[CMI Galiza] editorial 25-J
guido
guido aderiva.net
Domingo, 15 de Julho de 2007 - 10:07:08 PDT
ei!!
como vai ese editorial? agardo para colgalo, molaba que fose no día de
hoxe, para que o debate se desenrole con tempo antes do día x :))
bkzs
El dom, 15-07-2007 a las 14:03 +0200, guido escribió:
> duas cousas:
>
> 1) non enviáchedes as correcións ao texto 25-x (o termo galeguismo, que
> a mín tamén me encantaría que o mudáramos por outro máis
> "conciliador"). en canto esté rematado, xa colgo eu. por certo, unhas
> ligazons ás páxinas principais dos actos do día da
> patria/matria/...tria: causagaliza,etc,etc,etc... non sería o seu?
>
> 2) sobre o que comentas mundo, opino que o traballo editorial non está
> suponhendo un "esforzo militantista esgotador" para ninguén, que eu
> saiba. e o que penso temos que facer é traballar os textos con máis
> tempo, e cando se plantexen coma traballos colectivos marcar tema e
> desenrolo colectivamente, repartíndose o traballo e cunha persoa que
> unifique estilo. é imposible facelo se mandamos textos xa fechados.
>
> falámolo, apertas
>
>
>
>
> El jue, 12-07-2007 a las 07:27 +0000, mundus bluewin.ch escribió:
> > Perfecto o timing para os editoriais. Miramos de dar no entanto com
> > algumha soluçom discursiva para rempraçar "galeguismo" (dizem os
> > físicos: se há problema é que há soluçom!) e imos reflexionando sobre
> > os procedimentos que nos permitam seguir a manter viva a coluna
> > central sem que nos suponha um esforço militantista esgotador...
> >
> > Beijinhos a todxs,
> > Mundo.
> >
> >
> >
> > ----Message d'origine----
> > De: guido aderiva.net
> > Date: 11.07.2007 18:55
> > À: <imc-galiza lists.indymedia.org>
> > Objet: Re: [CMI Galiza] editorial 25-J
> >
> > penso que o editorial "matrio" podémolo colgar o sábado, pasada a
> > marcha
> > á lama, se vos parece ben. eu o colgo sen faio, así voume pulindo
> > coma
> > techie :)
> >
> > e así podedes dar un par de voltas máis se queredes ao texto, sen
> > dúbida
> > enriquecedor para un servidor, a maiores de vir (e seguir) nunha
> > linha
> > de traballo na que os termos familiares na sua aplicación política
> > (nai,
> > pai, irmao...) seguen a producir certo "repelús"
> >
> > fortes bks
> >
> >
> > El mié, 11-07-2007 a las 12:12 +0200, Antón Gómez Reino Varela
> > escribió:
> > > realmente nom sei se`la rivoluzione é finita´ pero seguro que
> > > `abbiamo vinto´.
> > > Agora à serio, certamente nom podo ver-lhe matiz algúm as
> > explicaçons
> > > de Mundo; o que sabe, sabe ;-) e o que nom sabe trollea (eu ;)
> > > Queda pois essa verssom como definitiva, nom compas?
> > >
> > > E agora que sei que som máis galeguista que o iogur de grelos de
> > Juan
> > > Pardo :P a ver se damos com esses jeitos máis agiles de fazer os
> > > editoriais. Porém, creio que devemos parabeniçar-nos polo
> > dinamismo
> > > que estamos a dar-lhe o IMC nestes ultimos meses... nom é?
> > >
> > > Pola minha banda sinto os beijos como corpo e espero que os meus
> > > agarimos cheguem também além do río furelos...
> > >
> > > bjs enormes, compas, irmás....
> > >
> > > T.
> > >
> > >
> > > "mundus bluewin.ch" <mundus bluewin.ch> escribió:
> > > Uf, uf, uf... Já nom dou abondo...
> > >
> > > A ver se me explico bem sem parecer um troll ;-)
> > >
> > > Nom coido que haja nenhuma necessidade de imperfeiçom
> > teórica,
> > > embora de dar coas termologias sinxelas que rebaixem as
> > > componhentes estéticas mais disonantes (por exemplo,
> > > adjectivamos de "ingovernável" a "maquina de guerra"
> > estamos a
> > > fazer estética, nom contido, umha imperfeiçom teórica que
> > sem
> > > dúvida soa bem --elemento estético-- embora difumina o
> > > significado do conceito originário): do que se tratar
> > aqui, já
> > > postos a falar no terreo do conhecimento teórico, é da
> > síntese
> > > simbólica de contidos teóricos (o "symbolic package" do
> > que
> > > fala a escola goffmaniana).
> > >
> > > Neste senso, entendo que poida haver seitores do
> > movimento que
> > > tenham chegado a tales níveis de desenvolvimento do seu
> > > auto-referencialismo político tan brutais que nom saibam
> > nem
> > > reconhecer já o que os levou a ser indepes (suponho que
> > seria
> > > o "galeguismo", claro que o mesmo participam do mesmo
> > aparelho
> > > categorial da direita espanhola e já só aspiram a
> > "romper
> > > España").
> > >
> > > Para mim, galeguismo é umha palavra de mínimos (tam de
> > mínimos
> > > que mesmo gentes do PP podem ser galeguistas).
> > Galeguismo,
> > > goste-se ou nom, é a única possibilidade de sair do
> > > nacionalismo como ideologia da modernidade defendendo a
> > nossa
> > > singularidade qualesquer, a nossa galeguidade (palavro
> > que de
> > > seguro soa ainda pior que galeguismo, embora nom haja
> > outro
> > > precissamente por isto mesmo: por ser a nossa
> > singularidade
> > > irreductível).
> > >
> > > Nom acho que pode levar a rejeitar galeguismo que nom
> > seja a
> > > estética, certamente sobada polo poder, que dimana esta
> > > palavra. E desde logo, polos meus mortos (perdoade o
> > > dramatismo, mas, já postos a fazer enjuiçamentos
> > > subjectivos, nom podo deixar de ter presente a quem na
> > minha
> > > família defendeu o galeguismo nas prissons franquistas
> > antes
> > > de que a sociedade do espectáculo vinhera a fazer uso da
> > > intifada hormonal do kaleborrokismo galaiko ad maiorem
> > gloria
> > > do discurso fraguiano anti-secessionista), nom só nom
> > podo
> > > considerar que seja o pior da modernidade, embora o
> > melhor.
> > > Nom penso, aliás, que seja cousa de ver aqui quem é o
> > mais
> > > radikal dos radikais... (a radikalidade como identidade
> > nom me
> > > interessa, sei bem onde há antagonismo e onde patologias
> > > identitárias.
> > >
> > > Com todo, se galeguista molesta poderiamos ponher MNLG,
> > que
> > > nom vem ser o mesmo exactamente, ainda que seguramente
> > vai num
> > > senso semelhante e de seguro que nom fai sofrir aos
> > > radikais... Nom sei se me explico, mas nom acho outra
> > > alternativa que dizer as cousas como som e nom se deixar
> > > abafar. Mirando, embora de ser construtivo, se calhar o
> > mesmo
> > > se poderia recorrer a algumha fórmula que
> > > comprendera libertaçom nacional, a nom discriminaçom de
> > > nascimento, ou assi. Mas nom vejo de que jeito explicar
> > todo
> > > isto sem recorrer ao symbolic package.
> > >
> > > Um último apontamento: nom coido que toda a audiência do
> > > indymedia, para a que deveriamos estar a escrever, seja
> > o
> > > interlocutor imaginário ao que está escrevendo Tone. Nom
> > é
> > > cousa de fazer do IMC parte do MNLG (o que por certo é
> > um
> > > debate tristemente ancorado na memória de este colectivo
> > > editorial). Outras neste colectivo temos outros
> > interlocutores
> > > imaginários que som multitudes e nom plebes
> > independentistas.
> > > Multitudes que seguramente sabem o que é ser galeguista,
> > mesmo
> > > quando tenhem votado ao PP (si, si... ou é acreditamos
> > na
> > > representaçom mais que os própios representantes?).
> > >
> > > Polo que fai ao ponto 2, o que precissava era o câmbio
> > do
> > > lugar do pronome. Mesmo se nom adoito ser moi atinado
> > coido
> > > que se diz "pode que se bote em falta" e nom "pode que
> > bote-se
> > > em falta". Ainda que nom sou filólogo...
> > >
> > > 3. Melhor deixar momento, logo...
> > >
> > > 4. De novo o de galeguismo. Sinto-o, mas por mais que o
> > > penso nom acho alternativas... Coido aliás que cómpre
> > ter
> > > clara a distinçom entre galeguismo (o movimento) e
> > outros
> > > conceitos como independentismo, regionalismo, autonomismo
> > (que
> > > nom autonomia), etc... ligados todos eles a estratégias
> > de
> > > libertaçom nacional. Pessoalmente acho que o nom é cousa
> > de
> > > situarmo-nos tacticamente num continuum de radikalidade
> > em
> > > relaçom ao processo geo-histórico de construçom estatal
> > (o
> > > state-building), embora de reivindicar o feito de nascer
> > em
> > > Galiza como umha singularidade qualesquera ("ser galego
> > nom
> > > por só ser galego, embora por ser igual que qualesquera
> > outra
> > > pessoa que tenha qualesquera outras
> > > coordenadas espaço-temporais de nascimento").
> > >
> > > 5. Okis
> > >
> > > 6. Nada de jus solis, precissamente todo o contrário:
> > este
> > > afirma-se como tal nom momento em que territorializa,
> > algo que
> > > só é possível no momento em que a indefensom da nossa mai
> > no
> > > acto do nosso nascimento nos insire baixo o poder soberam
> > da
> > > patria potestas. O mesmo que có de território, acho que
> > as
> > > modificaçons de Tone intentam conciliar um devir que
> > arraiga
> > > na deriva independentista do galeguismo (dito seja co
> > maior
> > > dos respeitos pola sua trajectória política --aqui cada
> > quem
> > > temos a nossa e todas igual de valiosas) e que nom
> > alcança à
> > > ruptura coa territorializaçom da modernidade. Nom é
> > viver
> > > baixo a opressom espanhola o que nos fai antagonistas,
> > embora
> > > o nascimento. O problema na pós-moderindade é que por
> > ter
> > > acadado a migraçom um outro nível, o nascimento como
> > categoria
> > > só alcanza a ser emancipatória fora da forma-Estado: isto
> > é
> > > afirmaçom autónoma da nossa galeguidade fronte à lógica
> > da
> > > "naturalizaçom" (em rigor "artifício") do jus solis. Ser
> > > realmente antagonista nom é apostar polo jus solis fronte
> > ao
> > > jus sanguinis, embora superar todo marco institucional de
> > jure
> > > para afirmarmo-nos na autonomia da produçom institucional
> > do
> > > movimento. Umha estratégia que realice (e nom que
> > administre)
> > > o direito a migrar e a ser acolhido na sociedade de passo
> > (nom
> > > necessariamente "de chegada") require daquela o abandono
> > de
> > > toda forma biopolítica, para fazer do zoe, da nossa
> > condiçom
> > > radical como espécie integrada num ecosistema o elemento
> > > nuclear da instanciaçom de umha política do desejo.
> > >
> > > 7. Okis
> > >
> > > Remato nom sem engadir a minha preocupaçom polos esforços
> > que
> > > nos pode estar a suponher este tipo de redacçom
> > colectiva. Nom
> > > sei se procedimentalmente temos dado com umha fórmula
> > ajeitada
> > > e pessoalmente estou moi canso nesta recta de "fim de
> > curso".
> > > Espero que se entenda o meu esforço, embora o meu
> > cansáncio (e
> > > as derivas subseguintes) e confio em que cheguemos a ter
> > > momentos pontuais de encontro que nos permitam dar coas
> > > fórmulas para gestionar mais agilmente a redaçom de
> > > editoriais. Sabido é que os mails os carga o dianho.
> > >
> > > Fique aqui, já que logo, um inmenso abraço que nos faça
> > sentir
> > > a corporeidade da que andamos faltos no virtual, todo o
> > amor,
> > > todos os beijos e todo o melhor ;-) dos rolhos do mundo;
> > o
> > > gesto da irmandade que já os velhos galeguistas
> > identificarom
> > > junto à Liberdade e a Igualdade na genealogia
> > revolucionária
> > > do poder constituinte.
> > >
> > > Agarimosamente,
> > > Mundo.
> > >
> > >
> > >
> > > ----Message d'origine----
> > > De: zgenot yahoo.es
> > > Date: 10.07.2007 11:02
> > > Objet: Re: [CMI Galiza] editorial 25-J
> > >
> > >
> > > Idem, nom com bom, se nom com o melhor dos rolhos ;-
> > ).....
> > >
> > > o certo é que sabía de todas estas (tremendas... ej
> > > natio...) imperfeiçons teóricas, pero creio que no campo
> > > pedagógico, as vezes cumpre tratar de fazer ver as
> > verdades a
> > > medias, antes de que estas, ditas de sopetom soem
> > > excesivamente fortes e acabam por solidificar
> > reificadores
> > > argumentos (existe algo máis maniqueo que o uso
> > neurótico
> > > da/do natio...). Neste campo, de novo num extrano jogo
> > no
> > > entrecampo existente entre as realidades teóricas e as
> > medias
> > > verdades estratégicas, creio que nom estava de máis
> > > (re)adaptar certos usos e palavras para que o discurso
> > anime
> > > ao debate e nom reforçe as paisons tristes. De aqui vem,
> > em
> > > parte o meu rechaço (neste editorial..) cara a certas
> > acepçons
> > > (galeguismo, natio,....) que embora comprendo
> > perfeitamente,
> > > nom estou certo de que seja assim em grande parte da
> > parroquia
> > > política que construe/visita/participa do IMC. Explico-
> > me
> > > abaixo....
> > >
> > >
> > > "mundus bluewin.ch" <mundus bluewin.ch> escribió:
> > > -->
> > > Perfecto polo que fai aos enlaços, mas algumhas
> > > precissons teóricas coas emendas de Tone (vaiam
> > co
> > > melhor dos rolhos, siuplau! :-)
> > >
> > > 1. Entendo qeu se diga parte dos movimentos,
> > embora eu
> > > falava de galeguismo como transversalidade
> > particular
> > > ao movimento, fugindo precissamente da reificaçom
> > dos
> > > movimentos (ao estilo da teoria liberal que fala
> > dos
> > > "novos movimentos sociais" no canto de reconhecer
> > o
> > > fio emancipatório no que se insire um processo
> > de
> > > subjectivaçom particular, a saber: o de ter
> > nascido em
> > > Galiza). Entendo perfeitamente e parece-me
> > > acertadísima esse empregrar um conceito outro que
> > nom
> > > reifique `os movimentos´. Pero nom poderíamos
> > atopar
> > > um termo melhor que esse `galeguismo´ que -polo
> > menos
> > > a mim- lembra-me ao pior da modernidade?
> > >
> > > 2. ... pode que se bote em falta... eu creio que
> > > totalmente.... a data é simplesmente um momento
> > de
> > > selvagem patriotismo absolutamente baleira de
> > debate
> > > participativo e construçom dum comúm além as
> > birras e
> > > as bandeirolas...
> > >
> > > 3. voltaria a momento: empregava-o no senso do
> > momento
> > > gramsciano, nom coido que se trate de un "tempo
> > > concreto". No seu lugar, um "espaço-tempo"
> > quiçás, mas
> > > isto é complicar o discurso sem fundamento
> > teórico.
> > > Concordo; simplesmente cambiei `momento´ por nom
> > > redundar pois aparecía dúas vezes nás frases
> > > anteriores...Além está claro que momento da-lhe
> > umha
> > > profundidade muito máis ajeitada...
> > >
> > > 4. Nom entendo o do território: precissamente o
> > que a
> > > dimensom galeguista do movimento (o essa parte
> > > galeguista dos movimentos, se se preferir) fai
> > nom é
> > > organizar o território, embora desterritorializar
> > a
> > > territorializaçom imposta pola forma-Estado.
> > Idem.
> > > Concordo; pode que neste caso máis ainda. Pero o
> > termo
> > > galeguismo parece-me semioticamente desacertado.
> > Nom
> > > atopamos outro significante que empregar?? ,-)
> > >
> > > 5. Para adiante com esse "Qualquera pode
> > entender..."
> > > moito mais inclussivo! :-)
> > >
> > > 6. Viver???!!! Precissamente e o nascer, o natio,
> > de
> > > onde vem nacionalismo!!! Viver é bios, biopoder,
> > > biopolítica... e já que logo territorializaçom
> > baixo
> > > os dispositivos autoritários da forma-Estado.
> > Aliás, o
> > > viver desmarca-se precissamente de umha naçom da
> > > multitude na que cabe pensar umha Galiza anterior
> > e
> > > umha Galiza/ulterior. Eu sou galego e "vivo"
> > (aqui sí,
> > > já nom como bios!) em Galiza porque nascim em
> > Galiza
> > > embora nom resida em Galiza. Eis o grande termo
> > para a
> > > polémica. Coido que pode ser realmente complexo
> > > marcar com diafána precissom este `ius solis´
> > tam
> > > perniciosamente empregado por muitas. Nom pouco
> > > habitualmente tenho ouvido coisas do estilo
> > > `acostar-me com um espanhol, que nojo!´ ou `é que
> > eu
> > > com algúm que nom seja galego nom estaría...´ ou
> > o
> > > insulto menosprecio, triste, espúreo e -
> > teóricamente-
> > > baleiro racismo ao fim e ao cabo. Porém muita de
> > esta
> > > gente lé estes editoriais e participa do
> > movimento
> > > `galeguista´ hoje. Nom é ofrecer-lhes -baixo o
> > seu
> > > idiota e demagogico argumento- ponhendo o énfase
> > e as
> > > bases ontológicas exclusivamente no natio?
> > > Igual estou equivocadx, pero creio que fia falha
> > umha
> > > desmitificaçom que, se bem nom caia no erro
> > > semantico/teórico/gramatical si desmonte certos
> > > mecanismos reificadores tam extendidos neste
> > > intermezzo modernidade-posmodernidade no que
> > algumhas
> > > andam inmersas....
> > >
> > > 7. Para adiante coa "autonomia do movimento"
> > (melhor
> > > que com "diversas formas")
> > > ;-)
> > >
> > > Grande e inmenso abraço a todxs e ao nosso
> > infatigável
> > > Tone, moito especialmente,
> > > Mundo.
> > >
> > > Máis grande ainda o meu abraço, ácidos os beijos
> > a
> > > todas especialmente ao nosso bemquerido Mundo,
> > > petonets on tu vulguis ;-) seguimos passeninho e
> > > devagar...
> > > Tone
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > ----Message d'origine----
> > > De: zgenot yahoo.es
> > > Date: 09.07.2007 18:34
> > > À: <imc-galiza lists.indymedia.org>
> > > Objet: Re: [CMI Galiza] editorial 25-J
> > >
> > >
> > > vaia com a improvisaçom ;-)
> > >
> > > sem ánimo de polemiçar e a risco de cair na
> > deformaçom
> > > teórica do enviado pola minha bemquerida fusta
> > eis
> > > umhas sugerencias a ver que tal....
> > >
> > > Achega-se o 25 de Julho. Para parte dos
> > movimentos um
> > > momento de encontro; pode que bote-se em falta o
> > > momento para o debate e desenho de estratégias
> > de
> > > loita. Desde o colectivo editorial indymediaGZ
> > somos
> > > conscientes da importáncia que este tempo
> > concreto tem
> > > e gostariamos de abrir o espaço editorial a um
> > debate
> > > inteligente sobre o que pode ser a reivindicaçom
> > sobre
> > > a organizaçom do territorio Galiza hoje.
> > Qualquera
> > > pode entender que nestes tempos globais conceitos
> > como
> > > Estado, soberania, autodeterminaçom, etc tenhem
> > mudado
> > > o seu significado, mas em quê medida? Para
> > significar
> > > que outra cousa? Quales seriam, nesta redefiniçom
> > do
> > > discurso galeguista (o discurso que reivindica a
> > > dignidade de viver na Galiza), as possíveis
> > soluçons
> > > institucionais à qüestom nacional
> > (independência,
> > > federalismo, diversas formas de autonomía de
> > > movimento, etc.)? Quê significam em derradeira
> > > instáncia estes mesmos conceitos-soluçom e como
> > se
> > > ligam aos conceitos que podem dar expressom hoje
> > ao
> > > que segue a ser um feito (nascer/viver na Galiza
> > > é nascer/viver baixo umha forma de opressom que
> > cómpre
> > > erradicar)? Quales podem ser os jeitos e
> > ferramentas
> > > de loita mais atinados? Onde ubicar o recurso à
> > > violência? Quales podem ser as suas implicaçons
> > > tácticas no contexto actual? Paga a pena
> > alimentar a
> > > estratégia da tensom coa que o Estado tem
> > tentado
> > > historicamente inducir comportamentos das redes
> > do
> > > movimento? Aqui vam algumhas das qüestons, que
> > nom
> > > esgotam nem moito menos o tema. A cada quem,
> > embora,
> > > de engadir o qeu se lhe ocorrer. Que comece o
> > debate
> > > daquela!
> > >
> > >
> > > bjs
> > >
> > > Tone
> > >
> > > "mundus bluewin.ch" <mundus bluewin.ch>
> > escribió:
> > > -->
> > > rapidissima improvisaçom para o dia da
> > > mátria....
> > > bjs,
> > > m.
> > >
> > >
> > > O 25 de Julho e além
> > >
> > > Achega-se o 25 de Julio. Para o
> > galeguismo um
> > > momento de encontro, debate e desenho de
> > > estratégias de loita. Desde o colectivo
> > > editorial indymedia somos conscientes da
> > > importáncia que este momento tem e
> > gostariamos
> > > de abrir este espaço editorial a um
> > debate
> > > inteligente sobre o que pode ser a
> > > reivindicaçom galeguista hoje. Entendemos
> > que
> > > nestes tempos globais conceitos como
> > Estado,
> > > soberania, autodeterminaçom, etc tenhem
> > mudado
> > > o seu significado, mas em quê medida?
> > Para
> > > significar que outra cousa? Quales
> > seriam,
> > > nesta redefiniçom do discurso galeguista
> > (o
> > > discurso que reivindica a dignidade de
> > nascer
> > > na Galiza), as possíveis soluçons
> > > institucionais à qüestom nacional
> > > (independência, federalismo, etc.)? Quê
> > > significam em derradeira instáncia estes
> > > mesmos conceitos-soluçom e como se ligam
> > aos
> > > conceitos que podem dar expressom hoje ao
> > que
> > > segue a ser um feito (nascer na Galiza é
> > > nascer baixo umha forma de opressom que
> > cómpre
> > > erradicar)? Quales podem ser os jeitos e
> > > ferramentas de loita mais atinados? Onde
> > > ubicar o recurso à violência? Quales
> > podem ser
> > > as suas implicaçons tácticas no contexto
> > > actual? Paga a pena alimentar a
> > estratégia da
> > > tensom coa que o Estado tem tentado
> > > historicamente inducir comportamentos
> > das
> > > redes do movimento? Aqui vam algumhas
> > das
> > > qüestons, que nom esgotam nem moito menos
> > o
> > > tema. A cada quem, embora, de engadir o
> > qeu se
> > > lhe ocorrer. Que comece o debate
> > daquela!
> > >
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