[CMI Galiza] politicas editorias e o indy
tone fugaemrede.info
tone fugaemrede.info
Quinta-Feira, 31 de Janeiro de 2008 - 02:38:42 PST
Um textinho.... por ejemplo
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Ante a nova avalancha de ataques insultantes [contra pessoas concretas,
contra o indy, contra organizaçons, ….] as que conformamos a equipa
editorial (equipa aberta a que, por certo pode-se unir quem assim o deseje
simplesmente incorporando-se a lista aquí:
http://docs.indymedia.org/view/Local/FormularioParaNovosMembrosPt )
preguntámo-nos se realmente este é o movimento e o indy que merecemos.
Preguntámos-nos se realmente o insulto e a laboura políciaca som o que
queda da praxe activista. Preguntámo-nos se a comunidade que construimos o
indyGZ [que inclue a todxs os que o utiliçam –leem publicam, debatem, etc
etc- com criterio] merece estar inmersa num mar de insultos e ataques
pessoais como os que algumhas pessoas parecem ter como único objetivo
participativo.
Realmente entendemos que nom. Entendemos que há que asumir as contradiçons
de umha sociedade e uns movimentos plurais, pero nom comprendemos o
conflito permanente em códigos de laxa acussaçom e constante insulto
pessoaliçado.
Porem, tam so podem pregar-se dúas coisas;
(1) pedir-lhe a todas as pessoas que tratam de construir medios proprios
em geral e este medio em particular que leam atentamente as políticas
fundacionais (publicaçom, moderaçom, filiaçom a rede IMC Global etc etc
aqui: http://docs.indymedia.org/view/Local/ReferenciasCMIgz ).
(2) E pedir-lhe por ultimo a quem nom concorde com elas que envie as súas
críticas a equipa editorial para entrar num debate aberto ou melhor ainda,
que passe a formar parte de esta ultima, da equipa editorial.
Um indymedia forte e plural é apenas reflexo de uns movimentos fortes e
plurais no dissenso, na crítica e na autocrítica. Construamos os medios.
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LEMBRANDO A POLÏTICA EDITORIAL DE PUBLICAÇOM ABERTA E COLECTIVAMENTE
DECIDA, MAS NOM ESTÄTICA: EM CONTINUA CONSTRUÇOM;
Política editorial/ MODERAÇÃO
O Centro de Média Independente (CMI) da Galiza é um projecto de
comunicação que tenta realizar uma acção directa informativa baseada nas
contribuições de pessoas que se tornam elas mesmas jornalistas
independentes, deixando de confiar nos meios de comunicação de massas a
tarefa de intermediar em exclusivo entre os acontecimentos e a sua
interpretação.
Convertemo-nos assim em fonte geradora de um discurso livre da manipulação
de governos e corporações, e assumimos o nosso papel como artífices e
zeladores dos canais que nos permitem transmitir e difundir uma outra
visão da realidade.
Todas as contribuições são publicadas de forma automática, mas faz parte
das tarefas do colectivo editorial a retirada daquelas que desrespeitem os
princípios da nossa declaração de intenções ou dos documentos da rede
Indymedia. Estão nessas condições, por exemplo, contributos que sejam, ou
contenham:
* Marketing comercial.
* Artigos e comentários repetidos ou sem qualquer conteúdo.
* Proselitismo e marketing religioso ou proselitismo e marketing
partidário.
* Mensagens de carácter pessoal.
* Mensagens com ataques.
* Violações da privacidade.
* Mensagens incriminatórias.
* Contribuições administrativas, (escreva por favor à lista pública
para propor ou opinar sobre o CMI).
* Pornografia ofensiva.
Nesse sentido, fazemos um chamamento à responsabilidade na hora de
utilizar esta ferramenta pública de comunicação, pois só assim, a sua
acção informativa poderá ser realmente efectiva enquanto aos objectivos
propostos.
> Bon dia compas,
>
> primeiro ponto, a lista segue sendo aberta, polo tanto sexamos
> respetuosas e intelixentes á hora de falar do que nos semella acertado
ou non
>
> quero propor facer unha nova na columna dereita firmada polo colectivo
editorial, onde analicemos os pontos da política editorial,
> onde fagamos unha recapitulación das úlitimas editoriais,
> onde expliquemos o xeito que decidimos en ASAMBLEA ABERTA (no que todas
estabamos invitadas a participar), no faríamos apartir de agora as
editoriais,
>
> é dicer, explicitar que para que o indy sexa máis representativo non
podemos dar voz a quen máis berra se non tentar que recolla todas as
voces que falan no pais,
>
> quero facelo na lista tal e como está agora, de xeito público, porque
creo que estamos a facer un traballo moi bo, que non se impide a
partipación de ninguén,
> e sobre todo remarcar que quen non está sendo democrático é quen emprega
correos de traballo para crear mal rollo e botar merda sobre o seu
próprio tellado.
>
> facémolo?
>
> beijos
>
> ---------------------------------------------------------------- This
message was sent using IMP, the Internet Messaging Program.
>
>
> _______________________________________________
> imc-galiza mailing list
> imc-galiza lists.indymedia.org
> http://lists.indymedia.org/mailman/listinfo/imc-galiza
>
Mais informações acerca da lista imc-galiza