[cmi-sp-radio] Municipalização das RadCom em João Pessoa-PB

gilberto em riseup.net gilberto em riseup.net
Terça Janeiro 24 22:20:32 PST 2006


Rhatto, o marcos eh do  (pré)coletivo de João Paulo, ele pediu pra colocar
este editorial, jah foi feito
Mas tem outras coisas desencadeadas pela lei municipal de João pessoal,
veja os links
 fonte:
 http://jornaldaparaiba.globo.com/poli-3-210106.html
  o pensamento da empresas de comunicação da PAraiba
--------
http://www.joaopessoa.pb.gov.br/noticias/?n=2698
e a posição de algumas entidades e do gov de joão pessoa

abs
g ) )) )



> Olá Marcos, tudo bem? O Centro de Mídia Independente é um projeto que
> acredita que qualquer pessoa pode ser jornalista e por isso permite
> que todo mundo publique no seu site. Por isso, você mesmo pode adicioná-lo
> à nossa coluna de notícias e análises, bastando para isso preencher
> o formulário em http://publique.midiaindependente.org
>
> Qualquer dúvida, mande um email para nós, ok?
>
> rhatto
>
> Em Mon, Jan 23, 2006 at 03:36:25PM -0300, marcos lima junior escreveu:
>>
>>    Por Favor Publiquem!!!!!
>>
>>
>>    O PREFEITO DE  JOÃO PESSOA NA PARAÍBA, RICARDO COUTINHO ASSINOU A
>> LAIE
>>    QUE  MUNICIPALIZA  AS  CONCESSÕES  DE  RÁDIOS  COMUNITÁRIAS.  O
>> EVENTO
>>    ACONTECEU NESTA SEGUNDA FEIRA 23 DE3 JANEIRO DE 2006 AS 10:00h NA
>> SALA
>>    ARUANDA  NO  DECON-UFPB, E CONTOU COM A PARTICIPAÇÃO DE
>> REPRESENTANTES
>>    DO  PODER PÚBLICO E DAS ENTIDADES QUE LUTAM POR ESSE OBJETIVO A
>> MUITOS
>>    ANOS,  COMO A RÁDIO COMUNITÁRIA DEVERSIEDADE, O FORUM METROPOLITANO
>> DE
>>    COMUNICAÇÃO  COMUNITÁRIA,  A  RÁDIO  ZUMBÍ DOS PALMARES, ENTRE
>> OUTROS.
>>    AGORA  O  PREFEITO  VAI OFICIALIZAR A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL
>> DE
>>    COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA, ORGÃO QUE IRÁ FISCALIZAR AS ENTIDADES.
>>
>>    A GRANDE MÍDIA NÃO DIVULGOU NADA DOS ACONTECIMENTOS!!
>>
>>    VEJA O QUE ELES PENSAM!!!
>>    Cerca de 140 rádios funcionam na PB sem a autorização do governo
>>
>>    ROSÂNGELA ARAÚJO
>>        Cerca de 140 emissoras de rádio comunitárias na Pa-raíba, das
>> mais
>>    de  200  existentes,  estão  operando  sem a outorga do Ministério
>> das
>>    Comu-nicações,  obrigatória  para  o fun-cionamento da radiodifusão
>> no
>>    País. Apesar da quantidade informada pelo Sindicato dos Radialistas
>> do
>>    Estado  e  confirmada pela Asserp (Associação das Emissoras de Rádio
>> e
>>    TV  da  Paraíba),  apenas três tiveram a transmissão interrompida
>> pela
>>    Agência  Nacional  de  Telecomuni-cações  (Anatel) no ano passado,
>> por
>>    irregularidades.
>>         Segundo  o  órgão  de fiscalização federal, o número de
>> emissoras
>>    fechadas foi, de acordo com o volume de denúncias formuladas à
>> Unidade
>>    Operacional  da  Anatel em Recife (PE), responsável pela vigilância
>> do
>>    sistema  nos  Estados  da  Paraíba, Pernambuco e Alagoas, em 2005,
>> que
>>    foram  fiscalizadas  pela  entidade.  Para  funcionar,  como  obriga
>> a
>>    legislação  sobre  a radiodifusão no Brasil, uma rádio precisa obter
>> a
>>    concessão  do  Ministério  das  Comunicações, que só é liberada caso
>> o
>>    projeto de instalação da emissora respeite certos requisitos básicos.
>>        Entre eles, que a rádio, no caso das comunitárias, que
>> compreendem
>>    todas  em  situação  irregulares  no  Estado,  sejam requisitadas
>> pela
>>    comunidade  onde será instalada, através de algumas entidades sem
>> fins
>>    lucrativos,  como  Clubes  de  Mães,  Sociedades  de Amigos de
>> Bairros
>>    (SABs), entre outras de interesse e atuação em causas sociais. Na
>> área
>>    estrutural, segundo o presidente da Asserp, Alberto Batinga, as
>> rádios
>>    comunitárias devem obedecer a certos critérios básicos.
>>         Respeitar  o  limite  de  25  wats de potência é um deles, mas
>> de
>>    acordo   com   Batinga,  nenhuma  das  chamadas  piratas
>> (funcionando
>>    clandestinamente)  no  Estado  consegue seguir essa norma. Outro
>> abuso
>>    das emissoras é quanto à altura permitida da antena de transmissão
>> das
>>    ondas,  a qual não pode ultrapassar os 30 metros. Também é
>> obrigatório
>>    às  rádios comunitárias a restrição de um raio de apenas mil metros
>> de
>>    alcance  da  sua  freqüência. Porém, como alega Batinga, nenhuma
>> delas
>>    respeita tais obrigações.
>>
>>     A  única  forma de coibir a atuação dessas rádios no Estado é
>> através
>>    de  uma ação fiscalizadora intensa, diz Alberto Batinga. Trabalho,
>> que
>>    segundo  ele, será desenvolvido na Paraíba reunindo a Polícia
>> Federal,
>>    o  Ministério  Público  Estadual,  a Anatel e o próprio Ministério
>> das
>>    Comunicações.  A  promessa,  disse  Batinga,  foi  feita  pelo
>> próprio
>>    ministro das Comunicações, Hélio Costa, durante um recente encontro
>> em
>>    Belo Horizonte (MG).
>>        As ações de combate às rádios piratas já estão sendo realizadas
>> em
>>    outros  estados  brasileiros,  a exemplo de Minas Gerais. O objetivo
>> é
>>    atingir  todo  o  território nacional com uma força-tarefa para
>> acabar
>>    com  a  clandestinidade.  Quem  estiver  operando  irregularmente
>> deve
>>    procurar legalizar sua situação diante do Ministério das
>> Comunicações,
>>    para evitar a interrupção por parte da Anatel.
>>         No  que depender da Asserp, a luta para acabar com a pirataria
>>>>    está  garantida. Alberto Batinga disse que a entidade vai aumentar
>> sua
>>    atuação  por  todo  o  Estado  para descobrir onde rádios
>> clandestinas
>>    estão  funcionando.  Para  tanto,  ele  conta  com  a  participação
>> da
>>    sociedade, que deve denunciar a existência dessas emissoras através
>> do
>>    disque-denúncia  da  Anatel  (0800.33201)  ou  diretamente  na
>> Asserp
>>    (3322.5290),  situada em Campina Grande. As denúncias podem ser
>> feitas
>>    de qualquer parte da Paraíba, comenta.
>>         É  muito  comum  se  captar  som  de  uma  emissora,  seja ela
>> FM
>>    (Frequência  Modulada)  ou  AM  (Amplitude  Modulada),  numa
>> distância
>>    superior  aos  mil  metros  estabelecidos  pela  Lei  da
>> Radio-difusão
>>    brasileira.  Nem  mesmo  as  60  rádios comunitárias regulamentadas
>> no
>>    Estado,  outorgadas  pelo  Ministério  das  Comunica-ções, respeitam
>> a
>>    norma. (RA)
>>
>>    Emissoras reiniciam com nova freqüência
>>          Segundo   levantamento   da   Anatel,  150  emissoras  de
>> rádio
>>    comunitárias  foram fechadas em 2005 em Pernambuco, Alagoas e
>> Paraíba,
>>    pela  Unidade  Operacional do órgão, com sede no Recife. O número
>> alto
>>    nos   dois   estados,   que   somaram  147  interdições,  não
>> implica
>>    necessariamente  que  na Paraíba a quantidade seja menor, mas pode
>> ser
>>    explicado  pelo  volume  de  denúncias que, possivelmente, foram
>> feita
>>    pela  comunidade  aos  órgãos  atuantes no sistema de radiodifusão
>> nas
>>    duas unidades federativas.
>>        Em conformidade com as exigências da Anatel, uma rádio
>> comunitária
>>    só  deve funcionar após ter a frequência liberada pelo órgão. Para
>> que
>>    isso  seja  possível  portanto, é necessária a concessão do
>> Ministério
>>    das  Comunicações.  Mesmo  assim,  muitas  continuam abrindo em
>> vários
>>    lugares sem o conhecimento prévio dos órgãos federais. De acordo com
>> o
>>    Setor  de  Fiscalização  da  Anatel,  o  que  prejudica  o trabalho
>> da
>>    instituição  é  o  fato  de  muitas  emissoras,  após  fiscalizadas
>> e
>>    interditadas,  reiniciarem  o  funcionamento  em  outras cidades e
>> com
>>    outras freqüências.
>>         A interdição é necessária também quando, além das
>> irregularidades
>>    observadas  pelas  normas,  a  emissora  abre  com  uma frequência
>> que
>>    poderia  incutir  em risco para o sistema de aviação, ou seja, no
>> caso
>>    da  freqüência  invadir  as  onde  de  transmissão de contato entre
>> as
>>    aeronaves  e  as  bases  de  comando nos aeroportos, e assim,
>> promover
>>    acidentes. (RA)
>>
>>    Mrcos de Lima Júnior
>
> --
> rhatto em riseup.net
> chave pública: id 0x6B566777 / keys.indymedia.org
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