[CMI Galiza] editorial 25-J

mundus bluewin.ch mundus bluewin.ch
Domingo, 15 de Julho de 2007 - 22:40:47 PDT


Guido, tropa! 

Aqui vai o último remake, versom 2.0, que se vos parece podemos 
colgar já. Se vos fixades, suprimim o funendo termo "galeguismo". 

Aproveito para fazer um rapidissimo comentário ao abeiro da minha 
experiência pessoal coa redaçom de este editorial: temos que pensar 
passeininho e devagar o jeito de redactar em comum os editoriais. 
Pessoalmente, acho que é a única maneira de faze-lo é pensando entre 
todas quales podem ser os procedimentos e ritmos mais ajeitados, 
sempre dentro da flexibilidade que require sair ao passo das 
circunstáncias (quero dizer que se há umha crise qualesquera também 
deveriamos poder sair ao passo agilmente).

Guido, meu, quando comentava o de esgotador referia-me ao ter que 
estar corregindo, debatindo e emendando desde um esforço intelectual 
pessoal. Entendo que para outrxs de vós isto nom seja tam chungo e 
bem está que assi seja. Mas para mim tem sido particularmente 
esgotador por múltiplos motivos (carga de curro estes dias, 
implicaçom emocional, ausência da vossa corporeidade... e toda umha 
longa lista na que o curro virtual segue a supôr um grande esforço 
quando nom se pode compensar co presencial...)

Enfim, coido, embora, que nos últimos meses temos feito um trabalho 
bárbaro e que bem está que demos cos ritmos, jeitos e ánimos para 
soster a carreira no longo praço, sem por isso rematar abrindo 
caminho às paixons tristes. Falavam os filósofos presocráticos da 
"asfaleia" como o exercício virtuoso do comedimento, da continência 
que require asegurar a actualizaçom da potência. Concedam-nos aqueles 
magníficos deuses e deusas do olimpo, deismo da multitudo ou 
politeismo, a inspiraçom e a inteligência para seguir loitando!

Beijinhos e abraços,
Mundo.


O 25 DE JULHO E ALÉM

Achega-se o 25 de Julho. Para o movimento é un dia de encontro no 
que pensar a injustiça que se nos inflige por nascer e/ou querer 
viver na Galiza. Pode que se bote em falta o momento para o debate e 
desenho de estratégias de loita. Desde o colectivo editorial somos 
conscientes da importáncia que este momento concreto tem e 
gostariamos de abrir este espaço editorial a um debate inteligente 
sobre o que pode ser a reivindicaçom da Galiza hoje. Qualquera pode 
entender que, nestes tempos globais, conceitos como Estado, 
soberania, autodeterminaçom, etc tenhem mudado o seu significado. 
Mas, em quê medida? Para significar que outra cousa? Quales seriam, 
nesta redefiniçom do discurso de libertaçom nacional (o discurso que 
reivindica a dignidade de nascer na Galiza), as possíveis soluçons 
institucionais à qüestom nacional (independência, federalismo, etc.)? 
Quê significam em derradeira instáncia estes mesmos conceitos-soluçom 
e como se ligam aos conceitos que podem dar expressom hoje ao que 
segue a ser um feito (nascer na Galiza é nascer baixo umha forma de 
opressom que cómpre erradicar)? Quales podem ser os jeitos e 
ferramentas de loita mais atinados? Onde ubicar o recurso à 
violência? Quales podem ser as suas implicaçons tácticas no contexto 
actual? Paga a pena alimentar a estratégia da tensom coa que o Estado 
tem tentado historicamente inducir comportamentos das redes do 
movimento? Aqui vam algumhas das qüestons, que nom esgotam nem moito 
menos o tema. A cada quem, embora, de engadir o que se lhe ocorrer. 
Que comece o debate daquela!


----Message d'origine----
De: guido  aderiva.net
Date: 15.07.2007 19:07
À: <imc-galiza  lists.indymedia.org>
Objet: Re: [CMI Galiza] editorial 25-J

ei!!

como vai ese editorial? agardo para colgalo, molaba que fose no día 
de
hoxe, para que o debate se desenrole con tempo antes do día x   
:))

bkzs


El dom, 15-07-2007 a las 14:03 +0200, guido escribió:
> duas cousas:
> 
> 1) non enviáchedes as correcións ao texto 25-x (o termo 
galeguismo, que
> a mín tamén me encantaría que o mudáramos por outro máis
> "conciliador"). en canto esté rematado, xa colgo eu. por certo, 
unhas
> ligazons ás páxinas principais dos actos do día da
> patria/matria/...tria: causagaliza,etc,etc,etc... non sería o 
seu?
> 
> 2) sobre o que comentas mundo, opino que o traballo editorial non 
está
> suponhendo un "esforzo militantista esgotador" para ninguén, que 
eu
> saiba. e o que penso temos que facer é traballar os textos con 
máis
> tempo, e cando se plantexen coma traballos colectivos marcar tema 
e
> desenrolo colectivamente, repartíndose o traballo e cunha persoa 
que
> unifique estilo. é imposible facelo se mandamos textos xa 
fechados.
> 
> falámolo, apertas
> 
> 
> 
> 
> El jue, 12-07-2007 a las 07:27 +0000, mundus  bluewin.ch 
escribió:
> > Perfecto o timing para os editoriais. Miramos de dar no entanto 
com 
> > algumha soluçom discursiva para rempraçar "galeguismo" (dizem 
os 
> > físicos: se há problema é que há soluçom!) e imos reflexionando 
sobre 
> > os procedimentos que nos permitam seguir a manter viva a 
coluna 
> > central sem que nos suponha um esforço militantista 
esgotador...
> > 
> > Beijinhos a todxs,
> > Mundo.
> > 
> > 
> > 
> > ----Message d'origine----
> > De: guido  aderiva.net
> > Date: 11.07.2007 18:55
> > À: <imc-galiza  lists.indymedia.org>
> > Objet: Re: [CMI Galiza] editorial 25-J
> > 
> > penso que o editorial "matrio" podémolo colgar o sábado, pasada 
a 
> > marcha
> > á lama, se vos parece ben. eu o colgo sen faio, así voume 
pulindo 
> > coma
> > techie  :)
> > 
> > e así podedes dar un par de voltas máis se queredes ao texto, 
sen 
> > dúbida
> > enriquecedor para un servidor, a maiores de vir (e seguir) 
nunha 
> > linha
> > de traballo na que os termos familiares na sua aplicación 
política 
> > (nai,
> > pai, irmao...) seguen a producir certo "repelús"
> > 
> > fortes bks
> > 
> > 
> > El mié, 11-07-2007 a las 12:12 +0200, Antón Gómez Reino 
Varela 
> > escribió:
> > > realmente nom sei se`la rivoluzione é finita´ pero seguro 
que
> > >  `abbiamo vinto´.
> > > Agora à serio, certamente nom podo ver-lhe matiz algúm as 
> > explicaçons
> > > de Mundo; o que sabe, sabe ;-) e o que nom sabe trollea (eu 
;)
> > > Queda pois essa verssom como definitiva, nom compas?
> > >  
> > > E agora que sei que som máis galeguista que o iogur de grelos 
de 
> > Juan
> > > Pardo :P a ver se damos com esses jeitos máis agiles de fazer 
os
> > > editoriais. Porém, creio que devemos parabeniçar-nos polo 
> > dinamismo
> > > que estamos a dar-lhe o IMC nestes ultimos meses... nom é?
> > >  
> > > Pola minha banda sinto os beijos como corpo e espero que os 
meus
> > > agarimos cheguem também além do río furelos...
> > >  
> > > bjs enormes, compas, irmás....
> > >  
> > > T.
> > > 
> > > 
> > > "mundus  bluewin.ch" <mundus  bluewin.ch> escribió: 
> > >         Uf, uf, uf... Já nom dou abondo...
> > >          
> > >         A ver se me explico bem sem parecer um troll ;-)
> > >          
> > >         Nom coido que haja nenhuma necessidade de 
imperfeiçom 
> > teórica,
> > >         embora de dar coas termologias sinxelas que rebaixem 
as
> > >         componhentes estéticas mais disonantes (por exemplo,
> > >         adjectivamos de "ingovernável" a "maquina de 
guerra" 
> > estamos a
> > >         fazer estética, nom contido, umha imperfeiçom teórica 
que 
> > sem
> > >         dúvida soa bem --elemento estético-- embora difumina 
o
> > >         significado do conceito originário): do que se 
tratar 
> > aqui, já
> > >         postos a falar no terreo do conhecimento teórico, é 
da 
> > síntese
> > >         simbólica de contidos teóricos (o "symbolic package" 
do 
> > que
> > >         fala a escola goffmaniana). 
> > >          
> > >         Neste senso, entendo que poida haver seitores do 
> > movimento que
> > >         tenham chegado a tales níveis de desenvolvimento do 
seu
> > >         auto-referencialismo político tan brutais que nom 
saibam 
> > nem
> > >         reconhecer já o que os levou a ser indepes (suponho 
que 
> > seria
> > >         o "galeguismo", claro que o mesmo participam do 
mesmo 
> > aparelho
> > >         categorial da direita espanhola e já só aspiram a 
> > "romper
> > >         España"). 
> > >          
> > >         Para mim, galeguismo é umha palavra de mínimos (tam 
de 
> > mínimos
> > >         que mesmo gentes do PP podem ser galeguistas). 
> > Galeguismo,
> > >         goste-se ou nom, é a única possibilidade de sair do
> > >         nacionalismo como ideologia da modernidade defendendo 
a 
> > nossa
> > >         singularidade qualesquer, a nossa galeguidade 
(palavro 
> > que de
> > >         seguro soa ainda pior que galeguismo, embora nom 
haja 
> > outro
> > >         precissamente por isto mesmo: por ser a nossa 
> > singularidade
> > >         irreductível). 
> > >          
> > >         Nom acho que pode levar a rejeitar galeguismo que 
nom 
> > seja a
> > >         estética, certamente sobada polo poder, que dimana 
esta
> > >         palavra. E desde logo, polos meus mortos (perdoade o
> > >         dramatismo, mas, já postos a fazer enjuiçamentos
> > >         subjectivos, nom podo deixar de ter presente a quem 
na 
> > minha
> > >         família defendeu o galeguismo nas prissons 
franquistas 
> > antes
> > >         de que a sociedade do espectáculo vinhera a fazer uso 
da
> > >         intifada hormonal do kaleborrokismo galaiko ad 
maiorem 
> > gloria
> > >         do discurso fraguiano anti-secessionista), nom só 
nom 
> > podo
> > >         considerar que seja o pior da modernidade, embora o 
> > melhor.
> > >         Nom penso, aliás, que seja cousa de ver aqui quem é 
o 
> > mais
> > >         radikal dos radikais... (a radikalidade como 
identidade 
> > nom me
> > >         interessa, sei bem onde há antagonismo e onde 
patologias
> > >         identitárias.
> > >          
> > >         Com todo, se galeguista molesta poderiamos ponher 
MNLG, 
> > que
> > >         nom vem ser o mesmo exactamente, ainda que 
seguramente 
> > vai num
> > >         senso semelhante e de seguro que nom fai sofrir aos
> > >         radikais... Nom sei se me explico, mas nom acho 
outra
> > >         alternativa que dizer as cousas como som e nom se 
deixar
> > >         abafar. Mirando, embora de ser construtivo, se calhar 
o 
> > mesmo
> > >         se poderia recorrer a algumha fórmula que
> > >         comprendera libertaçom nacional, a nom discriminaçom 
de
> > >         nascimento, ou assi. Mas nom vejo de que jeito 
explicar 
> > todo
> > >         isto sem recorrer ao symbolic package.
> > >          
> > >         Um último apontamento: nom coido que toda a audiência 
do
> > >         indymedia, para a que deveriamos estar a escrever, 
seja 
> > o
> > >         interlocutor imaginário ao que está escrevendo Tone. 
Nom 
> > é
> > >         cousa de fazer do IMC parte do MNLG (o que por certo 
é 
> > um
> > >         debate tristemente ancorado na memória de este 
colectivo
> > >         editorial). Outras neste colectivo temos outros 
> > interlocutores
> > >         imaginários que som multitudes e nom plebes 
> > independentistas.
> > >         Multitudes que seguramente sabem o que é ser 
galeguista, 
> > mesmo
> > >         quando tenhem votado ao PP (si, si... ou é 
acreditamos 
> > na
> > >         representaçom mais que os própios representantes?).
> > >          
> > >         Polo que fai ao ponto 2, o que precissava era o 
câmbio 
> > do
> > >         lugar do pronome. Mesmo se nom adoito ser moi 
atinado 
> > coido
> > >         que se diz "pode que se bote em falta" e nom "pode 
que 
> > bote-se
> > >         em falta". Ainda que nom sou filólogo...
> > >          
> > >         3. Melhor deixar momento, logo...
> > >          
> > >         4. De novo o de galeguismo. Sinto-o, mas por mais que 
o
> > >         penso nom acho alternativas... Coido aliás que 
cómpre 
> > ter
> > >         clara a distinçom entre galeguismo (o movimento) e 
> > outros
> > >         conceitos como independentismo, regionalismo, 
autonomismo 
> > (que
> > >         nom autonomia), etc... ligados todos eles a 
estratégias 
> > de
> > >         libertaçom nacional. Pessoalmente acho que o nom é 
cousa 
> > de
> > >         situarmo-nos tacticamente num continuum de 
radikalidade 
> > em
> > >         relaçom ao processo geo-histórico de construçom 
estatal 
> > (o
> > >         state-building), embora de reivindicar o feito de 
nascer 
> > em
> > >         Galiza como umha singularidade qualesquera ("ser 
galego 
> > nom
> > >         por só ser galego, embora por ser igual que 
qualesquera 
> > outra
> > >         pessoa que tenha qualesquera outras
> > >         coordenadas espaço-temporais de nascimento").
> > >          
> > >         5. Okis
> > >          
> > >         6. Nada de jus solis, precissamente todo o 
contrário: 
> > este
> > >         afirma-se como tal nom momento em que 
territorializa, 
> > algo que
> > >         só é possível no momento em que a indefensom da nossa 
mai 
> > no
> > >         acto do nosso nascimento nos insire baixo o poder 
soberam 
> > da
> > >         patria potestas. O mesmo que có de território, acho 
que 
> > as
> > >         modificaçons de Tone intentam conciliar um devir 
que 
> > arraiga
> > >         na deriva independentista do galeguismo (dito seja 
co 
> > maior
> > >         dos respeitos pola sua trajectória política --aqui 
cada 
> > quem
> > >         temos a nossa e todas igual de valiosas) e que nom 
> > alcança à
> > >         ruptura coa territorializaçom da modernidade. Nom é 
> > viver
> > >         baixo a opressom espanhola o que nos fai 
antagonistas, 
> > embora
> > >         o nascimento. O problema na pós-moderindade é que 
por 
> > ter
> > >         acadado a migraçom um outro nível, o nascimento 
como 
> > categoria
> > >         só alcanza a ser emancipatória fora da forma-Estado: 
isto 
> > é
> > >         afirmaçom autónoma da nossa galeguidade fronte à 
lógica 
> > da
> > >         "naturalizaçom" (em rigor "artifício") do jus solis. 
Ser
> > >         realmente antagonista nom é apostar polo jus solis 
fronte 
> > ao
> > >         jus sanguinis, embora superar todo marco 
institucional de 
> > jure
> > >         para afirmarmo-nos na autonomia da produçom 
institucional 
> > do
> > >         movimento. Umha estratégia que realice (e nom que 
> > administre)
> > >         o direito a migrar e a ser acolhido na sociedade de 
passo 
> > (nom
> > >         necessariamente "de chegada") require daquela o 
abandono 
> > de
> > >         toda forma biopolítica, para fazer do zoe, da nossa 
> > condiçom
> > >         radical como espécie integrada num ecosistema o 
elemento
> > >         nuclear da instanciaçom de umha política do desejo.
> > >          
> > >         7. Okis
> > >          
> > >         Remato nom sem engadir a minha preocupaçom polos 
esforços 
> > que
> > >         nos pode estar a suponher este tipo de redacçom 
> > colectiva. Nom
> > >         sei se procedimentalmente temos dado com umha 
fórmula 
> > ajeitada
> > >         e pessoalmente estou moi canso nesta recta de "fim 
de 
> > curso".
> > >         Espero que se entenda o meu esforço, embora o meu 
> > cansáncio (e
> > >         as derivas subseguintes) e confio em que cheguemos a 
ter
> > >         momentos pontuais de encontro que nos permitam dar 
coas
> > >         fórmulas para gestionar mais agilmente a redaçom de
> > >         editoriais. Sabido é que os mails os carga o 
dianho. 
> > >          
> > >         Fique aqui, já que logo, um inmenso abraço que nos 
faça 
> > sentir
> > >         a corporeidade da que andamos faltos no virtual, todo 
o 
> > amor,
> > >         todos os beijos e todo o melhor ;-) dos rolhos do 
mundo; 
> > o
> > >         gesto da irmandade que já os velhos galeguistas 
> > identificarom
> > >         junto à Liberdade e a Igualdade na genealogia 
> > revolucionária
> > >         do poder constituinte.
> > >          
> > >         Agarimosamente,
> > >         Mundo.
> > >          
> > >         
> > >         
> > >         ----Message d'origine----
> > >         De: zgenot  yahoo.es
> > >         Date: 10.07.2007 11:02
> > >         Objet: Re: [CMI Galiza] editorial 25-J
> > >         
> > >         
> > >         Idem, nom com bom, se nom com o melhor dos rolhos ;-
> > ).....
> > >          
> > >         o certo é que sabía de todas estas (tremendas... ej
> > >         natio...) imperfeiçons teóricas, pero creio que no 
campo
> > >         pedagógico, as vezes cumpre tratar de fazer ver as 
> > verdades a
> > >         medias, antes de que estas, ditas de sopetom soem
> > >         excesivamente fortes e acabam por solidificar 
> > reificadores
> > >         argumentos (existe algo máis maniqueo que o uso 
> > neurótico
> > >         da/do natio...). Neste campo, de novo num extrano 
jogo 
> > no
> > >         entrecampo existente entre as realidades teóricas e 
as 
> > medias
> > >         verdades estratégicas, creio que nom estava de máis
> > >         (re)adaptar certos usos e palavras para que o 
discurso 
> > anime
> > >         ao debate e nom reforçe as paisons tristes. De aqui 
vem, 
> > em
> > >         parte o meu rechaço (neste editorial..) cara a 
certas 
> > acepçons
> > >         (galeguismo, natio,....) que embora comprendo 
> > perfeitamente,
> > >         nom estou certo de que seja assim em grande parte 
da 
> > parroquia
> > >         política que construe/visita/participa do IMC. 
Explico-
> > me
> > >         abaixo....
> > >         
> > >         
> > >         "mundus  bluewin.ch" <mundus  bluewin.ch> escribió:
> > >                 --> 
> > >                 Perfecto polo que fai aos enlaços, mas 
algumhas
> > >                 precissons teóricas coas emendas de Tone 
(vaiam 
> > co
> > >                 melhor dos rolhos, siuplau!  :-)
> > >                  
> > >                 1. Entendo qeu se diga parte dos 
movimentos, 
> > embora eu
> > >                 falava de galeguismo como transversalidade 
> > particular
> > >                 ao movimento, fugindo precissamente da 
reificaçom 
> > dos
> > >                 movimentos (ao estilo da teoria liberal que 
fala 
> > dos
> > >                 "novos movimentos sociais" no canto de 
reconhecer 
> > o
> > >                 fio emancipatório no que se insire um 
processo 
> > de
> > >                 subjectivaçom particular, a saber: o de ter 
> > nascido em
> > >                 Galiza). Entendo perfeitamente e parece-me
> > >                 acertadísima esse empregrar um conceito outro 
que 
> > nom
> > >                 reifique `os movimentos´. Pero nom 
poderíamos 
> > atopar
> > >                 um termo melhor que esse `galeguismo´ que -
polo 
> > menos
> > >                 a mim- lembra-me ao pior da modernidade?
> > >                  
> > >                 2. ... pode que se bote em falta... eu creio 
que
> > >                 totalmente.... a data é simplesmente um 
momento 
> > de
> > >                 selvagem patriotismo absolutamente baleira 
de 
> > debate
> > >                 participativo e construçom dum comúm além 
as 
> > birras e
> > >                 as bandeirolas...
> > >                  
> > >                 3. voltaria a momento: empregava-o no senso 
do 
> > momento
> > >                 gramsciano, nom coido que se trate de un 
"tempo
> > >                 concreto". No seu lugar, um "espaço-tempo" 
> > quiçás, mas
> > >                 isto é complicar o discurso sem fundamento 
> > teórico.
> > >                 Concordo; simplesmente cambiei `momento´ por 
nom
> > >                 redundar pois aparecía dúas vezes nás frases
> > >                 anteriores...Além está claro que momento da-
lhe 
> > umha
> > >                 profundidade muito máis ajeitada...
> > >                  
> > >                 4. Nom entendo o do território: precissamente 
o 
> > que a
> > >                 dimensom galeguista do movimento (o essa 
parte
> > >                 galeguista dos movimentos, se se preferir) 
fai 
> > nom é
> > >                 organizar o território, embora 
desterritorializar 
> > a
> > >                 territorializaçom imposta pola forma-
Estado. 
> > Idem.
> > >                 Concordo; pode que neste caso máis ainda. 
Pero o 
> > termo
> > >                 galeguismo parece-me semioticamente 
desacertado. 
> > Nom
> > >                 atopamos outro significante que empregar?? ,-
)
> > >                  
> > >                 5. Para adiante com esse "Qualquera pode 
> > entender..."
> > >                 moito mais inclussivo! :-)
> > >                  
> > >                 6. Viver???!!! Precissamente e o nascer, o 
natio, 
> > de
> > >                 onde vem nacionalismo!!! Viver é bios, 
biopoder,
> > >                 biopolítica... e já que logo 
territorializaçom 
> > baixo
> > >                 os dispositivos autoritários da forma-
Estado. 
> > Aliás, o
> > >                 viver desmarca-se precissamente de umha naçom 
da
> > >                 multitude na que cabe pensar umha Galiza 
anterior 
> > e
> > >                 umha Galiza/ulterior. Eu sou galego e 
"vivo" 
> > (aqui sí,
> > >                 já nom como bios!) em Galiza porque nascim 
em 
> > Galiza
> > >                 embora nom resida em Galiza. Eis o grande 
termo 
> > para a
> > >                 polémica. Coido que pode ser realmente 
complexo
> > >                 marcar com diafána precissom este `ius 
solis´ 
> > tam
> > >                 perniciosamente empregado por muitas. Nom 
pouco
> > >                 habitualmente tenho ouvido coisas do estilo
> > >                 `acostar-me com um espanhol, que nojo!´ ou `é 
que 
> > eu
> > >                 com algúm que nom seja galego nom estaría...´ 
ou 
> > o
> > >                 insulto menosprecio, triste, espúreo e -
> > teóricamente-
> > >                 baleiro racismo ao fim e ao cabo. Porém muita 
de 
> > esta
> > >                 gente lé estes editoriais e participa do 
> > movimento
> > >                 `galeguista´ hoje. Nom é ofrecer-lhes -baixo 
o 
> > seu
> > >                 idiota e demagogico argumento- ponhendo o 
énfase 
> > e as
> > >                 bases ontológicas exclusivamente  no natio?
> > >                 Igual estou equivocadx, pero creio que fia 
falha 
> > umha
> > >                 desmitificaçom que, se bem nom caia no erro
> > >                 semantico/teórico/gramatical si desmonte 
certos
> > >                 mecanismos reificadores tam extendidos neste
> > >                 intermezzo modernidade-posmodernidade no 
que 
> > algumhas
> > >                 andam inmersas....
> > >                  
> > >                 7. Para adiante coa "autonomia do 
movimento" 
> > (melhor
> > >                 que com "diversas formas")
> > >                 ;-)
> > >                  
> > >                 Grande e inmenso abraço a todxs e ao nosso 
> > infatigável
> > >                 Tone, moito especialmente,
> > >                 Mundo.
> > >                  
> > >                 Máis grande ainda o meu abraço, ácidos os 
beijos 
> > a
> > >                 todas especialmente ao nosso bemquerido 
Mundo,
> > >                 petonets on tu vulguis ;-) seguimos 
passeninho e
> > >                 devagar...
> > >                 Tone
> > >                  
> > >                  
> > >                 
> > >                 
> > >                 ----Message d'origine----
> > >                 De: zgenot  yahoo.es
> > >                 Date: 09.07.2007 18:34
> > >                 À: <imc-galiza  lists.indymedia.org>
> > >                 Objet: Re: [CMI Galiza] editorial 25-J
> > >                 
> > >                 
> > >                 vaia com a improvisaçom ;-)
> > >                  
> > >                 sem ánimo de polemiçar e a risco de cair na 
> > deformaçom
> > >                 teórica do enviado pola minha bemquerida 
fusta 
> > eis
> > >                 umhas sugerencias a ver que tal....
> > >                  
> > >                 Achega-se o 25 de Julho. Para parte dos 
> > movimentos um
> > >                 momento de encontro; pode que bote-se em 
falta o
> > >                 momento para o debate e desenho de 
estratégias 
> > de
> > >                 loita. Desde o colectivo editorial 
indymediaGZ 
> > somos
> > >                 conscientes da importáncia que este tempo 
> > concreto tem
> > >                 e gostariamos de abrir o espaço editorial a 
um 
> > debate
> > >                 inteligente sobre o que pode ser a 
reivindicaçom 
> > sobre
> > >                 a organizaçom do territorio Galiza hoje. 
> > Qualquera
> > >                 pode entender que nestes tempos globais 
conceitos 
> > como
> > >                 Estado, soberania, autodeterminaçom, etc 
tenhem 
> > mudado
> > >                 o seu significado, mas em quê medida? Para 
> > significar
> > >                 que outra cousa? Quales seriam, nesta 
redefiniçom 
> > do
> > >                 discurso galeguista (o discurso que 
reivindica a
> > >                 dignidade de viver na Galiza), as possíveis 
> > soluçons
> > >                 institucionais à qüestom nacional 
> > (independência,
> > >                 federalismo, diversas formas de autonomía de
> > >                 movimento, etc.)? Quê significam em 
derradeira
> > >                 instáncia estes mesmos conceitos-soluçom e 
como 
> > se
> > >                 ligam aos conceitos que podem dar expressom 
hoje 
> > ao
> > >                 que segue a ser um feito (nascer/viver na 
Galiza
> > >                 é nascer/viver baixo umha forma de opressom 
que 
> > cómpre
> > >                 erradicar)? Quales podem ser os jeitos e 
> > ferramentas
> > >                 de loita mais atinados? Onde ubicar o recurso 
à
> > >                 violência? Quales podem ser as suas 
implicaçons
> > >                 tácticas no contexto actual? Paga a pena 
> > alimentar a
> > >                 estratégia da tensom coa que o Estado tem 
> > tentado
> > >                 historicamente inducir comportamentos das 
redes 
> > do
> > >                 movimento? Aqui vam algumhas das qüestons, 
que 
> > nom
> > >                 esgotam nem moito menos o tema. A cada 
quem, 
> > embora,
> > >                 de engadir o qeu se lhe ocorrer. Que comece 
o 
> > debate
> > >                 daquela!
> > >                  
> > >                  
> > >                 bjs
> > >                 
> > >                 Tone
> > >                 
> > >                 "mundus  bluewin.ch" <mundus  bluewin.ch> 
> > escribió:
> > >                         --> 
> > >                         rapidissima improvisaçom para o dia 
da
> > >                         mátria....
> > >                         bjs,
> > >                         m.
> > >                          
> > >                          
> > >                         O 25 de Julho e além
> > >                          
> > >                         Achega-se o 25 de Julio. Para o 
> > galeguismo um
> > >                         momento de encontro, debate e desenho 
de
> > >                         estratégias de loita. Desde o 
colectivo
> > >                         editorial indymedia somos conscientes 
da
> > >                         importáncia que este momento tem e 
> > gostariamos
> > >                         de abrir este espaço editorial a um 
> > debate
> > >                         inteligente sobre o que pode ser a
> > >                         reivindicaçom galeguista hoje. 
Entendemos 
> > que
> > >                         nestes tempos globais conceitos 
como 
> > Estado,
> > >                         soberania, autodeterminaçom, etc 
tenhem 
> > mudado
> > >                         o seu significado, mas em quê 
medida? 
> > Para
> > >                         significar que outra cousa? Quales 
> > seriam,
> > >                         nesta redefiniçom do discurso 
galeguista 
> > (o
> > >                         discurso que reivindica a dignidade 
de 
> > nascer
> > >                         na Galiza), as possíveis soluçons
> > >                         institucionais à qüestom nacional
> > >                         (independência, federalismo, etc.)? 
Quê
> > >                         significam em derradeira instáncia 
estes
> > >                         mesmos conceitos-soluçom e como se 
ligam 
> > aos
> > >                         conceitos que podem dar expressom 
hoje ao 
> > que
> > >                         segue a ser um feito (nascer na 
Galiza é
> > >                         nascer baixo umha forma de opressom 
que 
> > cómpre
> > >                         erradicar)? Quales podem ser os 
jeitos e
> > >                         ferramentas de loita mais atinados? 
Onde
> > >                         ubicar o recurso à violência? 
Quales 
> > podem ser
> > >                         as suas implicaçons tácticas no 
contexto
> > >                         actual? Paga a pena alimentar a 
> > estratégia da
> > >                         tensom coa que o Estado tem tentado
> > >                         historicamente inducir 
comportamentos 
> > das
> > >                         redes do movimento? Aqui vam 
algumhas 
> > das
> > >                         qüestons, que nom esgotam nem moito 
menos 
> > o
> > >                         tema. A cada quem, embora, de engadir 
o 
> > qeu se
> > >                         lhe ocorrer. Que comece o debate 
> > daquela!
> > >                          
> > >                         
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