[cmi-ssa] Álbum "Biblioteca Amarquista José Oiticia – UniLivre"
Uni Livre Livre
unilivrelivre em gmail.com
Quarta Dezembro 7 13:57:27 PST 2011
Prezados/as,
No Álbum, Biblioteca Amarquista José Oiticia – UniLivre,
http://www.facebook.com/media/set/?set=a.2461298849122.2119578.1151701439&type=1&l=150088a615
neste dia, 7 de Dezembro de 2011, apresentamos:
§ José Oiticica: O Homem;
§ Homenagem Póstuma à Fernando Antônio de Matos, morto em 7 de Dezembro de
2006;
§ Ciência e Fascismo - Carta endereçada ao Ministro da educação e Justiça
de Mussoline, sr. Rocco, 1925 – 1932
§ A Voz do Trabalhador (edição fac similar);
§ Registro da História de uma Greve, Ano 2000, Parte 1:
“Lutar! Lutar! Lutar! Vencer! Vencer! Vencer!
Unidos, Companheiros! Até a Vitória!”
Unidade na Base, na Ação, Nos, Com Os e Pelos Trabalhadores e Oprimidos,
Valores, Princípios, Posturas e Atitudes Emancipadores.
Nestes registros constam fotografias de aulas de Biodanza na greve.
Um Abraço Fraterno,
Amadeu
Nota:
BAJO – UniLivre: Biblioteca Amarquista José Oiticia - Centro UniLivre de
Estudos, Pesquisas, Documentação, Produção, Difusão, Democratização e
Socialização do Saber, História, Fazer, Contar, dizer, falar, ouvir,
sentir, produzir, curtir... – inclusa a irreverência sem causa certa!
Basta de Fogueiras Inqusitoriais!
Vamos?!...
Em construção e luta por sua preservação, desalienação do Ser.
História, Memória... Vida, Cosnciência, Cultura, Alegria, de Viver e
Participar, Cidadãos Íntegros e Solidários.
Esta atividade já vinha sendo desenvolvida antes da fundação da UniLivre,
em 1º de Maio de 1989, e com ela continua até hoje. Mas, agora, surge um
momento especial, em que lhe batizamos com o nome José Oiticica, e assim
ela nasce hoje, quando fazemos o seu lançamento público nesse espaço
virtual, honrando o nome daquele que foi, é e será sempre para nós O Homem
José Oiticica.
Com grata satisfação assinalamos também que em dado momento de nosso
percurso, de nossa vida militante, atuante sem fim nos confins da vida onde
me foi e seja possível participar e compartilhar o amor, a dor, o
sofrimento, a luta daqueles que anseiam e buscam contribuir para um novo
mundo de paz e realizações plenas para todos, em nossas amplas dimensões e
relações interiores e exteriores, pude também participar do GAJO – Grupo
Anarquista José Oiticica, o primeiro grupo anarquista a resusrgir
publicamente com esfacelamento da repressão do regime militar que vigorou
no Brasil a partir de 1964. Fui convidado a participar do GAJO, nova
geração, por um colega estudante que veio a tornar-se um grande amigo pelo
qual nutria e nutro muito respeito e admiração por sua integrade ética e
moral e a sua capacidade enquanto pesssoa humana, estudante, profissional,
homem e cidadão, companheiro militante de muitas andanças.
Quando fui convidado ao GAJO, naquela época eu residia no Alojamento de
Estudantes da UFRJ, onde inicialmente redigi o Jornal-mural Anábase, junto
com o Eduardo, Dudu Macacheira, e após, dei continuidade com a publicação
de Jornal-mural Amarquia, com o lançamento da UniLivre no Aloja.
Muitas foram as notas publicadas, no Aloja, na escola de Educação Física, a
participação intensa na Vida Universitária, em atividades diversas, no
Raízes – em seus cursos, muitos estudos e experiências formais e informais,
no grupo de Soma, a leitura e comevente e a adesão pregressa ao ideário
libertário com a contribuições, entre outras, do livro do Roberto Freire,
“Viva Eu, Viva Tu, Viva O Rabo do Tatu!”, e mais que tudo, a vivência
anterior informal, espontânea e prática daquilo que vim encontrar, renovar
e reforçar em livros e depoimentos diversos. Inclusive a experiência de
atuogestão no quarto onde inicialmente residi com mais dois compaheiros
estudantes, e no módulo, com os demais moradores dos demais quartos.
Nesta época pude participar também de discussões e atividades do Movimento
Pró-COB/AIT: Confederação Operária Brasileira / Associação Internacional
dos Trabalhadores.
Me mudando do Rio de Janeiro para Braília pude participar de atividades do
Centro de Cultura Libertária e do Núcleo Pró COB/AIT. Quando o Núcleo de
Brasília se desfez ante outras opções de atuação dos participantes, algumas
publicações preciosas do Núcleo foram então doadas para a UniLivre,
permanecendo aos meus cuidados e resposabilidade da entidade, entre as
quais uma reprodução Fac Similar de edições do Jornal A Voz do Trabalhador,
as quais reproduzimos algumas fotografias nesse album da BAJO – UniLivre.
Hoje, Dia 7 de dezembro de 2011, passados 5 anos do falecimento de meu
irmão Fernando Antonio de Matos, fazemos também a ele essa homenagem, “In
Memoriam”, e assinalamos a inauguração, em 7 de Dezembro de 2009, do MAR –
MonastérioAshram Arcoíris / Rainbow Ashram Monastéry – RAM, e do IPA –
Instituto Professor Amadeu, na
QR 406, Conjunto 9, Casa 24, em Samambaia Norte, DF, Brasil, no ano 2009,
minha residência e sede provisória destas entidades e da UniLivre.
Grato por poder contribuir.
Amadeu Batista Mota
Romênia, Bucareste, 07 de dezembro de 2011
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