[CMI Galiza] editorial 6 d???
Tone
zgenot yahoo.es
Terça-Feira, 4 de Dezembro de 2007 - 02:43:15 PST
Pois o certo é que, além de que pense que igual o de Condorcet seja um pouco excesivo para o indy (probablemente máis produto de complexos que outra coisa..), a verdade é que tes muita raçom no jeito -inconsciente- no que caminham as vezes as minhas objeçons. Como evitar o subjetivo até chegar a substraer-se completamente?
dificil dificil... ;)
em todo caso envio esta ultima enmenda tratando de recolher o escrito e apontado a posteriori por Mundo (como diziam uns rockeiros dos 80... máximo carinho, máximo respeto ;))
subímo-la???
bjs
T.
Nos tempos revolucionários em que se inventava o
constitucionalismo
moderno, Jean Antoine Condorcet escreviu: "a cada geraçom a sua própria constituiçom".
Entendia Condorcet que qualesquera tentativa por conter a potência política do
movimento dentro de um marco constitucional estava chamada ao
fracasso por
nom ser mais que fonte da tirania futura. Ao determinar numha
geraçom o
umbral temporal da constituiçom, da-se a entender que "umha geraçom nom pode subordinar às suas leis, às geraçons futuras".
À `Constituiçom espanhola de 1978 foi ferramenta de cooptaçom , de captura e laminaçom da conflictividade social. Foi ademáis sutil pacto para a subverssom do feito nacional de novo em dispositivo homogeneizador. Além, sémelha dificil que umha nova geraçom que há de fazer fronte à
globalizaçom poda definir o seu marco de loita nos límites do
constitucionalismo do Estado nacional. As transformaçons na
constituiçom material da sociedade, nas verdadeiras relaçons de
poder
que determinam as nossas existências, fam da constituiçom formal
(o
marco legal de 1978) umha ferramenta mais da dominaçom, um poder
esmorecente que só poderá sobrevivir como jogo simbólico. É tempo, já que logo de criar contrapoder, de desencadear movimento e
autonomía. É
hora de afondar na emergência do poder constituinte, aquí e
agora.
Manifestaçom nacional 6d: http://galiza.indymedia.
org/gz/2007/12/13355.shtml
Blogue da iniciativa:
http://causagz.blogspot.com/
Arrincadeira, música contra a constituiçom:
http://galiza.indymedia.org/gz/2007/11/13253.shtml
Editorial, `o 25 de Julio e além´:
http://galiza.indymedia.org/gz/2007/07/11749.shtml
Desde outros pontos do estado español:
Andalucía http://galiza.indymedia.org/gz/2007/12/13341.shtml
Euskal Herria http://euskalherria.indymedia.org/eu/2007/12/438500.shtml Catalunya: http://www.decideixodecidir.cat/
"mundus bluewin.ch" <mundus bluewin.ch> escribió:
Sem polémicas e com agarimo, Tone: nom sei porque nom se pode
mencionar a Condorcet, por exemplo, e si dizer cousas como "sutil
pacto para a subverssom do feito nacional em novo jeito de captura
(pos?)colonial". A verdade é que um dia de estes deveriamos debatir
quem é para cada um de nós essa "gente que habita o indy" e mesmo,
alem de mais, que gente gostariamos de incorporar ao indy com
independência de quem já o habita. Porque francamente a mim dá-me que
nom som (somos) as que colgamos mais posts as que necessariamente
representamos melhor a audiência do indy e, menos ainda, esse
independentismo ráncio que vulnera sistematicamente as regras de jogo
do indy cos seus modelos frontistas e propaganda de partido (ou de
organizaçons satélite de partido). Acho, porém, que os quatro de
sempre pesam moito na audiência imaginária à que destinamos os nossos
editoriais.
Conste que nom se trata de excluir a nenhum, mas coido que neste
remake, como em moitos outros anteriores, está-se a pensar mais em
termos de evoluçom unitária face ao pós-independentismo (cousa que me
parece fenomenal) que nom, por exemplo, em termos de audiências (pós)
libertárias e, menos ainda, (pós)comunistas. Com todo, por mim
tiremos para adiante co texto, que tampouco é cousa de eternizar-se
por um editorial. Considerade as minhas palavras simplesmente como
umha aportaçom ao debate que coido temos que ter como colectivo
editorial.
Beijos e abraços!
Mundo.
PS: Por certo, nom sei se encaixa, mas as campanhas polo direito a
decidir acó em Catalunya (sobretodo após a manifa do sábado) coido
que poderiam ter o seu sítio.
----Message d'origine----
De: tone fugaemrede.info
Date: 03.12.2007 13:45
À:
Objet: Re: [CMI Galiza] editorial 6 d???
Ei compas, fixem algumha modificaçom; nom é que nom esteja
absolutamente
dacordo com o apontado por Mundo, é que creio que igual assim é
máis
legivel para a gente que habita o indy, nom?
metim algumha referencia e ligaçom...
nom me dedes muita canha, é por isto de buscar um jogo máis
plural...
Nos tempos revolucionários em que se inventava o
constitucionalismo
moderno, alguém escreviu: "a cada geraçom a sua própria
constituiçom".
Entendia-se que qualesquera tentativa por conter a potência
política do
movimento dentro de um marco constitucional estava chamada ao
fracasso por
nom ser mais que fonte da tirania futura. Ao determinar numha
geraçom o
umbral temporal da constituiçom, da-se a entender que "umha geraçom
nom
pode subordinar às suas leis, às geraçons futuras".
À `Constituiçom espanhola de 1978 foi ferramenta de cooptaçom , de
captura
e laminaçom da conflictividade social. Foi ademáis sutil pacto para
a
subverssom do feito nacional em novo jeito de captura (pos?)
colonial.
Além, sémelha dificil que umha nova geraçom que há de fazer fronte
à
globalizaçom poda definir o seu marco de loita nos límites do
constitucionalismo do Estado nacional. As transformaçons na
constituiçom material da sociedade, nas verdadeiras relaçons de
poder
que determinam as nossas existências, fam da constituiçom formal
(o
marco legal de 1978) umha ferramenta mais da dominaçom, um poder
esmorecente que só poderá sobrevivir como jogo simbólico. É tempo,
já
que logo de criar contrapoder, de desencadear movimento e
autonomía. É
hora de afondar na emergência do poder constituinte, aquí e
agora.
Manifestaçom nacional 6d: http://galiza.indymedia.
org/gz/2007/12/13355.shtml
Blogue da iniciativa:
http://causagz.blogspot.com/
Arrincadeira, música contra a constituiçom:
http://galiza.indymedia.org/gz/2007/11/13253.shtml
Editorial, `o 25 de Julio e além´:
http://galiza.indymedia.org/gz/2007/07/11749.shtml
Desde outros pontos do estado español:
Andalucía http://galiza.indymedia.org/gz/2007/12/13341.shtml
Euskal Herria http://euskalherria.indymedia.org/eu/2007/12/43850.
shtml
> ola!!
>
> faltarían referencias ao propio proceso que se está a desenvolver
na
> galiza, se cadra podemos sacalo dalgún texto de CGz (eu insisto
na
> necesidade de que os colectivos colaboren na redacción dos
editoriais
> se é posible, ou polo menos que quede claro o traballo que se
está a
> desenvolver). a maiores, tamén molaba ponher as ligazóns que
> consideremos oportunas (CausaGZ, outros movementos no estado na
linha
> do falado no artigo...)
>
> bravo polo traballo mundo!!
>
>
> apertas
>
>
>
>
>
> "mundus bluewin.ch" ha escrito:
>
>> Ei, como o vedes?
>> bjs,
>> m.
>>
>> (Proposta de editorial sobre o 6)
>>
>> PODER CONSTITUINTE, AQUI E AGORA
>>
>> Nos tempos revolucionários em que se inventava o
constitucionalismo
>> moderno, Jean Antoine Condorcet escreviu: "a cada geraçom a sua
>> própria constituiçom". Entendia Condorcet que qualesquera
tentativa
>> por conter a potência política do movimento dentro de um marco
>> constitucional estava chamada ao fracasso por nom ser mais que
fonte
>> da tirania futura. Ao determinar numha geraçom o umbral temporal
da
>> constituiçom, Condorcet desmontava a conceiçom da soberania
>> absolutista, proposta por Jean Bodin nos inícios da modernidade
e
>> para a qual o poder soberano trascendia às existências humanas.
De
>> aqui que, na Constituiçom revolucionária de 1793, o artigo
XXVIII
>> reconhecesse o direito a revisar, reformar o mudar a própria
>> constituiçom sobre a base de que "umha geraçom nom pode
subordinar às
>> suas leis, às geraçons futuras".
>> À geraçom Constituiçom espanhola de 1978 vai-se-lhe passando o
>> tempo e por isso a sua defessa é cousa cada vez mais do
>> conservadurismo. De feito, umha nova geraçom que há de fazer
fronte à
>> globalizaçom nom pode definir o seu marco de loita nos límites
do
>> constitucionalismo do Estado nacional. As transformaçons na
>> constituiçom material da sociedade, nas verdadeiras relaçons de
poder
>> que determinam as nossas existências, fam da constituiçom formal
(o
>> marco legal de 1978) umha ferramenta mais da dominaçom, um
poder
>> esmorecente que só poderá sobrevivir como jogo simbólico. É
tempo, já
>> que logo de afondar na emergência do poder constituinte, aquí e
>> agora.
>>
>>
>>
>> ----Message d'origine----
>> De: guido aderiva.net
>> Date: 03.12.2007 09:35
>> À:
>> Objet: Re: [CMI Galiza] editorial 6 d???
>>
>> sería interesante darlle relevancia á convocatoria de CG na
columna
>> da
>> esquerda, por exemplo, así como priorizar todas as crónicas que
>> se
>> fagan do acto, mais non vexo o do editorial. de facelo, penso
>> que
>> sería mellor que o redactase a xente de CG como propós
>>
>> fortes apertas
>>
>> tone fugaemrede.info ha escrito:
>>
>>> Quem se atreve com um editorial anti-constitucional???
>>>
>>> digo, que creio que sería lógico reflectir o tema tanto do
>> desafecto geral
>>> ao 6 de dezembro como da movilizaçom da causa galiza que creio
>> que goste a
>>> gente ou nom, é um momento importante para parte do
movimento...
>>>
>>> ou,.... como o vedes?
>>>
>>> pd: outra posibiidade sería sugerir a causa gz que elaborem um
>>> editorial...
>>>
>>> bjs
>>>
>>> T.
>>>
>>>
>>>
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