[CMI Galiza] Editorial urgenteRw: Manifesto “Copenhaga, por um planeta, livre, justo, Comúm”

guido aderiva.net guido aderiva.net
Sábado, 12 de Dezembro de 2009 - 05:18:06 PST


olá!!

doulle pois, beijos

guido

Quoting tone  fugaemrede.info:

> Olá compas,
> polo de agora nom tenho tempo de currar máis o editorial... pola tarde
> desde o centro de medio farei-no pero vos agradecería se mentres, podedes
> subir o manifesto a modo de editorial
>
> bjs desde copenhaga (onte preto de 60 detidxs preventivos,.. pola noite
> desde as 03.00, com temperaturas gelidas, continuos amagos da policia de
> entrar num dos centros de convergencia onde durmimos varios miles de
> activistas de centros sociais e redes autonomas),
> t.
>
> Envio um texto explicativo introductorio sobre o que nos jogamos na
> cimeira do COP15 em Copenhaga, feito a modo de manifesto inicial por
> varias das compas corunhesas que imos andar por alí.
> Chamamos e animámos-vos a unir-vos a este manifesto como colectivos e
> individualidades...
> Podedes faze-lo enviando um mail a:
>  stopcop15  fugaemrede.info
> ou em tone(at)fugaemrede.info
>
> saúde,
> t.
>
> --------------------------------------------
>
> O presente está em jogo. O futuro é incerto.
> Manifesto  “Copenhaga, por um planeta, livre, justo, Comúm”
>
> O presente está em jogo. O futuro é incerto.
> Entre o 7 e o 18 de dezembro terá lugar em Copenhaga (Dinamarca) a
> Conferencia sobre o Cambio Climático auspiciada pola ONU e sustentada
> globalmente no paradigma do “capitalismo verde”.
> No plano mediático esta-se a simplificar a cimeira dentro do marco da
> redefiniçom das emissons de CO2 a nivel global. Por desgraça, a agenda da
> cimeira COP15 e a realidade do planeta é muito máis complexa. Complexa
> pois atopámo-nos no tempo objetivo da crise económica e financieira e
> semelha que, com a governanza climática do planeta em jogo, grandes
> reajustes podem vir dados em Copenhaga desde xs poderosxs da terra para
> perpetuar um sistema produtivo, um modelo de consumo e umha estructura de
> dominio que nos tem levado a caminhar no umbral da modificaçom radical do
> mundo e da natureza até agora conhecidos.
>
> Umha Crise, a que atravesamos, que estoupa no intre precisso onde o perigo
> climático empeça a ser evidente, relevante, e inexoravelmente permanente.
> Nos últimos decenios a obsessom polo crecemento do capital viu aparelhado
> dum injustificavel aumento do expolio do planeta, dos seus recursos
> finitos. Uns recursos que formam parte do "procomúm", do bem comum da
> humanidade e que hoje seguem a ser gestionados e devorados por actores
> complementarios: o mundo occidental -do que formamos queiramos ou nom,
> activa parte-, os paises em crescemento, ou as empresas transnacionais
> conectadas ja como organismos parásitarios que afogam sem dilaçom um
> hóspede planetario chamado Terra.
> Actores visiveis e invisiveis que, diseminados de forma capilar pola
> geografía humana e o territorio global, formam um continuum inserto
> direitamente no plano do sistema-mundo capitalista.
>
> Entendemos que no marco da Conferencia do COP 15 em Copenhaga desenhara-se
> o modelo que o capitalismo aplicará nos próximos e aínda decisivos anos
> ante esta evidente crise ecologica. Desde arriba, desde o poder, os
> debates previos nom deixam lugar a dúvidas: aqueles que governam o planeta
> nom entendem de justiça climática e estám dispostos a governar um mundo
> cada vez máis insostivel e desigual.
>
> Desde abaixo, as pessoas e os movimentos sociais abaixo e a esquerda
> tomamos a palavra. Organizando grandes movilizaçons com centro em
> Copenhaga pero que também se extenderám de forma vírica a nível global.
> Fazendo propostas concretas por um mundo diverso em clave de alternativa
> aquí e agora ao modelo neoliberal.
>
> Fronte ao cenario do espectáculo das grandes cimeiras, desde os movimentos
> nom so plantejamos grandes protestos. Plantejamos a autonomía e a
> independência de povos e comunidades organizados em chave de geraçom de
> recursos proprios que destruem o ciclo de dependenças do capitalismo
> actual. Plantejamos também o conceito de justiça climática aparelhado a
> autogestom dos territorios. Plantejamos, final e definitivamente um hoje e
> um manha realmente verde, lógico e coerente no que o decrecemento no
> consumo e no modelo de produçom energetica, industrial e agraria actual
> posibilite um futuro efectivo, real e digno para todas e todos.
>
> Activistas, espaços, colectivos e redes de movimentos sociais da Galiza
> estaremos nas rúas, aquí ou em Copenhaga defendendo um universo de luitas
> para cambiar aquí e agora os nossos Mundos, o nosso Planeta, ao fim, a
> nossa Terra.
> …Mudemos o Sistema, nom o Clima!
>
> adessons a stopcop15  fugaemrede.info
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>
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