[CMI-SSA] Oi

paulababilonia paulababilonia em ig.com.br
Segunda Junho 20 08:06:39 PDT 2005


 Oi gente, eu sei que devo uma maior participação nessa lista, como 
 ´há muito não venho fazendo, por N motivos... mas, estou aqui pra 
atualizarmos quanto ao meu novo endereço para correspondências. 

Rua Cláudia Botelho, 670 
Bl. 21, Ap. 303 
Condomínio Mirante de Candeias 
Bairro Jardim Primavera 
Vitória da Conquista, Ba 

Beijos a todxs. 

Paula Babilonia 

Em (12:00:49), cmi-ssa em lists.indymedia.org escreveu: 


>enviar inscrições da lista de discussão Send CMI-SSA para 
> cmi-ssa em lists.indymedia.org 
> 
>Para se cadastrar ou descadastrar via WWW, visite o endereço 
> http://lists.indymedia.org/mailman/listinfo/cmi-ssa 
>ou, via email, envie uma mensagem com a palavra 'help' no assunto ou 
>corpo da mensagem para 
> cmi-ssa-request em lists.indymedia.org 
> 
>Você poderá entrar em contato com a pessoa que gerencia a lista pelo 
>endereço 
> cmi-ssa-owner em lists.indymedia.org 
> 
>Quando responder, por favor edite sua linha Assunto assim ela será 
>mais específica que "Re: Contents of CMI-SSA digest..." 
> 
>Resumo da lista do CMI-Salvador. Acompanhe nossa lista e participe das 
>reuniões e atividades! 
> 
>Tópicos de Hoje: 
> 
> 1. Ocupação da DIMAS contra censura (Fausto Junior) 
> 2. Debates com ativista israelense sobre a situação 
> palestina (xplagiox em riseup.net) 
> 3. resumo eventos insurgentes (xplagiox em riseup.net) 
> 4. SOBRE O FIM DA CENSURA NA BAHIA (XPLAGIOX) 
> 
>---------------------------------------------------------------------- 
> 
>Message: 1 
>Date: Mon, 13 Jun 2005 18:24:50 +0000 
>From: "Fausto Junior" 
>Subject: [CMI-SSA] Ocupação da DIMAS contra censura 
>To: bandcidade em bandbahia.com.br 
>Cc: jogoaberto em bandbahia.com.br 
>Message-ID: 
>Content-Type: text/plain; charset=iso-8859-1; format=flowed 
> 
>Na manhã desta segunda-feira um grupo de cineastas e artistas realizou um 
>ato público na entrada da DIMAS - Depto de Imagem e Som da Fundação 
>Cultural, na Biblioteca Central dos Barris, em protesto À censura ao vídeo 
O 
>Fim do Homem Cordial, de Daniel Lisboa. 
> 
>O grupo se reuniu, leu uma carta que será endereçada ao governador Paulo 
>Souto e ocupou pacificamente o saguão da DIMAS. 
> 
>A ocupação prossegue até a noite, enquanto o vídeo proibido será exibido 
>continuamente por meio de um projetor instalado no local. 
> 
>>>>>>ATENÇÃO! Segundo últimas informações (às 14:32h) a energia elétrica no 
>>>>>>local foi cortada e a polícia foi chamada !!! Seguem telefones de 
>>>>>>quem está no local neste momento: 
> 
>Solange Lima: 9949-5162 
>Lula Carvalho: 9609-0847 
> 
>Informo que já telefonei pra redações de telejornais e que esta mensagem 
>está sendo enviada para diversas listas, jornais e TVS. 
> 
>Para entender o caso segue reportagem de hoje no jornal A TARDE: 
> 
>Cinema 
>Um vídeo nada cordial 
> 
>Censura contra O Fim do Homem Cordial provoca polêmica e mobiliza 
>cineastas baianos 
> 
>Ceci Alves 
> 
>A TARDE - 13.JUN.2005 
> 
>A polêmica premiação do vídeo O Fim do Homem Cordial, de Daniel Lisboa, 
>na edição 2004 do Festival Nacional de Vídeo - Imagem em 5 Minutos, 
>criou uma bola de neve sem precedentes na história do audiovisual baiano. 
>Com apenas dois minutos e 25 segundos, o vídeo virou maldito e suscitou 
>vários comentários sobre sua censura por encenar o seqüestro de um 
>senador baiano por um grupo terrorista - em alusão clara a Antonio Carlos 
>Magalhães. 
> 
>Cineastas baianos marcaram um ato público para hoje, às 9 horas, na 
>Diretoria de Artes Visuais e Multimeios (Dimas), nos Barris, para 
>protestar contra "a censura imposta pela Dimas ao cinema da Bahia", como 
>mostra 
>um manifesto que a classe divulgou por meio de e-mails. É que o filme 
>foi retirado de última hora da Mostra de Vídeo - Jovens Realizadores 
>Baianos, realizada nos últimos dias 3, 4 e 5, na Sala Alexandre Robatto. 
> 
>A decisão partiu de uma assembléia realizada pela Associação Baiana de 
>Cinema e Vídeo (ABCV), na quarta-feira, 8, com cerca de 50 
>participantes. A assembléia deliberou que a Dimas teria que se retratar e 
>exibir o 
>filme no mesmo local onde foi proibido. 
> 
>O presidente da ABCV, José Araripe Júnior, reuniu-se na manhã de 
>sexta-feira com o diretor da Fundação Cultural, Armindo Bião, e transmitiu 
a 
>posição da comunidade de cineastas contra a censura. Segundo Araripe, 
>Bião não atendeu à solicitação de exibir o filme na sala, alegando que a 
>decisão já havia sido tomada e o assunto deveria ser esquecido. 
> 
>A reportagem tentou entrar em contato com Bião, na sexta-feira, mas a 
>assessoria de imprensa da Fundação informou que ele só vai conceder 
>entrevista esta semana. "O movimento já extrapolou as decisões da ABCV e 
>tomou corpo próprio. Os cineastas marcaram o ato público sem prévia 
>decisão da associação", disse Araripe. 
> 
>CALMA - Apesar das reações contrárias ao vídeo, o diretor, Daniel 
>Lisboa, 25 anos, mantém uma calma inabalável. Logo quando surgiram os 
>primeiros boatos de que seu filme havia causado uma revolução nos 
bastidores 
>do governo do Estado, culminando com a saída de Sérgio Borges do cargo 
>de diretor de Artes Visuais e Multimeios (Dimas) da Fundação Cultural 
>do Estado, Daniel foi categórico e disse a que veio: 
> 
>"Não tenho medo dessas coisas. Acho que Salvador vive um marasmo 
>grande, com uma arte comprada, que se mantém passiva por conta do dinheiro 
>que recebe para se produzir. Queria bagunça no meio dessa calmaria", 
>disparou. 
> 
>E põe bagunça nesse meio. Desde a exibição de O Fim do Homem Cordial, 
>foram feitas especulações sobre o que um vídeo com intenções políticas 
>como esse pode provocar quando exibido em um órgão do Estado. 
> 
>O afastamento de Sérgio Borges é a mais representativa de todas elas, 
>apesar de o ex-diretor da Dimas negar qualquer relação entre sua 
>destituição do cargo com o prêmio dado a O Fim do Homem Cordial. "Estou me 
>afastando por vontade própria. Foi bom dar um tempo - estou aproveitando 
>para cuidar de mim", disse Borges, à época, o que é reafirmado pelo 
>secretário da Cultura e Turismo, Paulo Gaudenzi. 
> 
>"Borges já queria se afastar há um tempo, e depois de um problema de 
>saúde que o acometeu e que, infelizmente, está se arrastando, ele decidiu 
>se dedicar mais a si mesmo", declarou o secretário. Mas a lenda reza 
>outra história: o destemor de manter a decisão do júri em premiar o vídeo 
>de Daniel Lisboa teria custado o cargo a Sérgio Borges. 
> 
>"Ele evitou uma grande mancha na história do audiovisual baiano ao 
>manter a decisão do júri em premiar O Fim do Homem Cordial", testemunha 
>Daniel Lisboa. "Sérgio Borges foi um cara que ficou do lado da arte e não 
>da politicagem, e isso deve ficar marcado para sempre". 
> 
>"A comissão que julgou a nona edição do 5 Minutos foi uma comissão 
>soberana", acrescentou Borges. "Quando a designei, pensei assim. Tanto que 
>procurei fazer com que todos os membros fossem de fora da Bahia. 
>Portanto, não teria que discutir o resultado, teria, sim, que respeitá-lo, 
>sem entrar no mérito se era justo, certo. Senão, não haveria a soberania 
>da comissão julgadora", disse o ex-diretor da Dimas. 
> 
>PROIBIDO - Agora que Daniel está mostrando o seu vídeo nacionalmente, 
>por meio do circuito brasileiro de festivais, as teorias se 
>intensificaram. E, de maldito, O Fim do Homem Cordial passou a ser chamado, 
>no meio 
>cinematográfico do País, como "o vídeo proibido da Bahia" - como 
>aconteceu durante o 15º Cine Ceará, que terminou quinta-feira. 
> 
>E esse novo título também se deve ao veto na Mostra de Vídeo-Jovens 
>Realizadores Baianos. "O vídeo foi, sim, proibido de passar, mas não pela 
>organização da mostra", salientou Cilene Canda, uma das organizadoras 
>do evento. "Foi a Dimas que não autorizou a exibição, sob pena de termos 
>a mostra cancelada", ponderou. De acordo com ela, já havia sido 
>divulgada a programação do evento, na qual constava a exibição de O Fim do 
>Homem Cordial. "Todos já o estavam esperando. Foi quando o atual diretor 
>da Dimas (Jamison Pedra) chamou a outra organizadora, Milena Leite, e, 
>sem nenhuma justificativa, pediu para que não divulgássemos o vídeo. Foi 
>algo que fugiu ao nosso controle", lamenta Cilene. 
> 
>A interdição foi confirmada por Milena, mas, conforme garantiu, não foi 
>o diretor da Dimas que fez o pedido. "Fui comunicada por um funcionário 
>que representava a direção de que o vídeo não poderia ser passado, sem 
>nenhuma justificativa. Mas, para mim, ficou claro o porquê", confiou. 
>"Quando comuniquei a Daniel, ele falou que já esperava por isso". 
> 
>Apesar de considerar a ordem como censura, Milena não quis se envolver. 
>"Se foi censura, deveria haver um movimento entre o videasta, a Dimas e 
>a Associação Baiana de Cinema e Vídeo, como já está acontecendo. A 
>mostra não tem muito a ver com isso, mesmo porque não poderíamos fazer 
>nada". 
> 
>E acrescentou: "Fiquei chateada, pois era o primeiro ano da mostra, e 
>acho o vídeo legal. Mas decidi acatar a ordem recebida e prosseguir com 
>o evento, em respeito aos outros realizadores que estavam participando. 
>Afinal, fui acolhida pela Fundação Cultural e pela Dimas e tive 
>consideração a isso". 
> 
>"Dependíamos da Dimas para exibir os vídeos", concorda Cilene, sem 
>esconder a decepção. "Mas fico triste porque não existe mais lei de censura 
>e tivemos que fazer isso dentro da nossa mostra. Fomos o instrumento 
>dessa censura", diz. 
> 
>Boicote negado 
> 
>Diretor da Dimas nega censura e Irdeb informa que não houve intenção de 
>boicote ao vídeo 
> 
>Ceci Alves 
> 
>O diretor da Dimas, Jamison Pedra, não classifica a retirada do filme 
>da mostra como censura, mas sim como um processo de triagem. Segundo 
>ele, o órgão público deve filtrar os trabalhos para proteger o público, 
>formado em sua maioria por adolescentes e crianças em fase escolar. "O 
>filme atinge uma pessoa, o senador Antonio Carlos Magalhães, de forma 
>agressiva e violenta. Não acrescenta nada aos jovens, pelo contrário, 
>incita a violência, a agressão e atinge a moral, o que não deve acontecer 
>em relação a qualquer personagem", acredita Pedra. 
> 
>Pedra alegou também que a organização da mostra não forneceu a relação 
>de filmes que seriam exibidos antes da liberação da parceria, coisa que 
>foge às normas da Dimas. Ainda segundo Pedra, além de agressivo, o 
>filme não contribui artisticamente para o cinema baiano. "Se abrirmos a 
>porteira, teríamos filmes dizendo que o índio é preguiçoso, o nazismo deve 
>voltar e coisas do tipo". Sobre o fato de a própria instituição ter 
>premiado o vídeo no festival Imagem em 5 Minutos e depois proibido sua 
>exibição, Pedra diz que o erro foi na premiação. "Foi um grande erro da 
>comissão escolher o vídeo. Mas como as normas do Festival davam soberania 
>aos jurados, a Dimas manteve a decisão". 
> 
>"BAIXA QUALIDADE" - Outra teoria que circulou à época da premiação do 
>filme O Fim do Homem Cordial foi a de que a Fundação Cultural teria 
>atrasado o pagamento do prêmio ao diretor e o Instituto de Radiodifusão 
>Educativa da Bahia não teria passado o vídeo na programação da TV 
>Educativa, como faria com todos os ganhadores do Festival Imagem em 5 
>Minutos. 
> 
>"Houve atraso, sim, mas não atribuo isso a retaliação. Atribuo à 
>burocracia do sistema, mesmo", atestou Daniel. "Mas Carlos Libório (diretor 
>de jornalismo da TV Bahia) me falou que eu seria retaliado de outras 
>formas, a exemplo de meu prêmio não ter tido repercussão nenhuma, de não 
>ter saído na mídia, não ter nem sido apresentado na TVE, que, 
>geralmente, faz um especial com os premiados do 5 Minutos". 
> 
>"Nunca existiu parceria nenhuma entre a Fundação Cultural do Estado e o 
>Irdeb para exibir nenhum vídeo do Festival 5 Minutos e nunca houve 
>obrigatoriedade nenhuma nessa exibição", afirmou o diretor-geral do Irdeb, 
>José Américo Moreira da Silva. "Não exibimos o ganhador porque não 
>houve nenhum programa de exibição. Nunca tivemos nenhuma intenção de 
>censura, boicote, nem nada parecido", garantiu. 
> 
>Américo continua: "À época, demos a matéria da premiação e demos o 
>título do vídeo. Só não mostramos a imagem porque não a tínhamos, e não é 
>praxe", assegura. "Mas exibiríamos a edição de 2004 do festival com a 
>maior tranqüilidade do mundo - apesar da baixa qualidade da imagem, do 
>roteiro e do argumento do primeiro lugar", completou. 
> 
>Pessoalmente, Américo acha que a premiação foi dada a O Fim do Homem 
>Cordial simplesmente para gerar polêmica. "E não estou falando como 
>diretor de uma instituição pública; estou falando como documentarista, 
>roteirista e diretor que sou. Se fosse um dos membros do júri, jamais daria 
>voto ao filme em questão, por achá-lo de baixa qualidade", sentencia. 
> 
>O FIM - E tudo isso começou quando Daniel abiscoitou o Prêmio Geraldo 
>Del Rey de Melhor Vídeo do IX Festival Nacional de Vídeo - Imagem em 5 
>Minutos com a história de um suposto seqüestro do senador Antonio Carlos 
>Magalhães por um grupo terrorista, o Sub V27, com a exigência de que a 
>fita com a prova de vida do "Malvadeza" fosse exibida somente no 
>telejornal Bahia Meio-Dia, da Rede Bahia, falado em "árabe" e que mostra um 
>Casemiro Neto, o apresentador, estarrecido, impotente e indignado. 
> 
>O vídeo de Daniel Lisboa tem a intenção de subverter desde o nome: O 
>Fim do Homem Cordial refere-se à tese do historiador Sérgio Buarque de 
>Holanda de que o brasileiro é um homem cordial. "Queria, justamente, 
>discutir a passividade da gente, de aceitar tacitamente mensagens, 
>subtextos, intenções". 
> 
>Ele segue: "O que fiz foi - graças à tecnologia - me apropriar das 
>imagens do telejornal, modificá-las e jogá-las de volta com outro 
>significado. Por tudo isso, meu vídeo é, também, um ato de terrorismo", 
>gaba-se 
>Daniel. "Mas, se se pegar cada pedacinho dele, vê-se que está cheio de 
>sentido. O mal é que as pessoas só pegam a coisa de ACM, não se detêm 
>nos detalhes", comenta. 
> 
>O diretor de jornalismo da TV Bahia, Carlos Libório, disse que Casemiro 
>Neto não esboçou nenhum tipo de reação, apesar de não ter surgido 
>nenhum pedido de uso das imagens. "Não cogitamos nenhuma atitude judicial 
>contra o filme". O senador Antonio Carlos Magalhães foi procurado durante 
>toda a tarde de sexta-feira e sábado pela manhã, mas não foi encontrado 
>para comentar o assunto. 
> 
>Quem tiver curiosidade de assistir ao "vídeo proibido da Bahia" pode 
>acessar o site http://www.soononmoon.org/cineaum/FHC.mpg. "A internet é o 
>lugar 
>perfeito para ele", diz o diretor. E lá está ele, contundente, violento 
>e "altamente subversivo", como propagandeia Lisboa (colaborou Vítor 
>Rocha, do A TARDE On Line). 
> 
>------------------------------ 
> 
>Message: 2 
>Date: Tue, 14 Jun 2005 10:26:13 -0700 
>From: xplagiox em riseup.net 
>Subject: [CMI-SSA] Debates com ativista israelense sobre a 
> situação palestina 
>To: Lista do Coletivo de Mídia Independente de Salvador - Bahia - 
> Brasil 
>Message-ID: <1118769973.42af133595fb7 em mail.riseup.net> 
>Content-Type: text/plain; charset=ISO-8859-1 
> 
>LIBERDADE AO POVO PALESTINO 
> 
>Nesta quinta-feira, dia 16, será realizado um debate sobre os conflitos 
>entre 
>Israel e Palestina. O debate será facilitado pela israelense Lee, militante 
>do 
>Movimento Pró-Palestina e acontecerá no Conselho de Moradores do Bairro da 
>Engomadeira (COMOBE) com os estudantes do curso comunitário Quilombo 
Cabula, 
>às 
>19h! 
> 
>O COMOBE fica na Rua Direta da Engomdeira, vizinho ao posto público de 
>saúde! A 
>Rua Direta é limitada pelos muros da Universidade Estadual da Bahia (UNEB) 
>no 
>bairro do Cabula! 
> 
>A participação é livre! 
> 
>XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX 
> 
>Dia: 18 de junho 
>19 horas 
> 
>Debate com Ativista israelense que luta conjuntamente com os palestinos 
>contra a ocupação e a construção do "Muro da Vergonha". 
>Apresentação de uma análise histórica sobre a implantação do Estado de 
>Israel e as resistências do povo palestino. 
> 
>Local: Espaço Insurgente 
>Rua do Carro, n.04 Campo da Pólvora (ao lado da Igreja de Santana) 
> 
>------------------------------ 
> 
>Message: 3 
>Date: Tue, 14 Jun 2005 10:28:04 -0700 
>From: xplagiox em riseup.net 
>Subject: [CMI-SSA] resumo eventos insurgentes 
>To: Lista do Coletivo de Mídia Independente de Salvador - Bahia - 
> Brasil 
>Message-ID: <1118770084.42af13a4b6a11 em mail.riseup.net> 
>Content-Type: text/plain; charset=ISO-8859-1 
> 
>O Espaço Insurgente Apresenta: 
> 
>Dia 17 junho 
>19 horas 
> 
> Lançamento do vídeo-documentário 
> 
> MTD La Matanza 
> (Movimento de Trabalhadores Desempregados de La Matanza, Argentina) 
> Uma experiência de autonomia 
> 
>-Documentário dirigido por Carlos Pronzato- 
> 
>dia 17 de junho (sexta-feira) às 19 h. no Espaço Insurgente (Rua do Carro 
>n. 04, Campo da Pólvora, Nazaré, ao lado da Igreja de Santana, na rua do 
>prédio da Embratel) 
> 
>“O Movimento de Trabalhadores Desempregados, do qual o MTD da Matanza é 
>uma importante parte na questão da autonomia, é um movimento social que 
>tenta dar resposta a uma das mais profundas transformações estruturais 
>pelas que passa a América Latina...” 
> 
>Após a exibição haverá um debate com o público presente. A entrada é 
franca. 
> 
>e mais: 
> 
>Dia: 18 de junho 
>19 horas 
> 
>Debate com Ativista israelense que luta conjuntamente com os palestinos 
>contra a ocupação e a construção do "Muro da Vergonha". 
>Apresentação de uma análise histórica sobre a implantação do Estado de 
>Israel e as resistências do povo palestino. 
> 
>Local: Espaço Insurgente 
>Rua do Carro, n.04 Campo da Pólvora (ao lado da Igreja de Santana) 
> 
>------------------------------ 
> 
>Message: 4 
>Date: Tue, 14 Jun 2005 10:57:58 -0700 
>From: XPLAGIOX 
>Subject: [CMI-SSA] SOBRE O FIM DA CENSURA NA BAHIA 
>To: Lista do Coletivo de Mídia Independente de Salvador - Bahia - 
> Brasil 
>Message-ID: <1118771878.42af1aa6ef636 em mail.riseup.net> 
>Content-Type: text/plain; charset=ISO-8859-1 
> 
>-- 
>COM OS OLHOS VENDADOS,O CORAÇÃO ABERTO E O CORPO EM CHAMAS!! 
> 
>Confeso que levei uma "surpreendente surpresa" ( e valha o pleonasmo) 
quando 
>fui 
>a Dimas hoje ( 13.06.05 ) por volta das 18:30 e encontrei um cenário digno 
>daquilo ao que estou acostumado quando das gravações dos meus documentários 
>com 
>sem terras, sem tetos, estudantes, indígenas, piqueteiros argentinos, 
>mineiros 
>bolivianos, grevistas uruguaios, etc, etc, tudo seguido de perto pela 
>policia 
>da classe dominante ...Confesso que não esperaba tal cena, e muito menos 
>escutar detalhes do acontecido como por exemplo:"Tinha oito carros da 
>polícia,vei..!".Sabia do ato que iria se desenrolar na manhá de hoje porque 
>acompanho a lista e porque estive na reunião da quarta passada quando se 
>decidiram algumas ações, mas nunca imaginaria algo tão inusitado no meio de 
>uma 
>classe cuja maioria mantém vínculos tão estreitos com os poderes impostos 
do 
>Estado e das Empressas que apoiam indiretamente o cinema com nossos 
>impostos.Bem, confesso que depois de assitir à ultima reunião da ABCV , me 
>retirei bastante desiludido com ulteriores ações que iriam se desenrolar 
>como a 
>redação de um manifesto, a entrega de uma carta e um ato público, no qual 
>sinceramente não acreditei que traría qualquer beneficio à luta real contra 
>a 
>censura e contra tudo o que inclui o mesmo pacote. E digo que não acreditei 
>porque estou cansado de fazer cobertura de atos reivindicatorios e 
>negociações 
>entre os movimentos sociais e os governos quando o que deve ser feito e de 
>fato já foi feito até aqui ( Revolta do Buzu) é uma ação fisica e 
>inteletualmente reveladora do nosso potencial como individuos dignos e 
>integrados num mesmo coletivo de contestação. Naquela reunião me pareceu,- 
>mas 
>parece que me enganei-, a proposta de " tirar o cara" ( como degrau apenas 
>inicial e não final de uma serie de transformações que poderiam advir 
>disto), 
>nao prosperou, pelo menos nesse instante.Sai, como disse, desiludido e hoje 
>chego e vejo isto. Ainda não saio do meu assombro.Para quem, tomando 
>consciença 
>do espaço social latinoamericano ( e o que ele representa em termos 
>políticos), 
>abdicou de um circuito ortodoxo do fazer audiovisual para se internar na 
>militancia da imagem a servicio da transformação social ( sem invalidar os 
>outros caminhos estéticos), isto, feito pela própria classe é mais dos que 
>um 
>poderoso incentivo a continuar levantando esta bandeira (negra) por uma 
>imagem 
>real, que nos contenha enquanto sobras de um Império em decomposição. 
> 
>Carlos Pronzato 
> 
>------------------------------ 
> 
>_______________________________________________ 
>CMI-SSA mailing list 
>CMI-SSA em lists.indymedia.org 
>http://lists.indymedia.org/mailman/listinfo/cmi-ssa 
> 
>Fim da Digest CMI-SSA, volume 26, assunto 15 
> 
>---------- 


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