[CMI Galiza] editorial 6 d???

guido aderiva.net guido aderiva.net
Terça-Feira, 4 de Dezembro de 2007 - 05:09:20 PST


vaia dous...!! subímola pois, ou queredes darlle unhas voltinhas máis?  
a mín persoalmente nin me preocupa moito o tema (en relación ao  
indymedia, claro está, outra cousa é a minha opinión persoal), nin as  
persoas que o van mirar con lupa, que ao meu entender tenhen dous  
grandes problemas (o mirar con lupa, i esa amargura tan intensa coa  
que non deixan de impregnar este querido espazo telemático)

concordo co mundo en que deberíamos falar polo miudo diferentes  
aspectos na nosa lóxica de traballo, non somentes o noso target senón  
moitos temas tales como política editorial, xeitos de organización e  
funcionamento,... segue a ser imprescindible unha xuntanza (igual esto  
comeza a ser tamén un problema, e non só os trolls)

fortes apertas a todas, especialmente a oliver&hardy  :)

pd: por certo, ninguén respostou sobre o de pasar á esquerda dous post  
dos que falaba onte, o da convocatoria de CausaGZ pasamos xa que temos  
un flamante editorial sobre o particular e o outro tento subilo eu  
pola tarde, "dios mediante"  :))

máis apertas para todas


Tone <zgenot  yahoo.es> ha escrito:

> Pois o certo é que, além de que pense que igual o de Condorcet seja   
> um pouco excesivo para o indy (probablemente máis produto de   
> complexos que outra coisa..), a verdade é que tes muita raçom no   
> jeito -inconsciente- no que caminham as vezes as minhas objeçons.   
> Como evitar o subjetivo até chegar a substraer-se completamente?
> dificil dificil... ;)
>   em todo caso envio esta ultima enmenda tratando de recolher o   
> escrito e apontado a posteriori por Mundo (como diziam uns rockeiros  
>  dos 80... máximo carinho, máximo respeto ;))
> subímo-la???
>   bjs
>   T.
>
>
>   Nos tempos revolucionários em que se inventava o
> constitucionalismo
> moderno, Jean Antoine Condorcet escreviu: "a cada geraçom a sua   
> própria constituiçom".
> Entendia Condorcet que qualesquera tentativa por conter a potência   
> política do
> movimento dentro de um marco constitucional estava chamada ao
> fracasso por
> nom ser mais que fonte da tirania futura. Ao determinar numha
> geraçom o
> umbral temporal da constituiçom, da-se a entender que "umha geraçom   
> nom pode subordinar às suas leis, às geraçons futuras".
> À `Constituiçom espanhola de 1978 foi ferramenta de cooptaçom , de   
> captura e laminaçom da conflictividade social. Foi ademáis sutil   
> pacto para a subverssom do feito nacional de novo em dispositivo   
> homogeneizador. Além, sémelha dificil que umha nova geraçom que há   
> de fazer fronte à
> globalizaçom poda definir o seu marco de loita nos límites do
> constitucionalismo do Estado nacional. As transformaçons na
> constituiçom material da sociedade, nas verdadeiras relaçons de
> poder
> que determinam as nossas existências, fam da constituiçom formal
> (o
> marco legal de 1978) umha ferramenta mais da dominaçom, um poder
> esmorecente que só poderá sobrevivir como jogo simbólico. É tempo,   
> já que logo de criar contrapoder, de desencadear movimento e
> autonomía. É
> hora de afondar na emergência do poder constituinte, aquí e
> agora.
>   Manifestaçom nacional 6d: http://galiza.indymedia.
> org/gz/2007/12/13355.shtml
> Blogue da iniciativa:
> http://causagz.blogspot.com/
> Arrincadeira, música contra a constituiçom:
> http://galiza.indymedia.org/gz/2007/11/13253.shtml
> Editorial, `o 25 de Julio e além´:
> http://galiza.indymedia.org/gz/2007/07/11749.shtml
>
> Desde outros pontos do estado español:
> Andalucía http://galiza.indymedia.org/gz/2007/12/13341.shtml
> Euskal Herria   
> http://euskalherria.indymedia.org/eu/2007/12/438500.shtml Catalunya:  
>  http://www.decideixodecidir.cat/
>
> "mundus  bluewin.ch" <mundus  bluewin.ch> escribió:
>   Sem polémicas e com agarimo, Tone: nom sei porque nom se pode
> mencionar a Condorcet, por exemplo, e si dizer cousas como "sutil
> pacto para a subverssom do feito nacional em novo jeito de captura
> (pos?)colonial". A verdade é que um dia de estes deveriamos debatir
> quem é para cada um de nós essa "gente que habita o indy" e mesmo,
> alem de mais, que gente gostariamos de incorporar ao indy com
> independência de quem já o habita. Porque francamente a mim dá-me que
> nom som (somos) as que colgamos mais posts as que necessariamente
> representamos melhor a audiência do indy e, menos ainda, esse
> independentismo ráncio que vulnera sistematicamente as regras de jogo
> do indy cos seus modelos frontistas e propaganda de partido (ou de
> organizaçons satélite de partido). Acho, porém, que os quatro de
> sempre pesam moito na audiência imaginária à que destinamos os nossos
> editoriais.
>
> Conste que nom se trata de excluir a nenhum, mas coido que neste
> remake, como em moitos outros anteriores, está-se a pensar mais em
> termos de evoluçom unitária face ao pós-independentismo (cousa que me
> parece fenomenal) que nom, por exemplo, em termos de audiências (pós)
> libertárias e, menos ainda, (pós)comunistas. Com todo, por mim
> tiremos para adiante co texto, que tampouco é cousa de eternizar-se
> por um editorial. Considerade as minhas palavras simplesmente como
> umha aportaçom ao debate que coido temos que ter como colectivo
> editorial.
>
> Beijos e abraços!
> Mundo.
>
> PS: Por certo, nom sei se encaixa, mas as campanhas polo direito a
> decidir acó em Catalunya (sobretodo após a manifa do sábado) coido
> que poderiam ter o seu sítio.
>
>
> ----Message d'origine----
> De: tone  fugaemrede.info
> Date: 03.12.2007 13:45
> À:
> Objet: Re: [CMI Galiza] editorial 6 d???
>
> Ei compas, fixem algumha modificaçom; nom é que nom esteja
> absolutamente
> dacordo com o apontado por Mundo, é que creio que igual assim é
> máis
> legivel para a gente que habita o indy, nom?
>
> metim algumha referencia e ligaçom...
>
> nom me dedes muita canha, é por isto de buscar um jogo máis
> plural...
>
>
> Nos tempos revolucionários em que se inventava o
> constitucionalismo
> moderno, alguém escreviu: "a cada geraçom a sua própria
> constituiçom".
> Entendia-se que qualesquera tentativa por conter a potência
> política do
> movimento dentro de um marco constitucional estava chamada ao
> fracasso por
> nom ser mais que fonte da tirania futura. Ao determinar numha
> geraçom o
> umbral temporal da constituiçom, da-se a entender que "umha geraçom
> nom
> pode subordinar às suas leis, às geraçons futuras".
> À `Constituiçom espanhola de 1978 foi ferramenta de cooptaçom , de
> captura
> e laminaçom da conflictividade social. Foi ademáis sutil pacto para
> a
> subverssom do feito nacional em novo jeito de captura (pos?)
> colonial.
> Além, sémelha dificil que umha nova geraçom que há de fazer fronte
> à
> globalizaçom poda definir o seu marco de loita nos límites do
> constitucionalismo do Estado nacional. As transformaçons na
> constituiçom material da sociedade, nas verdadeiras relaçons de
> poder
> que determinam as nossas existências, fam da constituiçom formal
> (o
> marco legal de 1978) umha ferramenta mais da dominaçom, um poder
> esmorecente que só poderá sobrevivir como jogo simbólico. É tempo,
>> que logo de criar contrapoder, de desencadear movimento e
> autonomía. É
> hora de afondar na emergência do poder constituinte, aquí e
> agora.
>
> Manifestaçom nacional 6d: http://galiza.indymedia.
> org/gz/2007/12/13355.shtml
> Blogue da iniciativa:
> http://causagz.blogspot.com/
> Arrincadeira, música contra a constituiçom:
> http://galiza.indymedia.org/gz/2007/11/13253.shtml
> Editorial, `o 25 de Julio e além´:
> http://galiza.indymedia.org/gz/2007/07/11749.shtml
>
>
> Desde outros pontos do estado español:
> Andalucía http://galiza.indymedia.org/gz/2007/12/13341.shtml
> Euskal Herria http://euskalherria.indymedia.org/eu/2007/12/43850.
> shtml
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>> ola!!
>>
>> faltarían referencias ao propio proceso que se está a desenvolver
> na
>> galiza, se cadra podemos sacalo dalgún texto de CGz (eu insisto
> na
>> necesidade de que os colectivos colaboren na redacción dos
> editoriais
>> se é posible, ou polo menos que quede claro o traballo que se
> está a
>> desenvolver). a maiores, tamén molaba ponher as ligazóns que
>> consideremos oportunas (CausaGZ, outros movementos no estado na
> linha
>> do falado no artigo...)
>>
>> bravo polo traballo mundo!!
>>
>>
>> apertas
>>
>>
>>
>>
>>
>> "mundus  bluewin.ch" ha escrito:
>>
>>> Ei, como o vedes?
>>> bjs,
>>> m.
>>>
>>> (Proposta de editorial sobre o 6)
>>>
>>> PODER CONSTITUINTE, AQUI E AGORA
>>>
>>> Nos tempos revolucionários em que se inventava o
> constitucionalismo
>>> moderno, Jean Antoine Condorcet escreviu: "a cada geraçom a sua
>>> própria constituiçom". Entendia Condorcet que qualesquera
> tentativa
>>> por conter a potência política do movimento dentro de um marco
>>> constitucional estava chamada ao fracasso por nom ser mais que
> fonte
>>> da tirania futura. Ao determinar numha geraçom o umbral temporal
> da
>>> constituiçom, Condorcet desmontava a conceiçom da soberania
>>> absolutista, proposta por Jean Bodin nos inícios da modernidade
> e
>>> para a qual o poder soberano trascendia às existências humanas.
> De
>>> aqui que, na Constituiçom revolucionária de 1793, o artigo
> XXVIII
>>> reconhecesse o direito a revisar, reformar o mudar a própria
>>> constituiçom sobre a base de que "umha geraçom nom pode
> subordinar às
>>> suas leis, às geraçons futuras".
>>> À geraçom Constituiçom espanhola de 1978 vai-se-lhe passando o
>>> tempo e por isso a sua defessa é cousa cada vez mais do
>>> conservadurismo. De feito, umha nova geraçom que há de fazer
> fronte à
>>> globalizaçom nom pode definir o seu marco de loita nos límites
> do
>>> constitucionalismo do Estado nacional. As transformaçons na
>>> constituiçom material da sociedade, nas verdadeiras relaçons de
> poder
>>> que determinam as nossas existências, fam da constituiçom formal
> (o
>>> marco legal de 1978) umha ferramenta mais da dominaçom, um
> poder
>>> esmorecente que só poderá sobrevivir como jogo simbólico. É
> tempo, já
>>> que logo de afondar na emergência do poder constituinte, aquí e
>>> agora.
>>>
>>>
>>>
>>> ----Message d'origine----
>>> De: guido  aderiva.net
>>> Date: 03.12.2007 09:35
>>> À:
>>> Objet: Re: [CMI Galiza] editorial 6 d???
>>>
>>> sería interesante darlle relevancia á convocatoria de CG na
> columna
>>> da
>>> esquerda, por exemplo, así como priorizar todas as crónicas que
>>> se
>>> fagan do acto, mais non vexo o do editorial. de facelo, penso
>>> que
>>> sería mellor que o redactase a xente de CG como propós
>>>
>>> fortes apertas
>>>
>>> tone  fugaemrede.info ha escrito:
>>>
>>>> Quem se atreve com um editorial anti-constitucional???
>>>>
>>>> digo, que creio que sería lógico reflectir o tema tanto do
>>> desafecto geral
>>>> ao 6 de dezembro como da movilizaçom da causa galiza que creio
>>> que goste a
>>>> gente ou nom, é um momento importante para parte do
> movimento...
>>>>
>>>> ou,.... como o vedes?
>>>>
>>>> pd: outra posibiidade sería sugerir a causa gz que elaborem um
>>>> editorial...
>>>>
>>>> bjs
>>>>
>>>> T.
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