[cmi-goiania] [Notícias] PM não é omissa
nah
nah em resist.ca
Quinta Janeiro 5 06:29:04 PST 2006
Absurdo....
Violência
‘PM não é omissa’
Comando diz que as 37 mortes atribuídas à corporação em 2005 são resultado
da eficiência em situações de confronto. Polícia perdeu cinco militares
ano passado
05/01/2006
Macloys Aquino
Editor-assistente de Cidades
As 37 mortes registradas ano passado, ocorridas durante situações de
confronto com a Polícia Militar, são resultado de um trabalho eficiente da
corporação. As baixas são proporcionais ao desempenho das equipes na rua,
que, para não serem omissas com a sociedade, evitam dar tempo ou espaço
para a ação de bandidos, o que às vezes termina na morte do acusado de
crime. A cúpula da Polícia Militar visitou ontem o Diário da Manhã e
apresentou uma seqüência de argumentos em resposta à reportagem
“Estatística da morte”, publicada ontem, em que a corporação aparece como
responsável por 12,13% do total de homicídios em 2005 em Goiânia. Os
números são da Delegacia Estadual de Homicídios (DEH) e conferem com os da
PM.
Às cifras: a PM praticou 2.040 prisões em flagrante e 794 detenções de
foragidos da Justiça no ano passado. É importante ressaltar que os
confrontos normalmente ocorrem nestes casos. E para dizer que os números
da DEH não se tratam de extermínios ou matança desenfreada, o capitão PM
Ricardo Mendes dá um exemplo interessante: “Imagine se 10% dos presos em
flagrante resolvessem reagir e entrar em confronto com a polícia...”. Ele
quis dizer que pelo menos 204 acusados teriam morrido, “considerando que
as baixas ocorrem menos do lado da PM, dada a capacidade de ação nestas
situações”, completa o tenente-coronel Antônio Elias.
“Se a PM tivesse disposição para matar em todas as vezes que entra em
confronto com bandido, os números seriam muito maiores”, arremata o
comandante-geral, coronel Marciano Basílio de Queiroz. As estatísticas da
DEH dizem que drogas, vingança, e “motivos a esclarecer” são responsáveis
por 30,82%, 20% e 19,35% das mortes em 2005 em Goiânia, respectivamente.
Para a PM, todos devem ser somados e considerados como fruto de um único
tópico: as drogas e todos os seus aspectos. “O que entra nos ‘motivos a
esclarecer’ e ‘vingança’”, acredita o tenente-coronel Antônio Elias.
“Estatísticas não podem ser analisadas friamente”, completa.
Fonte: DM
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