[CMI Galiza] editorial 25-J
guido
guido aderiva.net
Terça-Feira, 17 de Julho de 2007 - 10:54:27 PDT
xa está colgado o editorial, apertas a todas
El lun, 16-07-2007 a las 05:40 +0000, mundus bluewin.ch escribió:
> Guido, tropa!
>
> Aqui vai o último remake, versom 2.0, que se vos parece podemos
> colgar já. Se vos fixades, suprimim o funendo termo "galeguismo".
>
> Aproveito para fazer um rapidissimo comentário ao abeiro da minha
> experiência pessoal coa redaçom de este editorial: temos que pensar
> passeininho e devagar o jeito de redactar em comum os editoriais.
> Pessoalmente, acho que é a única maneira de faze-lo é pensando entre
> todas quales podem ser os procedimentos e ritmos mais ajeitados,
> sempre dentro da flexibilidade que require sair ao passo das
> circunstáncias (quero dizer que se há umha crise qualesquera também
> deveriamos poder sair ao passo agilmente).
>
> Guido, meu, quando comentava o de esgotador referia-me ao ter que
> estar corregindo, debatindo e emendando desde um esforço intelectual
> pessoal. Entendo que para outrxs de vós isto nom seja tam chungo e
> bem está que assi seja. Mas para mim tem sido particularmente
> esgotador por múltiplos motivos (carga de curro estes dias,
> implicaçom emocional, ausência da vossa corporeidade... e toda umha
> longa lista na que o curro virtual segue a supôr um grande esforço
> quando nom se pode compensar co presencial...)
>
> Enfim, coido, embora, que nos últimos meses temos feito um trabalho
> bárbaro e que bem está que demos cos ritmos, jeitos e ánimos para
> soster a carreira no longo praço, sem por isso rematar abrindo
> caminho às paixons tristes. Falavam os filósofos presocráticos da
> "asfaleia" como o exercício virtuoso do comedimento, da continência
> que require asegurar a actualizaçom da potência. Concedam-nos aqueles
> magníficos deuses e deusas do olimpo, deismo da multitudo ou
> politeismo, a inspiraçom e a inteligência para seguir loitando!
>
> Beijinhos e abraços,
> Mundo.
>
>
> O 25 DE JULHO E ALÉM
>
> Achega-se o 25 de Julho. Para o movimento é un dia de encontro no
> que pensar a injustiça que se nos inflige por nascer e/ou querer
> viver na Galiza. Pode que se bote em falta o momento para o debate e
> desenho de estratégias de loita. Desde o colectivo editorial somos
> conscientes da importáncia que este momento concreto tem e
> gostariamos de abrir este espaço editorial a um debate inteligente
> sobre o que pode ser a reivindicaçom da Galiza hoje. Qualquera pode
> entender que, nestes tempos globais, conceitos como Estado,
> soberania, autodeterminaçom, etc tenhem mudado o seu significado.
> Mas, em quê medida? Para significar que outra cousa? Quales seriam,
> nesta redefiniçom do discurso de libertaçom nacional (o discurso que
> reivindica a dignidade de nascer na Galiza), as possíveis soluçons
> institucionais à qüestom nacional (independência, federalismo, etc.)?
> Quê significam em derradeira instáncia estes mesmos conceitos-soluçom
> e como se ligam aos conceitos que podem dar expressom hoje ao que
> segue a ser um feito (nascer na Galiza é nascer baixo umha forma de
> opressom que cómpre erradicar)? Quales podem ser os jeitos e
> ferramentas de loita mais atinados? Onde ubicar o recurso à
> violência? Quales podem ser as suas implicaçons tácticas no contexto
> actual? Paga a pena alimentar a estratégia da tensom coa que o Estado
> tem tentado historicamente inducir comportamentos das redes do
> movimento? Aqui vam algumhas das qüestons, que nom esgotam nem moito
> menos o tema. A cada quem, embora, de engadir o que se lhe ocorrer.
> Que comece o debate daquela!
>
>
> ----Message d'origine----
> De: guido aderiva.net
> Date: 15.07.2007 19:07
> À: <imc-galiza lists.indymedia.org>
> Objet: Re: [CMI Galiza] editorial 25-J
>
> ei!!
>
> como vai ese editorial? agardo para colgalo, molaba que fose no día
> de
> hoxe, para que o debate se desenrole con tempo antes do día x
> :))
>
> bkzs
>
>
> El dom, 15-07-2007 a las 14:03 +0200, guido escribió:
> > duas cousas:
> >
> > 1) non enviáchedes as correcións ao texto 25-x (o termo
> galeguismo, que
> > a mín tamén me encantaría que o mudáramos por outro máis
> > "conciliador"). en canto esté rematado, xa colgo eu. por certo,
> unhas
> > ligazons ás páxinas principais dos actos do día da
> > patria/matria/...tria: causagaliza,etc,etc,etc... non sería o
> seu?
> >
> > 2) sobre o que comentas mundo, opino que o traballo editorial non
> está
> > suponhendo un "esforzo militantista esgotador" para ninguén, que
> eu
> > saiba. e o que penso temos que facer é traballar os textos con
> máis
> > tempo, e cando se plantexen coma traballos colectivos marcar tema
> e
> > desenrolo colectivamente, repartíndose o traballo e cunha persoa
> que
> > unifique estilo. é imposible facelo se mandamos textos xa
> fechados.
> >
> > falámolo, apertas
> >
> >
> >
> >
> > El jue, 12-07-2007 a las 07:27 +0000, mundus bluewin.ch
> escribió:
> > > Perfecto o timing para os editoriais. Miramos de dar no entanto
> com
> > > algumha soluçom discursiva para rempraçar "galeguismo" (dizem
> os
> > > físicos: se há problema é que há soluçom!) e imos reflexionando
> sobre
> > > os procedimentos que nos permitam seguir a manter viva a
> coluna
> > > central sem que nos suponha um esforço militantista
> esgotador...
> > >
> > > Beijinhos a todxs,
> > > Mundo.
> > >
> > >
> > >
> > > ----Message d'origine----
> > > De: guido aderiva.net
> > > Date: 11.07.2007 18:55
> > > À: <imc-galiza lists.indymedia.org>
> > > Objet: Re: [CMI Galiza] editorial 25-J
> > >
> > > penso que o editorial "matrio" podémolo colgar o sábado, pasada
> a
> > > marcha
> > > á lama, se vos parece ben. eu o colgo sen faio, así voume
> pulindo
> > > coma
> > > techie :)
> > >
> > > e así podedes dar un par de voltas máis se queredes ao texto,
> sen
> > > dúbida
> > > enriquecedor para un servidor, a maiores de vir (e seguir)
> nunha
> > > linha
> > > de traballo na que os termos familiares na sua aplicación
> política
> > > (nai,
> > > pai, irmao...) seguen a producir certo "repelús"
> > >
> > > fortes bks
> > >
> > >
> > > El mié, 11-07-2007 a las 12:12 +0200, Antón Gómez Reino
> Varela
> > > escribió:
> > > > realmente nom sei se`la rivoluzione é finita´ pero seguro
> que
> > > > `abbiamo vinto´.
> > > > Agora à serio, certamente nom podo ver-lhe matiz algúm as
> > > explicaçons
> > > > de Mundo; o que sabe, sabe ;-) e o que nom sabe trollea (eu
> ;)
> > > > Queda pois essa verssom como definitiva, nom compas?
> > > >
> > > > E agora que sei que som máis galeguista que o iogur de grelos
> de
> > > Juan
> > > > Pardo :P a ver se damos com esses jeitos máis agiles de fazer
> os
> > > > editoriais. Porém, creio que devemos parabeniçar-nos polo
> > > dinamismo
> > > > que estamos a dar-lhe o IMC nestes ultimos meses... nom é?
> > > >
> > > > Pola minha banda sinto os beijos como corpo e espero que os
> meus
> > > > agarimos cheguem também além do río furelos...
> > > >
> > > > bjs enormes, compas, irmás....
> > > >
> > > > T.
> > > >
> > > >
> > > > "mundus bluewin.ch" <mundus bluewin.ch> escribió:
> > > > Uf, uf, uf... Já nom dou abondo...
> > > >
> > > > A ver se me explico bem sem parecer um troll ;-)
> > > >
> > > > Nom coido que haja nenhuma necessidade de
> imperfeiçom
> > > teórica,
> > > > embora de dar coas termologias sinxelas que rebaixem
> as
> > > > componhentes estéticas mais disonantes (por exemplo,
> > > > adjectivamos de "ingovernável" a "maquina de
> guerra"
> > > estamos a
> > > > fazer estética, nom contido, umha imperfeiçom teórica
> que
> > > sem
> > > > dúvida soa bem --elemento estético-- embora difumina
> o
> > > > significado do conceito originário): do que se
> tratar
> > > aqui, já
> > > > postos a falar no terreo do conhecimento teórico, é
> da
> > > síntese
> > > > simbólica de contidos teóricos (o "symbolic package"
> do
> > > que
> > > > fala a escola goffmaniana).
> > > >
> > > > Neste senso, entendo que poida haver seitores do
> > > movimento que
> > > > tenham chegado a tales níveis de desenvolvimento do
> seu
> > > > auto-referencialismo político tan brutais que nom
> saibam
> > > nem
> > > > reconhecer já o que os levou a ser indepes (suponho
> que
> > > seria
> > > > o "galeguismo", claro que o mesmo participam do
> mesmo
> > > aparelho
> > > > categorial da direita espanhola e já só aspiram a
> > > "romper
> > > > España").
> > > >
> > > > Para mim, galeguismo é umha palavra de mínimos (tam
> de
> > > mínimos
> > > > que mesmo gentes do PP podem ser galeguistas).
> > > Galeguismo,
> > > > goste-se ou nom, é a única possibilidade de sair do
> > > > nacionalismo como ideologia da modernidade defendendo
> a
> > > nossa
> > > > singularidade qualesquer, a nossa galeguidade
> (palavro
> > > que de
> > > > seguro soa ainda pior que galeguismo, embora nom
> haja
> > > outro
> > > > precissamente por isto mesmo: por ser a nossa
> > > singularidade
> > > > irreductível).
> > > >
> > > > Nom acho que pode levar a rejeitar galeguismo que
> nom
> > > seja a
> > > > estética, certamente sobada polo poder, que dimana
> esta
> > > > palavra. E desde logo, polos meus mortos (perdoade o
> > > > dramatismo, mas, já postos a fazer enjuiçamentos
> > > > subjectivos, nom podo deixar de ter presente a quem
> na
> > > minha
> > > > família defendeu o galeguismo nas prissons
> franquistas
> > > antes
> > > > de que a sociedade do espectáculo vinhera a fazer uso
> da
> > > > intifada hormonal do kaleborrokismo galaiko ad
> maiorem
> > > gloria
> > > > do discurso fraguiano anti-secessionista), nom só
> nom
> > > podo
> > > > considerar que seja o pior da modernidade, embora o
> > > melhor.
> > > > Nom penso, aliás, que seja cousa de ver aqui quem é
> o
> > > mais
> > > > radikal dos radikais... (a radikalidade como
> identidade
> > > nom me
> > > > interessa, sei bem onde há antagonismo e onde
> patologias
> > > > identitárias.
> > > >
> > > > Com todo, se galeguista molesta poderiamos ponher
> MNLG,
> > > que
> > > > nom vem ser o mesmo exactamente, ainda que
> seguramente
> > > vai num
> > > > senso semelhante e de seguro que nom fai sofrir aos
> > > > radikais... Nom sei se me explico, mas nom acho
> outra
> > > > alternativa que dizer as cousas como som e nom se
> deixar
> > > > abafar. Mirando, embora de ser construtivo, se calhar
> o
> > > mesmo
> > > > se poderia recorrer a algumha fórmula que
> > > > comprendera libertaçom nacional, a nom discriminaçom
> de
> > > > nascimento, ou assi. Mas nom vejo de que jeito
> explicar
> > > todo
> > > > isto sem recorrer ao symbolic package.
> > > >
> > > > Um último apontamento: nom coido que toda a audiência
> do
> > > > indymedia, para a que deveriamos estar a escrever,
> seja
> > > o
> > > > interlocutor imaginário ao que está escrevendo Tone.
> Nom
> > > é
> > > > cousa de fazer do IMC parte do MNLG (o que por certo
> é
> > > um
> > > > debate tristemente ancorado na memória de este
> colectivo
> > > > editorial). Outras neste colectivo temos outros
> > > interlocutores
> > > > imaginários que som multitudes e nom plebes
> > > independentistas.
> > > > Multitudes que seguramente sabem o que é ser
> galeguista,
> > > mesmo
> > > > quando tenhem votado ao PP (si, si... ou é
> acreditamos
> > > na
> > > > representaçom mais que os própios representantes?).
> > > >
> > > > Polo que fai ao ponto 2, o que precissava era o
> câmbio
> > > do
> > > > lugar do pronome. Mesmo se nom adoito ser moi
> atinado
> > > coido
> > > > que se diz "pode que se bote em falta" e nom "pode
> que
> > > bote-se
> > > > em falta". Ainda que nom sou filólogo...
> > > >
> > > > 3. Melhor deixar momento, logo...
> > > >
> > > > 4. De novo o de galeguismo. Sinto-o, mas por mais que
> o
> > > > penso nom acho alternativas... Coido aliás que
> cómpre
> > > ter
> > > > clara a distinçom entre galeguismo (o movimento) e
> > > outros
> > > > conceitos como independentismo, regionalismo,
> autonomismo
> > > (que
> > > > nom autonomia), etc... ligados todos eles a
> estratégias
> > > de
> > > > libertaçom nacional. Pessoalmente acho que o nom é
> cousa
> > > de
> > > > situarmo-nos tacticamente num continuum de
> radikalidade
> > > em
> > > > relaçom ao processo geo-histórico de construçom
> estatal
> > > (o
> > > > state-building), embora de reivindicar o feito de
> nascer
> > > em
> > > > Galiza como umha singularidade qualesquera ("ser
> galego
> > > nom
> > > > por só ser galego, embora por ser igual que
> qualesquera
> > > outra
> > > > pessoa que tenha qualesquera outras
> > > > coordenadas espaço-temporais de nascimento").
> > > >
> > > > 5. Okis
> > > >
> > > > 6. Nada de jus solis, precissamente todo o
> contrário:
> > > este
> > > > afirma-se como tal nom momento em que
> territorializa,
> > > algo que
> > > > só é possível no momento em que a indefensom da nossa
> mai
> > > no
> > > > acto do nosso nascimento nos insire baixo o poder
> soberam
> > > da
> > > > patria potestas. O mesmo que có de território, acho
> que
> > > as
> > > > modificaçons de Tone intentam conciliar um devir
> que
> > > arraiga
> > > > na deriva independentista do galeguismo (dito seja
> co
> > > maior
> > > > dos respeitos pola sua trajectória política --aqui
> cada
> > > quem
> > > > temos a nossa e todas igual de valiosas) e que nom
> > > alcança à
> > > > ruptura coa territorializaçom da modernidade. Nom é
> > > viver
> > > > baixo a opressom espanhola o que nos fai
> antagonistas,
> > > embora
> > > > o nascimento. O problema na pós-moderindade é que
> por
> > > ter
> > > > acadado a migraçom um outro nível, o nascimento
> como
> > > categoria
> > > > só alcanza a ser emancipatória fora da forma-Estado:
> isto
> > > é
> > > > afirmaçom autónoma da nossa galeguidade fronte à
> lógica
> > > da
> > > > "naturalizaçom" (em rigor "artifício") do jus solis.
> Ser
> > > > realmente antagonista nom é apostar polo jus solis
> fronte
> > > ao
> > > > jus sanguinis, embora superar todo marco
> institucional de
> > > jure
> > > > para afirmarmo-nos na autonomia da produçom
> institucional
> > > do
> > > > movimento. Umha estratégia que realice (e nom que
> > > administre)
> > > > o direito a migrar e a ser acolhido na sociedade de
> passo
> > > (nom
> > > > necessariamente "de chegada") require daquela o
> abandono
> > > de
> > > > toda forma biopolítica, para fazer do zoe, da nossa
> > > condiçom
> > > > radical como espécie integrada num ecosistema o
> elemento
> > > > nuclear da instanciaçom de umha política do desejo.
> > > >
> > > > 7. Okis
> > > >
> > > > Remato nom sem engadir a minha preocupaçom polos
> esforços
> > > que
> > > > nos pode estar a suponher este tipo de redacçom
> > > colectiva. Nom
> > > > sei se procedimentalmente temos dado com umha
> fórmula
> > > ajeitada
> > > > e pessoalmente estou moi canso nesta recta de "fim
> de
> > > curso".
> > > > Espero que se entenda o meu esforço, embora o meu
> > > cansáncio (e
> > > > as derivas subseguintes) e confio em que cheguemos a
> ter
> > > > momentos pontuais de encontro que nos permitam dar
> coas
> > > > fórmulas para gestionar mais agilmente a redaçom de
> > > > editoriais. Sabido é que os mails os carga o
> dianho.
> > > >
> > > > Fique aqui, já que logo, um inmenso abraço que nos
> faça
> > > sentir
> > > > a corporeidade da que andamos faltos no virtual, todo
> o
> > > amor,
> > > > todos os beijos e todo o melhor ;-) dos rolhos do
> mundo;
> > > o
> > > > gesto da irmandade que já os velhos galeguistas
> > > identificarom
> > > > junto à Liberdade e a Igualdade na genealogia
> > > revolucionária
> > > > do poder constituinte.
> > > >
> > > > Agarimosamente,
> > > > Mundo.
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > ----Message d'origine----
> > > > De: zgenot yahoo.es
> > > > Date: 10.07.2007 11:02
> > > > Objet: Re: [CMI Galiza] editorial 25-J
> > > >
> > > >
> > > > Idem, nom com bom, se nom com o melhor dos rolhos ;-
> > > ).....
> > > >
> > > > o certo é que sabía de todas estas (tremendas... ej
> > > > natio...) imperfeiçons teóricas, pero creio que no
> campo
> > > > pedagógico, as vezes cumpre tratar de fazer ver as
> > > verdades a
> > > > medias, antes de que estas, ditas de sopetom soem
> > > > excesivamente fortes e acabam por solidificar
> > > reificadores
> > > > argumentos (existe algo máis maniqueo que o uso
> > > neurótico
> > > > da/do natio...). Neste campo, de novo num extrano
> jogo
> > > no
> > > > entrecampo existente entre as realidades teóricas e
> as
> > > medias
> > > > verdades estratégicas, creio que nom estava de máis
> > > > (re)adaptar certos usos e palavras para que o
> discurso
> > > anime
> > > > ao debate e nom reforçe as paisons tristes. De aqui
> vem,
> > > em
> > > > parte o meu rechaço (neste editorial..) cara a
> certas
> > > acepçons
> > > > (galeguismo, natio,....) que embora comprendo
> > > perfeitamente,
> > > > nom estou certo de que seja assim em grande parte
> da
> > > parroquia
> > > > política que construe/visita/participa do IMC.
> Explico-
> > > me
> > > > abaixo....
> > > >
> > > >
> > > > "mundus bluewin.ch" <mundus bluewin.ch> escribió:
> > > > -->
> > > > Perfecto polo que fai aos enlaços, mas
> algumhas
> > > > precissons teóricas coas emendas de Tone
> (vaiam
> > > co
> > > > melhor dos rolhos, siuplau! :-)
> > > >
> > > > 1. Entendo qeu se diga parte dos
> movimentos,
> > > embora eu
> > > > falava de galeguismo como transversalidade
> > > particular
> > > > ao movimento, fugindo precissamente da
> reificaçom
> > > dos
> > > > movimentos (ao estilo da teoria liberal que
> fala
> > > dos
> > > > "novos movimentos sociais" no canto de
> reconhecer
> > > o
> > > > fio emancipatório no que se insire um
> processo
> > > de
> > > > subjectivaçom particular, a saber: o de ter
> > > nascido em
> > > > Galiza). Entendo perfeitamente e parece-me
> > > > acertadísima esse empregrar um conceito outro
> que
> > > nom
> > > > reifique `os movimentos´. Pero nom
> poderíamos
> > > atopar
> > > > um termo melhor que esse `galeguismo´ que -
> polo
> > > menos
> > > > a mim- lembra-me ao pior da modernidade?
> > > >
> > > > 2. ... pode que se bote em falta... eu creio
> que
> > > > totalmente.... a data é simplesmente um
> momento
> > > de
> > > > selvagem patriotismo absolutamente baleira
> de
> > > debate
> > > > participativo e construçom dum comúm além
> as
> > > birras e
> > > > as bandeirolas...
> > > >
> > > > 3. voltaria a momento: empregava-o no senso
> do
> > > momento
> > > > gramsciano, nom coido que se trate de un
> "tempo
> > > > concreto". No seu lugar, um "espaço-tempo"
> > > quiçás, mas
> > > > isto é complicar o discurso sem fundamento
> > > teórico.
> > > > Concordo; simplesmente cambiei `momento´ por
> nom
> > > > redundar pois aparecía dúas vezes nás frases
> > > > anteriores...Além está claro que momento da-
> lhe
> > > umha
> > > > profundidade muito máis ajeitada...
> > > >
> > > > 4. Nom entendo o do território: precissamente
> o
> > > que a
> > > > dimensom galeguista do movimento (o essa
> parte
> > > > galeguista dos movimentos, se se preferir)
> fai
> > > nom é
> > > > organizar o território, embora
> desterritorializar
> > > a
> > > > territorializaçom imposta pola forma-
> Estado.
> > > Idem.
> > > > Concordo; pode que neste caso máis ainda.
> Pero o
> > > termo
> > > > galeguismo parece-me semioticamente
> desacertado.
> > > Nom
> > > > atopamos outro significante que empregar?? ,-
> )
> > > >
> > > > 5. Para adiante com esse "Qualquera pode
> > > entender..."
> > > > moito mais inclussivo! :-)
> > > >
> > > > 6. Viver???!!! Precissamente e o nascer, o
> natio,
> > > de
> > > > onde vem nacionalismo!!! Viver é bios,
> biopoder,
> > > > biopolítica... e já que logo
> territorializaçom
> > > baixo
> > > > os dispositivos autoritários da forma-
> Estado.
> > > Aliás, o
> > > > viver desmarca-se precissamente de umha naçom
> da
> > > > multitude na que cabe pensar umha Galiza
> anterior
> > > e
> > > > umha Galiza/ulterior. Eu sou galego e
> "vivo"
> > > (aqui sí,
> > > > já nom como bios!) em Galiza porque nascim
> em
> > > Galiza
> > > > embora nom resida em Galiza. Eis o grande
> termo
> > > para a
> > > > polémica. Coido que pode ser realmente
> complexo
> > > > marcar com diafána precissom este `ius
> solis´
> > > tam
> > > > perniciosamente empregado por muitas. Nom
> pouco
> > > > habitualmente tenho ouvido coisas do estilo
> > > > `acostar-me com um espanhol, que nojo!´ ou `é
> que
> > > eu
> > > > com algúm que nom seja galego nom estaría...´
> ou
> > > o
> > > > insulto menosprecio, triste, espúreo e -
> > > teóricamente-
> > > > baleiro racismo ao fim e ao cabo. Porém muita
> de
> > > esta
> > > > gente lé estes editoriais e participa do
> > > movimento
> > > > `galeguista´ hoje. Nom é ofrecer-lhes -baixo
> o
> > > seu
> > > > idiota e demagogico argumento- ponhendo o
> énfase
> > > e as
> > > > bases ontológicas exclusivamente no natio?
> > > > Igual estou equivocadx, pero creio que fia
> falha
> > > umha
> > > > desmitificaçom que, se bem nom caia no erro
> > > > semantico/teórico/gramatical si desmonte
> certos
> > > > mecanismos reificadores tam extendidos neste
> > > > intermezzo modernidade-posmodernidade no
> que
> > > algumhas
> > > > andam inmersas....
> > > >
> > > > 7. Para adiante coa "autonomia do
> movimento"
> > > (melhor
> > > > que com "diversas formas")
> > > > ;-)
> > > >
> > > > Grande e inmenso abraço a todxs e ao nosso
> > > infatigável
> > > > Tone, moito especialmente,
> > > > Mundo.
> > > >
> > > > Máis grande ainda o meu abraço, ácidos os
> beijos
> > > a
> > > > todas especialmente ao nosso bemquerido
> Mundo,
> > > > petonets on tu vulguis ;-) seguimos
> passeninho e
> > > > devagar...
> > > > Tone
> > > >
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > ----Message d'origine----
> > > > De: zgenot yahoo.es
> > > > Date: 09.07.2007 18:34
> > > > À: <imc-galiza lists.indymedia.org>
> > > > Objet: Re: [CMI Galiza] editorial 25-J
> > > >
> > > >
> > > > vaia com a improvisaçom ;-)
> > > >
> > > > sem ánimo de polemiçar e a risco de cair na
> > > deformaçom
> > > > teórica do enviado pola minha bemquerida
> fusta
> > > eis
> > > > umhas sugerencias a ver que tal....
> > > >
> > > > Achega-se o 25 de Julho. Para parte dos
> > > movimentos um
> > > > momento de encontro; pode que bote-se em
> falta o
> > > > momento para o debate e desenho de
> estratégias
> > > de
> > > > loita. Desde o colectivo editorial
> indymediaGZ
> > > somos
> > > > conscientes da importáncia que este tempo
> > > concreto tem
> > > > e gostariamos de abrir o espaço editorial a
> um
> > > debate
> > > > inteligente sobre o que pode ser a
> reivindicaçom
> > > sobre
> > > > a organizaçom do territorio Galiza hoje.
> > > Qualquera
> > > > pode entender que nestes tempos globais
> conceitos
> > > como
> > > > Estado, soberania, autodeterminaçom, etc
> tenhem
> > > mudado
> > > > o seu significado, mas em quê medida? Para
> > > significar
> > > > que outra cousa? Quales seriam, nesta
> redefiniçom
> > > do
> > > > discurso galeguista (o discurso que
> reivindica a
> > > > dignidade de viver na Galiza), as possíveis
> > > soluçons
> > > > institucionais à qüestom nacional
> > > (independência,
> > > > federalismo, diversas formas de autonomía de
> > > > movimento, etc.)? Quê significam em
> derradeira
> > > > instáncia estes mesmos conceitos-soluçom e
> como
> > > se
> > > > ligam aos conceitos que podem dar expressom
> hoje
> > > ao
> > > > que segue a ser um feito (nascer/viver na
> Galiza
> > > > é nascer/viver baixo umha forma de opressom
> que
> > > cómpre
> > > > erradicar)? Quales podem ser os jeitos e
> > > ferramentas
> > > > de loita mais atinados? Onde ubicar o recurso
> à
> > > > violência? Quales podem ser as suas
> implicaçons
> > > > tácticas no contexto actual? Paga a pena
> > > alimentar a
> > > > estratégia da tensom coa que o Estado tem
> > > tentado
> > > > historicamente inducir comportamentos das
> redes
> > > do
> > > > movimento? Aqui vam algumhas das qüestons,
> que
> > > nom
> > > > esgotam nem moito menos o tema. A cada
> quem,
> > > embora,
> > > > de engadir o qeu se lhe ocorrer. Que comece
> o
> > > debate
> > > > daquela!
> > > >
> > > >
> > > > bjs
> > > >
> > > > Tone
> > > >
> > > > "mundus bluewin.ch" <mundus bluewin.ch>
> > > escribió:
> > > > -->
> > > > rapidissima improvisaçom para o dia
> da
> > > > mátria....
> > > > bjs,
> > > > m.
> > > >
> > > >
> > > > O 25 de Julho e além
> > > >
> > > > Achega-se o 25 de Julio. Para o
> > > galeguismo um
> > > > momento de encontro, debate e desenho
> de
> > > > estratégias de loita. Desde o
> colectivo
> > > > editorial indymedia somos conscientes
> da
> > > > importáncia que este momento tem e
> > > gostariamos
> > > > de abrir este espaço editorial a um
> > > debate
> > > > inteligente sobre o que pode ser a
> > > > reivindicaçom galeguista hoje.
> Entendemos
> > > que
> > > > nestes tempos globais conceitos
> como
> > > Estado,
> > > > soberania, autodeterminaçom, etc
> tenhem
> > > mudado
> > > > o seu significado, mas em quê
> medida?
> > > Para
> > > > significar que outra cousa? Quales
> > > seriam,
> > > > nesta redefiniçom do discurso
> galeguista
> > > (o
> > > > discurso que reivindica a dignidade
> de
> > > nascer
> > > > na Galiza), as possíveis soluçons
> > > > institucionais à qüestom nacional
> > > > (independência, federalismo, etc.)?
> Quê
> > > > significam em derradeira instáncia
> estes
> > > > mesmos conceitos-soluçom e como se
> ligam
> > > aos
> > > > conceitos que podem dar expressom
> hoje ao
> > > que
> > > > segue a ser um feito (nascer na
> Galiza é
> > > > nascer baixo umha forma de opressom
> que
> > > cómpre
> > > > erradicar)? Quales podem ser os
> jeitos e
> > > > ferramentas de loita mais atinados?
> Onde
> > > > ubicar o recurso à violência?
> Quales
> > > podem ser
> > > > as suas implicaçons tácticas no
> contexto
> > > > actual? Paga a pena alimentar a
> > > estratégia da
> > > > tensom coa que o Estado tem tentado
> > > > historicamente inducir
> comportamentos
> > > das
> > > > redes do movimento? Aqui vam
> algumhas
> > > das
> > > > qüestons, que nom esgotam nem moito
> menos
> > > o
> > > > tema. A cada quem, embora, de engadir
> o
> > > qeu se
> > > > lhe ocorrer. Que comece o debate
> > > daquela!
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