[CMI Galiza] editorial 25-J

mundus bluewin.ch mundus bluewin.ch
Quinta-Feira, 12 de Julho de 2007 - 00:27:27 PDT


Perfecto o timing para os editoriais. Miramos de dar no entanto com 
algumha soluçom discursiva para rempraçar "galeguismo" (dizem os 
físicos: se há problema é que há soluçom!) e imos reflexionando sobre 
os procedimentos que nos permitam seguir a manter viva a coluna 
central sem que nos suponha um esforço militantista esgotador...

Beijinhos a todxs,
Mundo.



----Message d'origine----
De: guido  aderiva.net
Date: 11.07.2007 18:55
À: <imc-galiza  lists.indymedia.org>
Objet: Re: [CMI Galiza] editorial 25-J

penso que o editorial "matrio" podémolo colgar o sábado, pasada a 
marcha
á lama, se vos parece ben. eu o colgo sen faio, así voume pulindo 
coma
techie  :)

e así podedes dar un par de voltas máis se queredes ao texto, sen 
dúbida
enriquecedor para un servidor, a maiores de vir (e seguir) nunha 
linha
de traballo na que os termos familiares na sua aplicación política 
(nai,
pai, irmao...) seguen a producir certo "repelús"

fortes bks


El mié, 11-07-2007 a las 12:12 +0200, Antón Gómez Reino Varela 
escribió:
> realmente nom sei se`la rivoluzione é finita´ pero seguro que
>  `abbiamo vinto´.
> Agora à serio, certamente nom podo ver-lhe matiz algúm as 
explicaçons
> de Mundo; o que sabe, sabe ;-) e o que nom sabe trollea (eu ;)
> Queda pois essa verssom como definitiva, nom compas?
>  
> E agora que sei que som máis galeguista que o iogur de grelos de 
Juan
> Pardo :P a ver se damos com esses jeitos máis agiles de fazer os
> editoriais. Porém, creio que devemos parabeniçar-nos polo 
dinamismo
> que estamos a dar-lhe o IMC nestes ultimos meses... nom é?
>  
> Pola minha banda sinto os beijos como corpo e espero que os meus
> agarimos cheguem também além do río furelos...
>  
> bjs enormes, compas, irmás....
>  
> T.
> 
> 
> "mundus  bluewin.ch" <mundus  bluewin.ch> escribió: 
>         Uf, uf, uf... Já nom dou abondo...
>          
>         A ver se me explico bem sem parecer um troll ;-)
>          
>         Nom coido que haja nenhuma necessidade de imperfeiçom 
teórica,
>         embora de dar coas termologias sinxelas que rebaixem as
>         componhentes estéticas mais disonantes (por exemplo,
>         adjectivamos de "ingovernável" a "maquina de guerra" 
estamos a
>         fazer estética, nom contido, umha imperfeiçom teórica que 
sem
>         dúvida soa bem --elemento estético-- embora difumina o
>         significado do conceito originário): do que se tratar 
aqui, já
>         postos a falar no terreo do conhecimento teórico, é da 
síntese
>         simbólica de contidos teóricos (o "symbolic package" do 
que
>         fala a escola goffmaniana). 
>          
>         Neste senso, entendo que poida haver seitores do 
movimento que
>         tenham chegado a tales níveis de desenvolvimento do seu
>         auto-referencialismo político tan brutais que nom saibam 
nem
>         reconhecer já o que os levou a ser indepes (suponho que 
seria
>         o "galeguismo", claro que o mesmo participam do mesmo 
aparelho
>         categorial da direita espanhola e já só aspiram a 
"romper
>         España"). 
>          
>         Para mim, galeguismo é umha palavra de mínimos (tam de 
mínimos
>         que mesmo gentes do PP podem ser galeguistas). 
Galeguismo,
>         goste-se ou nom, é a única possibilidade de sair do
>         nacionalismo como ideologia da modernidade defendendo a 
nossa
>         singularidade qualesquer, a nossa galeguidade (palavro 
que de
>         seguro soa ainda pior que galeguismo, embora nom haja 
outro
>         precissamente por isto mesmo: por ser a nossa 
singularidade
>         irreductível). 
>          
>         Nom acho que pode levar a rejeitar galeguismo que nom 
seja a
>         estética, certamente sobada polo poder, que dimana esta
>         palavra. E desde logo, polos meus mortos (perdoade o
>         dramatismo, mas, já postos a fazer enjuiçamentos
>         subjectivos, nom podo deixar de ter presente a quem na 
minha
>         família defendeu o galeguismo nas prissons franquistas 
antes
>         de que a sociedade do espectáculo vinhera a fazer uso da
>         intifada hormonal do kaleborrokismo galaiko ad maiorem 
gloria
>         do discurso fraguiano anti-secessionista), nom só nom 
podo
>         considerar que seja o pior da modernidade, embora o 
melhor.
>         Nom penso, aliás, que seja cousa de ver aqui quem é o 
mais
>         radikal dos radikais... (a radikalidade como identidade 
nom me
>         interessa, sei bem onde há antagonismo e onde patologias
>         identitárias.
>          
>         Com todo, se galeguista molesta poderiamos ponher MNLG, 
que
>         nom vem ser o mesmo exactamente, ainda que seguramente 
vai num
>         senso semelhante e de seguro que nom fai sofrir aos
>         radikais... Nom sei se me explico, mas nom acho outra
>         alternativa que dizer as cousas como som e nom se deixar
>         abafar. Mirando, embora de ser construtivo, se calhar o 
mesmo
>         se poderia recorrer a algumha fórmula que
>         comprendera libertaçom nacional, a nom discriminaçom de
>         nascimento, ou assi. Mas nom vejo de que jeito explicar 
todo
>         isto sem recorrer ao symbolic package.
>          
>         Um último apontamento: nom coido que toda a audiência do
>         indymedia, para a que deveriamos estar a escrever, seja 
o
>         interlocutor imaginário ao que está escrevendo Tone. Nom 
é
>         cousa de fazer do IMC parte do MNLG (o que por certo é 
um
>         debate tristemente ancorado na memória de este colectivo
>         editorial). Outras neste colectivo temos outros 
interlocutores
>         imaginários que som multitudes e nom plebes 
independentistas.
>         Multitudes que seguramente sabem o que é ser galeguista, 
mesmo
>         quando tenhem votado ao PP (si, si... ou é acreditamos 
na
>         representaçom mais que os própios representantes?).
>          
>         Polo que fai ao ponto 2, o que precissava era o câmbio 
do
>         lugar do pronome. Mesmo se nom adoito ser moi atinado 
coido
>         que se diz "pode que se bote em falta" e nom "pode que 
bote-se
>         em falta". Ainda que nom sou filólogo...
>          
>         3. Melhor deixar momento, logo...
>          
>         4. De novo o de galeguismo. Sinto-o, mas por mais que o
>         penso nom acho alternativas... Coido aliás que cómpre 
ter
>         clara a distinçom entre galeguismo (o movimento) e 
outros
>         conceitos como independentismo, regionalismo, autonomismo 
(que
>         nom autonomia), etc... ligados todos eles a estratégias 
de
>         libertaçom nacional. Pessoalmente acho que o nom é cousa 
de
>         situarmo-nos tacticamente num continuum de radikalidade 
em
>         relaçom ao processo geo-histórico de construçom estatal 
(o
>         state-building), embora de reivindicar o feito de nascer 
em
>         Galiza como umha singularidade qualesquera ("ser galego 
nom
>         por só ser galego, embora por ser igual que qualesquera 
outra
>         pessoa que tenha qualesquera outras
>         coordenadas espaço-temporais de nascimento").
>          
>         5. Okis
>          
>         6. Nada de jus solis, precissamente todo o contrário: 
este
>         afirma-se como tal nom momento em que territorializa, 
algo que
>         só é possível no momento em que a indefensom da nossa mai 
no
>         acto do nosso nascimento nos insire baixo o poder soberam 
da
>         patria potestas. O mesmo que có de território, acho que 
as
>         modificaçons de Tone intentam conciliar um devir que 
arraiga
>         na deriva independentista do galeguismo (dito seja co 
maior
>         dos respeitos pola sua trajectória política --aqui cada 
quem
>         temos a nossa e todas igual de valiosas) e que nom 
alcança à
>         ruptura coa territorializaçom da modernidade. Nom é 
viver
>         baixo a opressom espanhola o que nos fai antagonistas, 
embora
>         o nascimento. O problema na pós-moderindade é que por 
ter
>         acadado a migraçom um outro nível, o nascimento como 
categoria
>         só alcanza a ser emancipatória fora da forma-Estado: isto 
é
>         afirmaçom autónoma da nossa galeguidade fronte à lógica 
da
>         "naturalizaçom" (em rigor "artifício") do jus solis. Ser
>         realmente antagonista nom é apostar polo jus solis fronte 
ao
>         jus sanguinis, embora superar todo marco institucional de 
jure
>         para afirmarmo-nos na autonomia da produçom institucional 
do
>         movimento. Umha estratégia que realice (e nom que 
administre)
>         o direito a migrar e a ser acolhido na sociedade de passo 
(nom
>         necessariamente "de chegada") require daquela o abandono 
de
>         toda forma biopolítica, para fazer do zoe, da nossa 
condiçom
>         radical como espécie integrada num ecosistema o elemento
>         nuclear da instanciaçom de umha política do desejo.
>          
>         7. Okis
>          
>         Remato nom sem engadir a minha preocupaçom polos esforços 
que
>         nos pode estar a suponher este tipo de redacçom 
colectiva. Nom
>         sei se procedimentalmente temos dado com umha fórmula 
ajeitada
>         e pessoalmente estou moi canso nesta recta de "fim de 
curso".
>         Espero que se entenda o meu esforço, embora o meu 
cansáncio (e
>         as derivas subseguintes) e confio em que cheguemos a ter
>         momentos pontuais de encontro que nos permitam dar coas
>         fórmulas para gestionar mais agilmente a redaçom de
>         editoriais. Sabido é que os mails os carga o dianho. 
>          
>         Fique aqui, já que logo, um inmenso abraço que nos faça 
sentir
>         a corporeidade da que andamos faltos no virtual, todo o 
amor,
>         todos os beijos e todo o melhor ;-) dos rolhos do mundo; 
o
>         gesto da irmandade que já os velhos galeguistas 
identificarom
>         junto à Liberdade e a Igualdade na genealogia 
revolucionária
>         do poder constituinte.
>          
>         Agarimosamente,
>         Mundo.
>          
>         
>         
>         ----Message d'origine----
>         De: zgenot  yahoo.es
>         Date: 10.07.2007 11:02
>         Objet: Re: [CMI Galiza] editorial 25-J
>         
>         
>         Idem, nom com bom, se nom com o melhor dos rolhos ;-
).....
>          
>         o certo é que sabía de todas estas (tremendas... ej
>         natio...) imperfeiçons teóricas, pero creio que no campo
>         pedagógico, as vezes cumpre tratar de fazer ver as 
verdades a
>         medias, antes de que estas, ditas de sopetom soem
>         excesivamente fortes e acabam por solidificar 
reificadores
>         argumentos (existe algo máis maniqueo que o uso 
neurótico
>         da/do natio...). Neste campo, de novo num extrano jogo 
no
>         entrecampo existente entre as realidades teóricas e as 
medias
>         verdades estratégicas, creio que nom estava de máis
>         (re)adaptar certos usos e palavras para que o discurso 
anime
>         ao debate e nom reforçe as paisons tristes. De aqui vem, 
em
>         parte o meu rechaço (neste editorial..) cara a certas 
acepçons
>         (galeguismo, natio,....) que embora comprendo 
perfeitamente,
>         nom estou certo de que seja assim em grande parte da 
parroquia
>         política que construe/visita/participa do IMC. Explico-
me
>         abaixo....
>         
>         
>         "mundus  bluewin.ch" <mundus  bluewin.ch> escribió:
>                 --> 
>                 Perfecto polo que fai aos enlaços, mas algumhas
>                 precissons teóricas coas emendas de Tone (vaiam 
co
>                 melhor dos rolhos, siuplau!  :-)
>                  
>                 1. Entendo qeu se diga parte dos movimentos, 
embora eu
>                 falava de galeguismo como transversalidade 
particular
>                 ao movimento, fugindo precissamente da reificaçom 
dos
>                 movimentos (ao estilo da teoria liberal que fala 
dos
>                 "novos movimentos sociais" no canto de reconhecer 
o
>                 fio emancipatório no que se insire um processo 
de
>                 subjectivaçom particular, a saber: o de ter 
nascido em
>                 Galiza). Entendo perfeitamente e parece-me
>                 acertadísima esse empregrar um conceito outro que 
nom
>                 reifique `os movimentos´. Pero nom poderíamos 
atopar
>                 um termo melhor que esse `galeguismo´ que -polo 
menos
>                 a mim- lembra-me ao pior da modernidade?
>                  
>                 2. ... pode que se bote em falta... eu creio que
>                 totalmente.... a data é simplesmente um momento 
de
>                 selvagem patriotismo absolutamente baleira de 
debate
>                 participativo e construçom dum comúm além as 
birras e
>                 as bandeirolas...
>                  
>                 3. voltaria a momento: empregava-o no senso do 
momento
>                 gramsciano, nom coido que se trate de un "tempo
>                 concreto". No seu lugar, um "espaço-tempo" 
quiçás, mas
>                 isto é complicar o discurso sem fundamento 
teórico.
>                 Concordo; simplesmente cambiei `momento´ por nom
>                 redundar pois aparecía dúas vezes nás frases
>                 anteriores...Além está claro que momento da-lhe 
umha
>                 profundidade muito máis ajeitada...
>                  
>                 4. Nom entendo o do território: precissamente o 
que a
>                 dimensom galeguista do movimento (o essa parte
>                 galeguista dos movimentos, se se preferir) fai 
nom é
>                 organizar o território, embora desterritorializar 
a
>                 territorializaçom imposta pola forma-Estado. 
Idem.
>                 Concordo; pode que neste caso máis ainda. Pero o 
termo
>                 galeguismo parece-me semioticamente desacertado. 
Nom
>                 atopamos outro significante que empregar?? ,-)
>                  
>                 5. Para adiante com esse "Qualquera pode 
entender..."
>                 moito mais inclussivo! :-)
>                  
>                 6. Viver???!!! Precissamente e o nascer, o natio, 
de
>                 onde vem nacionalismo!!! Viver é bios, biopoder,
>                 biopolítica... e já que logo territorializaçom 
baixo
>                 os dispositivos autoritários da forma-Estado. 
Aliás, o
>                 viver desmarca-se precissamente de umha naçom da
>                 multitude na que cabe pensar umha Galiza anterior 
e
>                 umha Galiza/ulterior. Eu sou galego e "vivo" 
(aqui sí,
>                 já nom como bios!) em Galiza porque nascim em 
Galiza
>                 embora nom resida em Galiza. Eis o grande termo 
para a
>                 polémica. Coido que pode ser realmente complexo
>                 marcar com diafána precissom este `ius solis´ 
tam
>                 perniciosamente empregado por muitas. Nom pouco
>                 habitualmente tenho ouvido coisas do estilo
>                 `acostar-me com um espanhol, que nojo!´ ou `é que 
eu
>                 com algúm que nom seja galego nom estaría...´ ou 
o
>                 insulto menosprecio, triste, espúreo e -
teóricamente-
>                 baleiro racismo ao fim e ao cabo. Porém muita de 
esta
>                 gente lé estes editoriais e participa do 
movimento
>                 `galeguista´ hoje. Nom é ofrecer-lhes -baixo o 
seu
>                 idiota e demagogico argumento- ponhendo o énfase 
e as
>                 bases ontológicas exclusivamente  no natio?
>                 Igual estou equivocadx, pero creio que fia falha 
umha
>                 desmitificaçom que, se bem nom caia no erro
>                 semantico/teórico/gramatical si desmonte certos
>                 mecanismos reificadores tam extendidos neste
>                 intermezzo modernidade-posmodernidade no que 
algumhas
>                 andam inmersas....
>                  
>                 7. Para adiante coa "autonomia do movimento" 
(melhor
>                 que com "diversas formas")
>                 ;-)
>                  
>                 Grande e inmenso abraço a todxs e ao nosso 
infatigável
>                 Tone, moito especialmente,
>                 Mundo.
>                  
>                 Máis grande ainda o meu abraço, ácidos os beijos 
a
>                 todas especialmente ao nosso bemquerido Mundo,
>                 petonets on tu vulguis ;-) seguimos passeninho e
>                 devagar...
>                 Tone
>                  
>                  
>                 
>                 
>                 ----Message d'origine----
>                 De: zgenot  yahoo.es
>                 Date: 09.07.2007 18:34
>                 À: <imc-galiza  lists.indymedia.org>
>                 Objet: Re: [CMI Galiza] editorial 25-J
>                 
>                 
>                 vaia com a improvisaçom ;-)
>                  
>                 sem ánimo de polemiçar e a risco de cair na 
deformaçom
>                 teórica do enviado pola minha bemquerida fusta 
eis
>                 umhas sugerencias a ver que tal....
>                  
>                 Achega-se o 25 de Julho. Para parte dos 
movimentos um
>                 momento de encontro; pode que bote-se em falta o
>                 momento para o debate e desenho de estratégias 
de
>                 loita. Desde o colectivo editorial indymediaGZ 
somos
>                 conscientes da importáncia que este tempo 
concreto tem
>                 e gostariamos de abrir o espaço editorial a um 
debate
>                 inteligente sobre o que pode ser a reivindicaçom 
sobre
>                 a organizaçom do territorio Galiza hoje. 
Qualquera
>                 pode entender que nestes tempos globais conceitos 
como
>                 Estado, soberania, autodeterminaçom, etc tenhem 
mudado
>                 o seu significado, mas em quê medida? Para 
significar
>                 que outra cousa? Quales seriam, nesta redefiniçom 
do
>                 discurso galeguista (o discurso que reivindica a
>                 dignidade de viver na Galiza), as possíveis 
soluçons
>                 institucionais à qüestom nacional 
(independência,
>                 federalismo, diversas formas de autonomía de
>                 movimento, etc.)? Quê significam em derradeira
>                 instáncia estes mesmos conceitos-soluçom e como 
se
>                 ligam aos conceitos que podem dar expressom hoje 
ao
>                 que segue a ser um feito (nascer/viver na Galiza
>                 é nascer/viver baixo umha forma de opressom que 
cómpre
>                 erradicar)? Quales podem ser os jeitos e 
ferramentas
>                 de loita mais atinados? Onde ubicar o recurso à
>                 violência? Quales podem ser as suas implicaçons
>                 tácticas no contexto actual? Paga a pena 
alimentar a
>                 estratégia da tensom coa que o Estado tem 
tentado
>                 historicamente inducir comportamentos das redes 
do
>                 movimento? Aqui vam algumhas das qüestons, que 
nom
>                 esgotam nem moito menos o tema. A cada quem, 
embora,
>                 de engadir o qeu se lhe ocorrer. Que comece o 
debate
>                 daquela!
>                  
>                  
>                 bjs
>                 
>                 Tone
>                 
>                 "mundus  bluewin.ch" <mundus  bluewin.ch> 
escribió:
>                         --> 
>                         rapidissima improvisaçom para o dia da
>                         mátria....
>                         bjs,
>                         m.
>                          
>                          
>                         O 25 de Julho e além
>                          
>                         Achega-se o 25 de Julio. Para o 
galeguismo um
>                         momento de encontro, debate e desenho de
>                         estratégias de loita. Desde o colectivo
>                         editorial indymedia somos conscientes da
>                         importáncia que este momento tem e 
gostariamos
>                         de abrir este espaço editorial a um 
debate
>                         inteligente sobre o que pode ser a
>                         reivindicaçom galeguista hoje. Entendemos 
que
>                         nestes tempos globais conceitos como 
Estado,
>                         soberania, autodeterminaçom, etc tenhem 
mudado
>                         o seu significado, mas em quê medida? 
Para
>                         significar que outra cousa? Quales 
seriam,
>                         nesta redefiniçom do discurso galeguista 
(o
>                         discurso que reivindica a dignidade de 
nascer
>                         na Galiza), as possíveis soluçons
>                         institucionais à qüestom nacional
>                         (independência, federalismo, etc.)? Quê
>                         significam em derradeira instáncia estes
>                         mesmos conceitos-soluçom e como se ligam 
aos
>                         conceitos que podem dar expressom hoje ao 
que
>                         segue a ser um feito (nascer na Galiza é
>                         nascer baixo umha forma de opressom que 
cómpre
>                         erradicar)? Quales podem ser os jeitos e
>                         ferramentas de loita mais atinados? Onde
>                         ubicar o recurso à violência? Quales 
podem ser
>                         as suas implicaçons tácticas no contexto
>                         actual? Paga a pena alimentar a 
estratégia da
>                         tensom coa que o Estado tem tentado
>                         historicamente inducir comportamentos 
das
>                         redes do movimento? Aqui vam algumhas 
das
>                         qüestons, que nom esgotam nem moito menos 
o
>                         tema. A cada quem, embora, de engadir o 
qeu se
>                         lhe ocorrer. Que comece o debate 
daquela!
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