[Cmi-brasil-editorial] OK sugestão de editorial - Colômbia
toya em riseup.net
toya em riseup.net
Terça Março 4 17:50:24 PST 2008
ok
Acho que mantem o titulo e assina como indymedia colombia tb.
abracos
toya
> Opas
>
> O texto abaixo é uma tradução do editorial que está veiculado no
> http://colombia.indymedia.org.
>
> Talvez seja interessante alterar o título, não sei, e explicitar que
> trata-se de uma tradução de um texto feito pelo coletivo indymedia
> Colombia.
>
> abraços,
>
> Fernão
>
> Solidariedade com o povo e o governo do Equador - Uribe NÃO é Colombia
> Por indymedia colombia 04/03/2008 às 21:19
>
> indymedia colombia
>
> O Governo de Uribe pretendeu humilhar o povo do Equador com a invasão de
> seu território e o saque de cadáveres de pessoas mortas em seu
> território. Agora submete o governo equatoriano à calúnia e à montagem
> policial. O que faz o governo de Uribe é criminoso, não porque cumpra
> sua obrigação de combater a guerrilha nem pelo fato de sí de
> enfrentar-se e matar a seus adversários na guerra, o que a princípio nos
> fazia crer que era um combate iniciado em território colombiano, nem
> pelo desespero devido às revelações do ex-senador e sequestrado Luis
> Eladio Pérez, que deixaram claro o fracasso da "segurança democrática"
> em Caquetá, Meta, Guaviare e Vaupés, o governo de Uribe além de cometer
> violações flagrantes ao direito internacional e ao território de um povo
> irmão, com a presunção de Israel sul-americano a serviço do império,
> aproveitou a negociação de um acordo humanitário para atacar o
> negociador e simular êxitos militares, conseguindo com isso abortar a
> possibilidade de acordo para libertar os sequestrados e aos policiais e
> militares retidos mediante uma troca por guerrilheiros presos. Uribe
> quer além disso cubrir-se de glória falsa, pois em território colombiano
> a guerrilha segue igual ainda que Reyes tenha sido morto.
>
> É ridículo afirmar que Raúl Reyes estava no Equador - próximo à
> fronteira - fugindo ou escondido, pois é sabido que ele estava em
> Putumayo há meses em para reunir-se com os delegados diplomáticos
> franceses e com Piedad Córdoba. De fato, durante encontros anteriores
> com os franceces, em agosto de 2005, o bombardearam em território
> colombiano (quando Sabas Pretelt disse que estavam respirando em sua
> nuca) e um mês depois a chancelaria acusou a França e "intervir" na
> Colombia. Em agosto de 2007, foi bombardeado o acampamento onde Reyes
> acabava de se reunir com Piedad Córdoba; Reyes esteve a ponto de morrer,
> e se estivesse morto desde então, seria interrompido o processo que
> culminou com a libertação de Clara Rojas, Consuelo González, Jorge
> Eduardo Gechem, Gloria Polanco, Luis Eladio Pérez e Orlando Beltrán.
>
> Os uribistas querem agora proclamar um triunfo e abortar o acordo
> humanitário, às custas da soberania de um país vizinho, menor mas com
> grande dignidade, dizendo a Uribe que basta de enganar, mentir e violar.
> Se achando o Israel da América do Sul a serviço do império, os aviões e
> tropas colombianas não somente operaram em céu e território equatoriano,
> como também levaram corpos que estavam no Equador sem esperar que fossem
> resgatados pelas autoridades equatorianas, desbaratando evidências para
> as investigações de praxe. Quando Equador respondeu com dignidade
> serena, o uribismo, para justificar-se na última hora, tratou de sujar o
> governo equatoriano com mentiras deslavadas. O presidente Correa disse
> que seu país irá até as últimas consequências para enfrentar esse
> ultraje que continua. Nossa solidariedade total com o povo e o governo
> do Equador agredidos pela violação de seu território e partidários
> incondicionais da paz.
>
> http://colombia.indymedia.org/
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