[CMI Galiza] 29/30
Pedro
pirgez riseup.net
Tera-Feira, 3 de Julho de 2007 - 15:00:16 PDT
Ol
Felicidades s culpbeis das accins na Queerunha. As fotos e vdeos que
puiden ver non fixeron mis que incrementar o fastidio por non poder ir,
pero ando liado de mis con mil cousas.
Se vos parece manhn devolvo o indy s suas cores orixinais... se non
hai novas propostas claro.
Bks a todas
David Bruzos wrote:
> para facer un editorial sobre o tema tortura e a marcha á lama, temos
> material tamén dos actos do día 26 de xuño.... en la región de
> ourense incluso despois da nota á prensa se animou a escribir un
> editorialista apoiando o traballo da comisión (esto xa é de coña
> total!!!!!!)
> e para o día 25 ou 26 molaba o que propón mundo...
> Bicos gordos
>
> mundus bluewin.ch <mailto:mundus bluewin.ch> escribió:
>>
>> Concordo coas propostas de Tone e se vos parece miro de ir preparando
>> um editorial para o Dia da Post-Mátria ;-)
>>
>> bjs,
>>
>> m.
>>
>> ----Message d'origine----
>> De: zgenot yahoo.es <mailto:zgenot yahoo.es>
>> Date: 03.07.2007 20:17
>> À: <imc-galiza lists.indymedia.org>
>> <mailto:imc-galiza lists.indymedia.org>
>> Objet: Re: [CMI Galiza] 29/30
>>
>> Olá compas...
>>
>> ...igual era coisa de...
>>
>> - ir rematando de actualiçar o central do 29/30
>> - ir quitando o rosa do fundo
>> - ir fazendo/metendo um novo editorial...
>>
>> Porem ja que a marcha a lama queda para o 14, igual podíamos meter
>> algo previo a modo de sintese do curso, chamada a participaçom
>> constructiva no indy, etc etc etc...
>> beijinhos para todas...
>> T.
>>
>>
>> */sweena <sweena faita.net> <mailto:sweena faita.net>/* escribió:
>>
>> ok,
>>
>> estou-no subindo!!!
>>
>> sweena
>>
>> O Mér, 27-06-2007 ás 11:47 +0200, Antón Gómez Reino Varela
>> escribiu:
>> > se vos parece podemos adiar o editorial sobre a tortura para o
>> marco
>> > do día 7 de julho e a marcha a Lama. Vos diredes?
>> >
>> > Polo de agora as MariBolheras enviam este texto sobre a jornada de
>> > este fimde.
>> >
>> > A intro é minha (bastante espesa como a néboa de esta
>> manha...) é
>> > obviamente pode ser enmendada sem rubor ;-)
>> > pd: havía que subi-lo quanto antes.
>> > pd2: em quanto estejam as actividades do nucleo prekario para o
>> fimde
>> > imos engadindo, nom?
>> >
>> >
>> > ---------------------------------------
>> >
>> >
>> > A construçom revolucionaria é umha sutil conjugaçom de desejos e
>> > práticas. A concretizaçom do desordem das linhas forças da
>> sociedade
>> > espectacular (capitalista) deve preceder a autoorganizaçom dos
>> > desejos. Neste marco de actuaçom este fim de semana volverá a ter
>> > lugar um evento (neste caso de dous días) no que tratarám de
>> ponher-se
>> > em marcha revindicaçons radicais sobre os géneros, as
>> sexualidades e a
>> > precarizaçom da existência.
>> >
>> >
>> > A FAMÍLIA NUCLEAR É RADIACTIVA
>> >
>> > Com motivo do 28 de Junho, dia da libertaçom de maricas,
>> bolhos, bis,
>> > trans e outras dissidentes sexuais queremos realizar um
>> exerciço de
>> > força, vida e desejo: na cidade da Corunha terá lugar umha
>> > manifestaçom, seguida dumha grande festa no Campo da lenha.
>> Todo isto
>> > no marco dumhas jornadas mais amplas nas que diversas activistas e
>> > colectivos galegos explorarám as relaçons existentes entre
>> > sexualidades, géneros, mercado e precariedade.
>> >
>> > O 28 de junho de 1969 a polícia irrompia no bar gai Stonewall
>> Inn de
>> > Nova Iorque. A resistência a serem arrestados provocou umha
>> revolta
>> > que se traduziu em vários dias de distúrbios, polícias e
>> manifestantes
>> > feridos, dúzias de veículos policiais queimados e algo muito mais
>> > importante: o nascimento do movimento de libertaçom gai.
>> >
>> > Stonewall foi umha revolta. Foi umha revolta, sobretodo, contra a
>> > suposta existência dumha sexualidade natural: a multitom de grupos
>> > activistas que surgirom ao calor daqueles meses tinham-no mui
>> claro:
>> > queriam ir além; entendiam a sexualidade como um espaço
>> > permanentemente por reinventar mais alá das categorias de
>> género ou
>> > opçom sexual; ligando isto a umha experiència mais ampla de
>> libertaçom
>> > e de transformaçom radical da sociedade.
>> >
>> > Frente s políticas de integraçom no regimem heteronormativo
>> apostamos
>> > pola desobediência. A heterossexualidade nom é só umha mera
>> opçom
>> > sexual: articula-se como um autêntico regimem político que se
>> > reproduze socialmente provocando exclussons e opressons
>> > significativas. A homofobia, a lesbofobia e a transfobia seguem
>> vivas.
>> > As nenas marimachos e os nenos mariquitas seguem a sofrer abusos e
>> > vejaçons por parte dos seus companheiros nos colégios. Seguem
>> a sofrer
>> > a violenta experiência dum desejo afectivo e sexual que nom
>> encontra
>> > ligaçons no seu entorno. Abocad s ao abismo, soidade e
>> precariedade
>> > afectiva, ao suicídio.
>> > Ademais, @s "diferentes" ,seguem a ser assasinad s em muitos
>> lugares
>> > por desafiar as normas de género.
>> >
>> > Mesmo em contextos como o nosso, onde os espaços de toleráncia
>> > ganhados nos últimos anos pareciam abrir novas vias para umha
>> > transformaçom e experimentaçom radical das sexualidades,
>> emergem com
>> > força, por umha parte, as políticas homófobas e machistas da
>> Nova
>> > Direita, em defessa dos "Valores Familiares". Por outra parte,
>> o "gai"
>> > cristaliza como umha mera marca no mercado global, como umha
>> forma de
>> > consumo sofisticada e cool. Queremos desvincular-nos da
>> > mercantilizaçom do "gai", do chamado dia do "orgulho", do euro
>> rosa,
>> > dos desfiles comerciais sponsorizados por multinacionais, dos
>> modelos
>> > neoliberais e classistas que nos tentam impór. Rechaçamos
>> > convocatórias como a do Europride em Madrid que, desde posturas
>> > acomodatícias e desideologizadas vendem-nos umha integraçom
>> social
>> > ilusória em favor da nossa obediência e o nosso consumo.
>> Reivindicamos
>> > umha diversidade de corpos e formas frente aos rígidos modelos
>> > publicitários, que encerram o desejo numha ditadura.
>> >
>> > A heterossexualidade normativa, absolutamente onipresente em todo o
>> > social -educaçom, modelos, televisom, literatura, publicidade,
>> etc-
>> > também está a provocar umha certa homonormatividade tolerada:
>> aquela
>> > que simula os modelos de relaçom da hetero, o da parelha estável,
>> > monogámica, casada, consumidora e hipotecada. Plantejamos que hai
>> > outros modelos de vida, de afectos e prazeres.
>> >
>> > As nossas sexualidades, sempre rechaçadas, anatemizadas,
>> > ridiculizadas, controladas, medicalizadas, ou "toleradas" som umha
>> > expressom de ingovernabilidade. E emergem com todas aquelas que
>> sofrem
>> > estas ou outras formas de exclussom: mulheres, migrantes,
>> precári s,
>> > sem papéis, discriminadas por qualquer causa: façamos causa
>> comum, a
>> > sua normalidade é bem aburrida: nom deixemos as nossas vidas
>> nas suas
>> > mans.
>> >
>> >
>> > ligaçom ano passado
>> > (http://galiza.indymedia.org/gz/2006/06/7513.shtml)
>> > Por que nom faltar?
>> > (http://galiza.indymedia.org/gz/2007/06/11544.shtml)
>> >
>> > Maribolheras http://maribolheras.blog.com/
>> > Lerchas http://lerchas.blogspot.com/
>> > Mulheres Transgredindo http://mulheres.causaencantada.org/
>> > Andaina http://www.andainamulleres.org/
>> >
>> > directorio activista queer
>> > (http://galiza.indymedia.org/pt/2005/08/4379.shtml)
>> >
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