0000</param>Assunto: </color>MTST
BLOQUEIA RODOVIAS POR MORADIA E CONTRA OS DESPEJOS!]

</bold>

MTST BLOQUEIA RODOVIAS POR MORADIA E CONTRA OS DESPEJOS!


Milhares de famílias do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST)

realizam agora um ato pacífico,

bloqueando 3 rodovias de acesso a São Paulo: Regis Bitencourt, Raposo

Tavares e Castelo Branco, com o objetivo de chamar a atenção da
sociedade

para a ausência de políticas sociais que garantam os direitos da
população

pobre. Trata-se, não custa lembrar, de direitos previstos na
Constituição

Federal, que nunca saíram do papel.


/Artigo 6°- “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a

moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à

maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma
desta

Constituição.”/


Como esses direitos não são garantidos, o povo pobre precisa se
organizar

e se mobilizar para conquistá-los. Na luta pelo direito à moradia
digna,

três mil famílias do MTST estão acampadas na Ocupação João Cândido, em

Itapecerica da Serra. Famílias que deram um basta à situação de não
ter o

que comer para pagar o aluguel, morar em favelas, áreas de risco ou
casas

de favor, e estão lutando juntas. Famílias que construíram um
acampamento

com trabalho coletivo e espaços comunitários

e estão enfrentando todas as dificuldades cotidianas com muita força e
união.


Após uma marcha com participação de 5 mil pessoas, que caminharam 18
km,

de Itapecerica da Serra até o Palácio dos Bandeirantes (sede do governo

estadual), o Movimento conseguiu um compromisso dos governos federal e

estadual em viabilizar moradia para as famílias. Porém, o prazo de

permanência na área termina em 7 de maio e as negociações não
avançaram.

Não temos garantias de que o acordo sairá do papel e se tornará
realidade.

Desta forma, a situação caminha para um despejo sem qualquer
alternativa

para as famílias e que pode ter conseqüências trágicas. Isto aís com

tantas áreas ociosas,que não cumprem função social.


Exigimos uma solução imediata para as famílias da Ocupação João Cândido

mas, mais do que isso, esse é um ato que tem as seguintes
reivindicações:


1. Por uma política governamental de desapropriação de terras urbanas e

rurais. A necessidade de criar uma política de desapropriação de
terrenos

ociosos, que não cumprem nenhuma função social e neles construir casas

populares, para aqueles que não tem onde morar. Sabemos que um dos

entraves para o cumprimento de acordos para a construção de casas

populares é a resistência dos proprietários dos terrenos, na maioria
das

vezes especuladores imobiliários, a vender seu terreno ocioso. Para a

criação de uma política habitacional realmente efetiva é necessário
que os

governos incluam em suas pautas a desapropriação de terras ociosas.


2. Contra os despejos. A atual falta de políticas públicas para
habitação,

em diversas esferas de governo, faz com que se instaure um prática de

despejos. A população despejada, sem ter para onde ir,

continua e continuará a fazer novas ocupações. O despejo não é uma
solução

para o déficit habitacional, exigimos que os governos tenham uma

verdadeira política pública para habitação e que encerrem os despejos,

prática que só gera mais violência e indignação sem ter efeito prático

algum, e que comecem realmente a formular saídas para esse impasse
social,

em conjunto com os movimentos organizados.


3. Toda solidariedade às lutas dos trabalhadores por direitos sociais.

Juntamo-nos ao coro formado por diversos outros movimentos sociais e

sindicatos que reivindicam uma vida mais digna para a população

trabalhadora: Abril Vermelho, promovido pelo MST, lutas por moradia,
por

emprego, por educação, saúde e contra a precarização do trabalho
(Reforma

da previdência, trabalhista e Emenda 3). Em particular, somos
solidários à

luta do funcionalismo estadual contra os ataques do governo e à
imediata

reintegração dos metroviários demitidos.


MTST, A LUTA É PRA VALER!



</excerpt>
_______________________________________________
Lista CMI-Brasil-editorial
CMI-Brasil-editorial em lists.indymedia.org
http://lists.indymedia.org/mailman/listinfo/cmi-brasil-editorial






__________________________________________________
Fale com seus amigos  de graça com o novo Yahoo! Messenger 
http://br.messenger.yahoo.com/ 
-------------- Próxima Parte ----------
Um anexo em HTML foi limpo...
URL: http://lists.indymedia.org/pipermail/cmi-brasil-editorial/attachments/20070425/4cd01b4b/attachment-0001.htm 


Mais detalhes sobre a lista de discussão CMI-Brasil-editorial