[CMI Galiza] editorial 25-J

guido guido aderiva.net
Domingo, 15 de Julho de 2007 - 10:07:08 PDT


ei!!

como vai ese editorial? agardo para colgalo, molaba que fose no día de
hoxe, para que o debate se desenrole con tempo antes do día x   :))

bkzs


El dom, 15-07-2007 a las 14:03 +0200, guido escribió:
> duas cousas:
> 
> 1) non enviáchedes as correcións ao texto 25-x (o termo galeguismo, que
> a mín tamén me encantaría que o mudáramos por outro máis
> "conciliador"). en canto esté rematado, xa colgo eu. por certo, unhas
> ligazons ás páxinas principais dos actos do día da
> patria/matria/...tria: causagaliza,etc,etc,etc... non sería o seu?
> 
> 2) sobre o que comentas mundo, opino que o traballo editorial non está
> suponhendo un "esforzo militantista esgotador" para ninguén, que eu
> saiba. e o que penso temos que facer é traballar os textos con máis
> tempo, e cando se plantexen coma traballos colectivos marcar tema e
> desenrolo colectivamente, repartíndose o traballo e cunha persoa que
> unifique estilo. é imposible facelo se mandamos textos xa fechados.
> 
> falámolo, apertas
> 
> 
> 
> 
> El jue, 12-07-2007 a las 07:27 +0000, mundus  bluewin.ch escribió:
> > Perfecto o timing para os editoriais. Miramos de dar no entanto com 
> > algumha soluçom discursiva para rempraçar "galeguismo" (dizem os 
> > físicos: se há problema é que há soluçom!) e imos reflexionando sobre 
> > os procedimentos que nos permitam seguir a manter viva a coluna 
> > central sem que nos suponha um esforço militantista esgotador...
> > 
> > Beijinhos a todxs,
> > Mundo.
> > 
> > 
> > 
> > ----Message d'origine----
> > De: guido  aderiva.net
> > Date: 11.07.2007 18:55
> > À: <imc-galiza  lists.indymedia.org>
> > Objet: Re: [CMI Galiza] editorial 25-J
> > 
> > penso que o editorial "matrio" podémolo colgar o sábado, pasada a 
> > marcha
> > á lama, se vos parece ben. eu o colgo sen faio, así voume pulindo 
> > coma
> > techie  :)
> > 
> > e así podedes dar un par de voltas máis se queredes ao texto, sen 
> > dúbida
> > enriquecedor para un servidor, a maiores de vir (e seguir) nunha 
> > linha
> > de traballo na que os termos familiares na sua aplicación política 
> > (nai,
> > pai, irmao...) seguen a producir certo "repelús"
> > 
> > fortes bks
> > 
> > 
> > El mié, 11-07-2007 a las 12:12 +0200, Antón Gómez Reino Varela 
> > escribió:
> > > realmente nom sei se`la rivoluzione é finita´ pero seguro que
> > >  `abbiamo vinto´.
> > > Agora à serio, certamente nom podo ver-lhe matiz algúm as 
> > explicaçons
> > > de Mundo; o que sabe, sabe ;-) e o que nom sabe trollea (eu ;)
> > > Queda pois essa verssom como definitiva, nom compas?
> > >  
> > > E agora que sei que som máis galeguista que o iogur de grelos de 
> > Juan
> > > Pardo :P a ver se damos com esses jeitos máis agiles de fazer os
> > > editoriais. Porém, creio que devemos parabeniçar-nos polo 
> > dinamismo
> > > que estamos a dar-lhe o IMC nestes ultimos meses... nom é?
> > >  
> > > Pola minha banda sinto os beijos como corpo e espero que os meus
> > > agarimos cheguem também além do río furelos...
> > >  
> > > bjs enormes, compas, irmás....
> > >  
> > > T.
> > > 
> > > 
> > > "mundus  bluewin.ch" <mundus  bluewin.ch> escribió: 
> > >         Uf, uf, uf... Já nom dou abondo...
> > >          
> > >         A ver se me explico bem sem parecer um troll ;-)
> > >          
> > >         Nom coido que haja nenhuma necessidade de imperfeiçom 
> > teórica,
> > >         embora de dar coas termologias sinxelas que rebaixem as
> > >         componhentes estéticas mais disonantes (por exemplo,
> > >         adjectivamos de "ingovernável" a "maquina de guerra" 
> > estamos a
> > >         fazer estética, nom contido, umha imperfeiçom teórica que 
> > sem
> > >         dúvida soa bem --elemento estético-- embora difumina o
> > >         significado do conceito originário): do que se tratar 
> > aqui, já
> > >         postos a falar no terreo do conhecimento teórico, é da 
> > síntese
> > >         simbólica de contidos teóricos (o "symbolic package" do 
> > que
> > >         fala a escola goffmaniana). 
> > >          
> > >         Neste senso, entendo que poida haver seitores do 
> > movimento que
> > >         tenham chegado a tales níveis de desenvolvimento do seu
> > >         auto-referencialismo político tan brutais que nom saibam 
> > nem
> > >         reconhecer já o que os levou a ser indepes (suponho que 
> > seria
> > >         o "galeguismo", claro que o mesmo participam do mesmo 
> > aparelho
> > >         categorial da direita espanhola e já só aspiram a 
> > "romper
> > >         España"). 
> > >          
> > >         Para mim, galeguismo é umha palavra de mínimos (tam de 
> > mínimos
> > >         que mesmo gentes do PP podem ser galeguistas). 
> > Galeguismo,
> > >         goste-se ou nom, é a única possibilidade de sair do
> > >         nacionalismo como ideologia da modernidade defendendo a 
> > nossa
> > >         singularidade qualesquer, a nossa galeguidade (palavro 
> > que de
> > >         seguro soa ainda pior que galeguismo, embora nom haja 
> > outro
> > >         precissamente por isto mesmo: por ser a nossa 
> > singularidade
> > >         irreductível). 
> > >          
> > >         Nom acho que pode levar a rejeitar galeguismo que nom 
> > seja a
> > >         estética, certamente sobada polo poder, que dimana esta
> > >         palavra. E desde logo, polos meus mortos (perdoade o
> > >         dramatismo, mas, já postos a fazer enjuiçamentos
> > >         subjectivos, nom podo deixar de ter presente a quem na 
> > minha
> > >         família defendeu o galeguismo nas prissons franquistas 
> > antes
> > >         de que a sociedade do espectáculo vinhera a fazer uso da
> > >         intifada hormonal do kaleborrokismo galaiko ad maiorem 
> > gloria
> > >         do discurso fraguiano anti-secessionista), nom só nom 
> > podo
> > >         considerar que seja o pior da modernidade, embora o 
> > melhor.
> > >         Nom penso, aliás, que seja cousa de ver aqui quem é o 
> > mais
> > >         radikal dos radikais... (a radikalidade como identidade 
> > nom me
> > >         interessa, sei bem onde há antagonismo e onde patologias
> > >         identitárias.
> > >          
> > >         Com todo, se galeguista molesta poderiamos ponher MNLG, 
> > que
> > >         nom vem ser o mesmo exactamente, ainda que seguramente 
> > vai num
> > >         senso semelhante e de seguro que nom fai sofrir aos
> > >         radikais... Nom sei se me explico, mas nom acho outra
> > >         alternativa que dizer as cousas como som e nom se deixar
> > >         abafar. Mirando, embora de ser construtivo, se calhar o 
> > mesmo
> > >         se poderia recorrer a algumha fórmula que
> > >         comprendera libertaçom nacional, a nom discriminaçom de
> > >         nascimento, ou assi. Mas nom vejo de que jeito explicar 
> > todo
> > >         isto sem recorrer ao symbolic package.
> > >          
> > >         Um último apontamento: nom coido que toda a audiência do
> > >         indymedia, para a que deveriamos estar a escrever, seja 
> > o
> > >         interlocutor imaginário ao que está escrevendo Tone. Nom 
> > é
> > >         cousa de fazer do IMC parte do MNLG (o que por certo é 
> > um
> > >         debate tristemente ancorado na memória de este colectivo
> > >         editorial). Outras neste colectivo temos outros 
> > interlocutores
> > >         imaginários que som multitudes e nom plebes 
> > independentistas.
> > >         Multitudes que seguramente sabem o que é ser galeguista, 
> > mesmo
> > >         quando tenhem votado ao PP (si, si... ou é acreditamos 
> > na
> > >         representaçom mais que os própios representantes?).
> > >          
> > >         Polo que fai ao ponto 2, o que precissava era o câmbio 
> > do
> > >         lugar do pronome. Mesmo se nom adoito ser moi atinado 
> > coido
> > >         que se diz "pode que se bote em falta" e nom "pode que 
> > bote-se
> > >         em falta". Ainda que nom sou filólogo...
> > >          
> > >         3. Melhor deixar momento, logo...
> > >          
> > >         4. De novo o de galeguismo. Sinto-o, mas por mais que o
> > >         penso nom acho alternativas... Coido aliás que cómpre 
> > ter
> > >         clara a distinçom entre galeguismo (o movimento) e 
> > outros
> > >         conceitos como independentismo, regionalismo, autonomismo 
> > (que
> > >         nom autonomia), etc... ligados todos eles a estratégias 
> > de
> > >         libertaçom nacional. Pessoalmente acho que o nom é cousa 
> > de
> > >         situarmo-nos tacticamente num continuum de radikalidade 
> > em
> > >         relaçom ao processo geo-histórico de construçom estatal 
> > (o
> > >         state-building), embora de reivindicar o feito de nascer 
> > em
> > >         Galiza como umha singularidade qualesquera ("ser galego 
> > nom
> > >         por só ser galego, embora por ser igual que qualesquera 
> > outra
> > >         pessoa que tenha qualesquera outras
> > >         coordenadas espaço-temporais de nascimento").
> > >          
> > >         5. Okis
> > >          
> > >         6. Nada de jus solis, precissamente todo o contrário: 
> > este
> > >         afirma-se como tal nom momento em que territorializa, 
> > algo que
> > >         só é possível no momento em que a indefensom da nossa mai 
> > no
> > >         acto do nosso nascimento nos insire baixo o poder soberam 
> > da
> > >         patria potestas. O mesmo que có de território, acho que 
> > as
> > >         modificaçons de Tone intentam conciliar um devir que 
> > arraiga
> > >         na deriva independentista do galeguismo (dito seja co 
> > maior
> > >         dos respeitos pola sua trajectória política --aqui cada 
> > quem
> > >         temos a nossa e todas igual de valiosas) e que nom 
> > alcança à
> > >         ruptura coa territorializaçom da modernidade. Nom é 
> > viver
> > >         baixo a opressom espanhola o que nos fai antagonistas, 
> > embora
> > >         o nascimento. O problema na pós-moderindade é que por 
> > ter
> > >         acadado a migraçom um outro nível, o nascimento como 
> > categoria
> > >         só alcanza a ser emancipatória fora da forma-Estado: isto 
> > é
> > >         afirmaçom autónoma da nossa galeguidade fronte à lógica 
> > da
> > >         "naturalizaçom" (em rigor "artifício") do jus solis. Ser
> > >         realmente antagonista nom é apostar polo jus solis fronte 
> > ao
> > >         jus sanguinis, embora superar todo marco institucional de 
> > jure
> > >         para afirmarmo-nos na autonomia da produçom institucional 
> > do
> > >         movimento. Umha estratégia que realice (e nom que 
> > administre)
> > >         o direito a migrar e a ser acolhido na sociedade de passo 
> > (nom
> > >         necessariamente "de chegada") require daquela o abandono 
> > de
> > >         toda forma biopolítica, para fazer do zoe, da nossa 
> > condiçom
> > >         radical como espécie integrada num ecosistema o elemento
> > >         nuclear da instanciaçom de umha política do desejo.
> > >          
> > >         7. Okis
> > >          
> > >         Remato nom sem engadir a minha preocupaçom polos esforços 
> > que
> > >         nos pode estar a suponher este tipo de redacçom 
> > colectiva. Nom
> > >         sei se procedimentalmente temos dado com umha fórmula 
> > ajeitada
> > >         e pessoalmente estou moi canso nesta recta de "fim de 
> > curso".
> > >         Espero que se entenda o meu esforço, embora o meu 
> > cansáncio (e
> > >         as derivas subseguintes) e confio em que cheguemos a ter
> > >         momentos pontuais de encontro que nos permitam dar coas
> > >         fórmulas para gestionar mais agilmente a redaçom de
> > >         editoriais. Sabido é que os mails os carga o dianho. 
> > >          
> > >         Fique aqui, já que logo, um inmenso abraço que nos faça 
> > sentir
> > >         a corporeidade da que andamos faltos no virtual, todo o 
> > amor,
> > >         todos os beijos e todo o melhor ;-) dos rolhos do mundo; 
> > o
> > >         gesto da irmandade que já os velhos galeguistas 
> > identificarom
> > >         junto à Liberdade e a Igualdade na genealogia 
> > revolucionária
> > >         do poder constituinte.
> > >          
> > >         Agarimosamente,
> > >         Mundo.
> > >          
> > >         
> > >         
> > >         ----Message d'origine----
> > >         De: zgenot  yahoo.es
> > >         Date: 10.07.2007 11:02
> > >         Objet: Re: [CMI Galiza] editorial 25-J
> > >         
> > >         
> > >         Idem, nom com bom, se nom com o melhor dos rolhos ;-
> > ).....
> > >          
> > >         o certo é que sabía de todas estas (tremendas... ej
> > >         natio...) imperfeiçons teóricas, pero creio que no campo
> > >         pedagógico, as vezes cumpre tratar de fazer ver as 
> > verdades a
> > >         medias, antes de que estas, ditas de sopetom soem
> > >         excesivamente fortes e acabam por solidificar 
> > reificadores
> > >         argumentos (existe algo máis maniqueo que o uso 
> > neurótico
> > >         da/do natio...). Neste campo, de novo num extrano jogo 
> > no
> > >         entrecampo existente entre as realidades teóricas e as 
> > medias
> > >         verdades estratégicas, creio que nom estava de máis
> > >         (re)adaptar certos usos e palavras para que o discurso 
> > anime
> > >         ao debate e nom reforçe as paisons tristes. De aqui vem, 
> > em
> > >         parte o meu rechaço (neste editorial..) cara a certas 
> > acepçons
> > >         (galeguismo, natio,....) que embora comprendo 
> > perfeitamente,
> > >         nom estou certo de que seja assim em grande parte da 
> > parroquia
> > >         política que construe/visita/participa do IMC. Explico-
> > me
> > >         abaixo....
> > >         
> > >         
> > >         "mundus  bluewin.ch" <mundus  bluewin.ch> escribió:
> > >                 --> 
> > >                 Perfecto polo que fai aos enlaços, mas algumhas
> > >                 precissons teóricas coas emendas de Tone (vaiam 
> > co
> > >                 melhor dos rolhos, siuplau!  :-)
> > >                  
> > >                 1. Entendo qeu se diga parte dos movimentos, 
> > embora eu
> > >                 falava de galeguismo como transversalidade 
> > particular
> > >                 ao movimento, fugindo precissamente da reificaçom 
> > dos
> > >                 movimentos (ao estilo da teoria liberal que fala 
> > dos
> > >                 "novos movimentos sociais" no canto de reconhecer 
> > o
> > >                 fio emancipatório no que se insire um processo 
> > de
> > >                 subjectivaçom particular, a saber: o de ter 
> > nascido em
> > >                 Galiza). Entendo perfeitamente e parece-me
> > >                 acertadísima esse empregrar um conceito outro que 
> > nom
> > >                 reifique `os movimentos´. Pero nom poderíamos 
> > atopar
> > >                 um termo melhor que esse `galeguismo´ que -polo 
> > menos
> > >                 a mim- lembra-me ao pior da modernidade?
> > >                  
> > >                 2. ... pode que se bote em falta... eu creio que
> > >                 totalmente.... a data é simplesmente um momento 
> > de
> > >                 selvagem patriotismo absolutamente baleira de 
> > debate
> > >                 participativo e construçom dum comúm além as 
> > birras e
> > >                 as bandeirolas...
> > >                  
> > >                 3. voltaria a momento: empregava-o no senso do 
> > momento
> > >                 gramsciano, nom coido que se trate de un "tempo
> > >                 concreto". No seu lugar, um "espaço-tempo" 
> > quiçás, mas
> > >                 isto é complicar o discurso sem fundamento 
> > teórico.
> > >                 Concordo; simplesmente cambiei `momento´ por nom
> > >                 redundar pois aparecía dúas vezes nás frases
> > >                 anteriores...Além está claro que momento da-lhe 
> > umha
> > >                 profundidade muito máis ajeitada...
> > >                  
> > >                 4. Nom entendo o do território: precissamente o 
> > que a
> > >                 dimensom galeguista do movimento (o essa parte
> > >                 galeguista dos movimentos, se se preferir) fai 
> > nom é
> > >                 organizar o território, embora desterritorializar 
> > a
> > >                 territorializaçom imposta pola forma-Estado. 
> > Idem.
> > >                 Concordo; pode que neste caso máis ainda. Pero o 
> > termo
> > >                 galeguismo parece-me semioticamente desacertado. 
> > Nom
> > >                 atopamos outro significante que empregar?? ,-)
> > >                  
> > >                 5. Para adiante com esse "Qualquera pode 
> > entender..."
> > >                 moito mais inclussivo! :-)
> > >                  
> > >                 6. Viver???!!! Precissamente e o nascer, o natio, 
> > de
> > >                 onde vem nacionalismo!!! Viver é bios, biopoder,
> > >                 biopolítica... e já que logo territorializaçom 
> > baixo
> > >                 os dispositivos autoritários da forma-Estado. 
> > Aliás, o
> > >                 viver desmarca-se precissamente de umha naçom da
> > >                 multitude na que cabe pensar umha Galiza anterior 
> > e
> > >                 umha Galiza/ulterior. Eu sou galego e "vivo" 
> > (aqui sí,
> > >                 já nom como bios!) em Galiza porque nascim em 
> > Galiza
> > >                 embora nom resida em Galiza. Eis o grande termo 
> > para a
> > >                 polémica. Coido que pode ser realmente complexo
> > >                 marcar com diafána precissom este `ius solis´ 
> > tam
> > >                 perniciosamente empregado por muitas. Nom pouco
> > >                 habitualmente tenho ouvido coisas do estilo
> > >                 `acostar-me com um espanhol, que nojo!´ ou `é que 
> > eu
> > >                 com algúm que nom seja galego nom estaría...´ ou 
> > o
> > >                 insulto menosprecio, triste, espúreo e -
> > teóricamente-
> > >                 baleiro racismo ao fim e ao cabo. Porém muita de 
> > esta
> > >                 gente lé estes editoriais e participa do 
> > movimento
> > >                 `galeguista´ hoje. Nom é ofrecer-lhes -baixo o 
> > seu
> > >                 idiota e demagogico argumento- ponhendo o énfase 
> > e as
> > >                 bases ontológicas exclusivamente  no natio?
> > >                 Igual estou equivocadx, pero creio que fia falha 
> > umha
> > >                 desmitificaçom que, se bem nom caia no erro
> > >                 semantico/teórico/gramatical si desmonte certos
> > >                 mecanismos reificadores tam extendidos neste
> > >                 intermezzo modernidade-posmodernidade no que 
> > algumhas
> > >                 andam inmersas....
> > >                  
> > >                 7. Para adiante coa "autonomia do movimento" 
> > (melhor
> > >                 que com "diversas formas")
> > >                 ;-)
> > >                  
> > >                 Grande e inmenso abraço a todxs e ao nosso 
> > infatigável
> > >                 Tone, moito especialmente,
> > >                 Mundo.
> > >                  
> > >                 Máis grande ainda o meu abraço, ácidos os beijos 
> > a
> > >                 todas especialmente ao nosso bemquerido Mundo,
> > >                 petonets on tu vulguis ;-) seguimos passeninho e
> > >                 devagar...
> > >                 Tone
> > >                  
> > >                  
> > >                 
> > >                 
> > >                 ----Message d'origine----
> > >                 De: zgenot  yahoo.es
> > >                 Date: 09.07.2007 18:34
> > >                 À: <imc-galiza  lists.indymedia.org>
> > >                 Objet: Re: [CMI Galiza] editorial 25-J
> > >                 
> > >                 
> > >                 vaia com a improvisaçom ;-)
> > >                  
> > >                 sem ánimo de polemiçar e a risco de cair na 
> > deformaçom
> > >                 teórica do enviado pola minha bemquerida fusta 
> > eis
> > >                 umhas sugerencias a ver que tal....
> > >                  
> > >                 Achega-se o 25 de Julho. Para parte dos 
> > movimentos um
> > >                 momento de encontro; pode que bote-se em falta o
> > >                 momento para o debate e desenho de estratégias 
> > de
> > >                 loita. Desde o colectivo editorial indymediaGZ 
> > somos
> > >                 conscientes da importáncia que este tempo 
> > concreto tem
> > >                 e gostariamos de abrir o espaço editorial a um 
> > debate
> > >                 inteligente sobre o que pode ser a reivindicaçom 
> > sobre
> > >                 a organizaçom do territorio Galiza hoje. 
> > Qualquera
> > >                 pode entender que nestes tempos globais conceitos 
> > como
> > >                 Estado, soberania, autodeterminaçom, etc tenhem 
> > mudado
> > >                 o seu significado, mas em quê medida? Para 
> > significar
> > >                 que outra cousa? Quales seriam, nesta redefiniçom 
> > do
> > >                 discurso galeguista (o discurso que reivindica a
> > >                 dignidade de viver na Galiza), as possíveis 
> > soluçons
> > >                 institucionais à qüestom nacional 
> > (independência,
> > >                 federalismo, diversas formas de autonomía de
> > >                 movimento, etc.)? Quê significam em derradeira
> > >                 instáncia estes mesmos conceitos-soluçom e como 
> > se
> > >                 ligam aos conceitos que podem dar expressom hoje 
> > ao
> > >                 que segue a ser um feito (nascer/viver na Galiza
> > >                 é nascer/viver baixo umha forma de opressom que 
> > cómpre
> > >                 erradicar)? Quales podem ser os jeitos e 
> > ferramentas
> > >                 de loita mais atinados? Onde ubicar o recurso à
> > >                 violência? Quales podem ser as suas implicaçons
> > >                 tácticas no contexto actual? Paga a pena 
> > alimentar a
> > >                 estratégia da tensom coa que o Estado tem 
> > tentado
> > >                 historicamente inducir comportamentos das redes 
> > do
> > >                 movimento? Aqui vam algumhas das qüestons, que 
> > nom
> > >                 esgotam nem moito menos o tema. A cada quem, 
> > embora,
> > >                 de engadir o qeu se lhe ocorrer. Que comece o 
> > debate
> > >                 daquela!
> > >                  
> > >                  
> > >                 bjs
> > >                 
> > >                 Tone
> > >                 
> > >                 "mundus  bluewin.ch" <mundus  bluewin.ch> 
> > escribió:
> > >                         --> 
> > >                         rapidissima improvisaçom para o dia da
> > >                         mátria....
> > >                         bjs,
> > >                         m.
> > >                          
> > >                          
> > >                         O 25 de Julho e além
> > >                          
> > >                         Achega-se o 25 de Julio. Para o 
> > galeguismo um
> > >                         momento de encontro, debate e desenho de
> > >                         estratégias de loita. Desde o colectivo
> > >                         editorial indymedia somos conscientes da
> > >                         importáncia que este momento tem e 
> > gostariamos
> > >                         de abrir este espaço editorial a um 
> > debate
> > >                         inteligente sobre o que pode ser a
> > >                         reivindicaçom galeguista hoje. Entendemos 
> > que
> > >                         nestes tempos globais conceitos como 
> > Estado,
> > >                         soberania, autodeterminaçom, etc tenhem 
> > mudado
> > >                         o seu significado, mas em quê medida? 
> > Para
> > >                         significar que outra cousa? Quales 
> > seriam,
> > >                         nesta redefiniçom do discurso galeguista 
> > (o
> > >                         discurso que reivindica a dignidade de 
> > nascer
> > >                         na Galiza), as possíveis soluçons
> > >                         institucionais à qüestom nacional
> > >                         (independência, federalismo, etc.)? Quê
> > >                         significam em derradeira instáncia estes
> > >                         mesmos conceitos-soluçom e como se ligam 
> > aos
> > >                         conceitos que podem dar expressom hoje ao 
> > que
> > >                         segue a ser um feito (nascer na Galiza é
> > >                         nascer baixo umha forma de opressom que 
> > cómpre
> > >                         erradicar)? Quales podem ser os jeitos e
> > >                         ferramentas de loita mais atinados? Onde
> > >                         ubicar o recurso à violência? Quales 
> > podem ser
> > >                         as suas implicaçons tácticas no contexto
> > >                         actual? Paga a pena alimentar a 
> > estratégia da
> > >                         tensom coa que o Estado tem tentado
> > >                         historicamente inducir comportamentos 
> > das
> > >                         redes do movimento? Aqui vam algumhas 
> > das
> > >                         qüestons, que nom esgotam nem moito menos 
> > o
> > >                         tema. A cada quem, embora, de engadir o 
> > qeu se
> > >                         lhe ocorrer. Que comece o debate 
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