[cmi-sp-radio] Municipalização das RadCom em João Pessoa-PB

rhatto rhatto em riseup.net
Quarta Janeiro 25 05:23:16 PST 2006


Olá Marcos, beleza? Desculpe pela minha mensagem anterior, pensei
que era um email de alguém que não conhece o sistema de publicação
aberta pedindo para publicarmos alguma matéria.

De qualquer modo, publiquei esse texto também em

  http://www.radiolivre.org/node/1849
  http://www.radiolivre.org/node/1851

falow!
rhatto

ps: Giba, valeu por avisar.

Em Tue, Jan 24, 2006 at 10:20:32PM -0800, gilberto em riseup.net escreveu:
> 
> Rhatto, o marcos eh do  (pré)coletivo de João Paulo, ele pediu pra colocar
> este editorial, jah foi feito
> Mas tem outras coisas desencadeadas pela lei municipal de João pessoal,
> veja os links
>  fonte:
>  http://jornaldaparaiba.globo.com/poli-3-210106.html
>   o pensamento da empresas de comunicação da PAraiba
> --------
> http://www.joaopessoa.pb.gov.br/noticias/?n=2698
> e a posição de algumas entidades e do gov de joão pessoa
> 
> abs
> g ) )) )
> 
> > Olá Marcos, tudo bem? O Centro de Mídia Independente é um projeto que
> > acredita que qualquer pessoa pode ser jornalista e por isso permite
> > que todo mundo publique no seu site. Por isso, você mesmo pode adicioná-lo
> > à nossa coluna de notícias e análises, bastando para isso preencher
> > o formulário em http://publique.midiaindependente.org
> >
> > Qualquer dúvida, mande um email para nós, ok?
> >
> > rhatto
> >
> > Em Mon, Jan 23, 2006 at 03:36:25PM -0300, marcos lima junior escreveu:
> >>
> >>    Por Favor Publiquem!!!!!
> >>
> >>
> >>    O PREFEITO DE  JOÃO PESSOA NA PARAÍBA, RICARDO COUTINHO ASSINOU A
> >> LAIE
> >>    QUE  MUNICIPALIZA  AS  CONCESSÕES  DE  RÁDIOS  COMUNITÁRIAS.  O
> >> EVENTO
> >>    ACONTECEU NESTA SEGUNDA FEIRA 23 DE3 JANEIRO DE 2006 AS 10:00h NA
> >> SALA
> >>    ARUANDA  NO  DECON-UFPB, E CONTOU COM A PARTICIPAÇÃO DE
> >> REPRESENTANTES
> >>    DO  PODER PÚBLICO E DAS ENTIDADES QUE LUTAM POR ESSE OBJETIVO A
> >> MUITOS
> >>    ANOS,  COMO A RÁDIO COMUNITÁRIA DEVERSIEDADE, O FORUM METROPOLITANO
> >> DE
> >>    COMUNICAÇÃO  COMUNITÁRIA,  A  RÁDIO  ZUMBÍ DOS PALMARES, ENTRE
> >> OUTROS.
> >>    AGORA  O  PREFEITO  VAI OFICIALIZAR A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL
> >> DE
> >>    COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA, ORGÃO QUE IRÁ FISCALIZAR AS ENTIDADES.
> >>
> >>    A GRANDE MÍDIA NÃO DIVULGOU NADA DOS ACONTECIMENTOS!!
> >>
> >>    VEJA O QUE ELES PENSAM!!!
> >>    Cerca de 140 rádios funcionam na PB sem a autorização do governo
> >>
> >>    ROSÂNGELA ARAÚJO
> >>        Cerca de 140 emissoras de rádio comunitárias na Pa-raíba, das
> >> mais
> >>    de  200  existentes,  estão  operando  sem a outorga do Ministério
> >> das
> >>    Comu-nicações,  obrigatória  para  o fun-cionamento da radiodifusão
> >> no
> >>    País. Apesar da quantidade informada pelo Sindicato dos Radialistas
> >> do
> >>    Estado  e  confirmada pela Asserp (Associação das Emissoras de Rádio
> >> e
> >>    TV  da  Paraíba),  apenas três tiveram a transmissão interrompida
> >> pela
> >>    Agência  Nacional  de  Telecomuni-cações  (Anatel) no ano passado,
> >> por
> >>    irregularidades.
> >>         Segundo  o  órgão  de fiscalização federal, o número de
> >> emissoras
> >>    fechadas foi, de acordo com o volume de denúncias formuladas à
> >> Unidade
> >>    Operacional  da  Anatel em Recife (PE), responsável pela vigilância
> >> do
> >>    sistema  nos  Estados  da  Paraíba, Pernambuco e Alagoas, em 2005,
> >> que
> >>    foram  fiscalizadas  pela  entidade.  Para  funcionar,  como  obriga
> >> a
> >>    legislação  sobre  a radiodifusão no Brasil, uma rádio precisa obter
> >> a
> >>    concessão  do  Ministério  das  Comunicações, que só é liberada caso
> >> o
> >>    projeto de instalação da emissora respeite certos requisitos básicos.
> >>        Entre eles, que a rádio, no caso das comunitárias, que
> >> compreendem
> >>    todas  em  situação  irregulares  no  Estado,  sejam requisitadas
> >> pela
> >>    comunidade  onde será instalada, através de algumas entidades sem
> >> fins
> >>    lucrativos,  como  Clubes  de  Mães,  Sociedades  de Amigos de
> >> Bairros
> >>    (SABs), entre outras de interesse e atuação em causas sociais. Na
> >> área
> >>    estrutural, segundo o presidente da Asserp, Alberto Batinga, as
> >> rádios
> >>    comunitárias devem obedecer a certos critérios básicos.
> >>         Respeitar  o  limite  de  25  wats de potência é um deles, mas
> >> de
> >>    acordo   com   Batinga,  nenhuma  das  chamadas  piratas
> >> (funcionando
> >>    clandestinamente)  no  Estado  consegue seguir essa norma. Outro
> >> abuso
> >>    das emissoras é quanto à altura permitida da antena de transmissão
> >> das
> >>    ondas,  a qual não pode ultrapassar os 30 metros. Também é
> >> obrigatório
> >>    às  rádios comunitárias a restrição de um raio de apenas mil metros
> >> de
> >>    alcance  da  sua  freqüência. Porém, como alega Batinga, nenhuma
> >> delas
> >>    respeita tais obrigações.
> >>
> >>     A  única  forma de coibir a atuação dessas rádios no Estado é
> >> através
> >>    de  uma ação fiscalizadora intensa, diz Alberto Batinga. Trabalho,
> >> que
> >>    segundo  ele, será desenvolvido na Paraíba reunindo a Polícia
> >> Federal,
> >>    o  Ministério  Público  Estadual,  a Anatel e o próprio Ministério
> >> das
> >>    Comunicações.  A  promessa,  disse  Batinga,  foi  feita  pelo
> >> próprio
> >>    ministro das Comunicações, Hélio Costa, durante um recente encontro
> >> em
> >>    Belo Horizonte (MG).
> >>        As ações de combate às rádios piratas já estão sendo realizadas
> >> em
> >>    outros  estados  brasileiros,  a exemplo de Minas Gerais. O objetivo
> >> é
> >>    atingir  todo  o  território nacional com uma força-tarefa para
> >> acabar
> >>    com  a  clandestinidade.  Quem  estiver  operando  irregularmente
> >> deve
> >>    procurar legalizar sua situação diante do Ministério das
> >> Comunicações,
> >>    para evitar a interrupção por parte da Anatel.
> >>         No  que depender da Asserp, a luta para acabar com a pirataria
> >> já
> >>    está  garantida. Alberto Batinga disse que a entidade vai aumentar
> >> sua
> >>    atuação  por  todo  o  Estado  para descobrir onde rádios
> >> clandestinas
> >>    estão  funcionando.  Para  tanto,  ele  conta  com  a  participação
> >> da
> >>    sociedade, que deve denunciar a existência dessas emissoras através
> >> do
> >>    disque-denúncia  da  Anatel  (0800.33201)  ou  diretamente  na
> >> Asserp
> >>    (3322.5290),  situada em Campina Grande. As denúncias podem ser
> >> feitas
> >>    de qualquer parte da Paraíba, comenta.
> >>         É  muito  comum  se  captar  som  de  uma  emissora,  seja ela
> >> FM
> >>    (Frequência  Modulada)  ou  AM  (Amplitude  Modulada),  numa
> >> distância
> >>    superior  aos  mil  metros  estabelecidos  pela  Lei  da
> >> Radio-difusão
> >>    brasileira.  Nem  mesmo  as  60  rádios comunitárias regulamentadas
> >> no
> >>    Estado,  outorgadas  pelo  Ministério  das  Comunica-ções, respeitam
> >> a
> >>    norma. (RA)
> >>
> >>    Emissoras reiniciam com nova freqüência
> >>          Segundo   levantamento   da   Anatel,  150  emissoras  de
> >> rádio
> >>    comunitárias  foram fechadas em 2005 em Pernambuco, Alagoas e
> >> Paraíba,
> >>    pela  Unidade  Operacional do órgão, com sede no Recife. O número
> >> alto
> >>    nos   dois   estados,   que   somaram  147  interdições,  não
> >> implica
> >>    necessariamente  que  na Paraíba a quantidade seja menor, mas pode
> >> ser
> >>    explicado  pelo  volume  de  denúncias que, possivelmente, foram
> >> feita
> >>    pela  comunidade  aos  órgãos  atuantes no sistema de radiodifusão
> >> nas
> >>    duas unidades federativas.
> >>        Em conformidade com as exigências da Anatel, uma rádio
> >> comunitária
> >>    só  deve funcionar após ter a frequência liberada pelo órgão. Para
> >> que
> >>    isso  seja  possível  portanto, é necessária a concessão do
> >> Ministério
> >>    das  Comunicações.  Mesmo  assim,  muitas  continuam abrindo em
> >> vários
> >>    lugares sem o conhecimento prévio dos órgãos federais. De acordo com
> >> o
> >>    Setor  de  Fiscalização  da  Anatel,  o  que  prejudica  o trabalho
> >> da
> >>    instituição  é  o  fato  de  muitas  emissoras,  após  fiscalizadas
> >> e
> >>    interditadas,  reiniciarem  o  funcionamento  em  outras cidades e
> >> com
> >>    outras freqüências.
> >>         A interdição é necessária também quando, além das
> >> irregularidades
> >>    observadas  pelas  normas,  a  emissora  abre  com  uma frequência
> >> que
> >>    poderia  incutir  em risco para o sistema de aviação, ou seja, no
> >> caso
> >>    da  freqüência  invadir  as  onde  de  transmissão de contato entre
> >> as
> >>    aeronaves  e  as  bases  de  comando nos aeroportos, e assim,
> >> promover
> >>    acidentes. (RA)
> >>
> >>    Mrcos de Lima Júnior
> >
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